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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Twitter ganha mais seguidores


O último resultado trimestral deste ano indica que o Twitter voltou a acertar o passo. Ao mesmo tempo em que as receitas diminuíram pela primeira vez na história, a empresa ganhou mais de 9 milhões de usuários novos.

"Estamos orgulhosos em divulgar o crescimento acelerado no uso diário do Twitter pelo quarto trimestre consecutivo, acima 14% em relação ao ano passado", disse o CEO da empresa Jack Dorsey.

"Estamos cumprindo com nosso objetivo de construir um serviço em que as pessoas adoram usar todos os dias, e estamos incentivados pelo impulso do crescimento da audiência que nós vimos no primeiro quarto", afirma Dorsey. E completa dizendo "Enquanto tomamos na cara os ventos da receita, acreditamos que a execução no nosso plano e o crescimento da nossa audiência deve resultar em aumento de receita positiva a longo prazo."

A empresa divulgou a receita do primeiro trimestre de US$ 548 milhões, 8% a menos comparado ao ano passado, contudo melhor do que previram os especialistas.

A quantidade de usuários mensais ativos (MAU, na sigla em inglês) também subiu neste primeiro trimestre totalizando 328 milhões contra 319 milhões no trimestre anterior.

"Impulsionado por uma sólida tendência de aumento do envolvimento do usuário e crescimento em sua principal audiência mensal nos EUA, esperamos que o Twitter veja novos negócios de anúncios e reverta o abandono do anunciante anterior da plataforma", afirmou o vice-presidente de tendências do eMarketer Martin Utretas.

A previsão do eMarketer para o fim deste ano é que o Twitter atinja uma sólida base de usuários mensais na faixa de 255,3 milhões. Sem dúvida, uma resposta a altura do Twitter para aqueles que apontavam na obsolescência da rede social.

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Fonte: eMarketer.com

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Redes Sociais no Topo entre as Crianças e Adolescentes Brasileiros


Redes Sociais são frequentemente populares entre os mais jovens. No Brasil, o uso das redes sociais é a atividade número 1 para crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos de acordo com pesquisa realizada em fevereiro deste ano pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação - CETIC.



Naquele mês, o CETIC constatou que 73% das crianças e adolescentes acessam as redes sociais, colocando-a como a principal atividade dentre qualquer outra atividade digital. O uso da internet para deveres de casa ficou em segundo lugar seguido de perto por pesquisas de modo geral.

O uso de mensagens instantâneas também se mostrou muito popular com mais de 6 entre 10 pesquisados.

Entre as crianças menores pesquisadas, o uso das redes sociais foi menor sendo, de fato, uma atividade de menor importância: apenas 43% das crianças entre 9 e 10 anos tem algum perfil nas redes sociais. Contudo, entre os jovens de 15 a 17 anos, a proporção pula para 95%.

O Facebook, sem surpresa alguma, é a principal rede social entre os grupos de crianças e adolescentes, com 78% de penetração. Instagram, que pertence ao Facebook, vem em segundo lugar, com 24%. Um dado curioso: apenas 15% deles usam o Twitter.

Fonte: eMarketer

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Os X's entram, os Y's saem

Qual o filho adolescente que gosta de frequentar os mesmos lugares que seus pais? Acredito que nenhum. É uma característica da juventude ir a lugares onde só membros da sua tribo vão, onde podem expressar suas personalidades por meio de suas escolhas. Expor isto é fundamental para estes jovens, transbordar seus valores através de suas roupas, linguagem e atitudes.

Por que na internet seria diferente? Mais precisamente, por que nas redes sociais seria diferente?

Quando o Facebook começou a arrebanhar mais e mais pessoas ao redor do mundo com crescimento exponencial por meses a fio, os mais jovens já estavam lá. Os chamados Millenials, ou Globalistas, ou Geração Y, já curtiam e compartilhavam suas preferências há tempos. Contudo, o Facebook extrapolou o conceito de rede social e passou a almejar ser um ambiente de  total de interação entre pessoas, um cyber-ecosistema, onde pode-se comprar, vender, jogar, promover eventos, namorar, reclamar e mais todas as coisas que milhares de pessoas juntas podem fazer.

O crescente acesso aos smartphones e tablets aliado a planos de dados mais baratos, colaboraram para uma explosão de novos perfis na rede de Zuckerberg. Pacotes de acesso grátis e ilimitado à rede social mais popular do mundo disseminou o Face por todos os lados, atingindo outras faixas etárias que, até então, só tinham, no máximo, ouvido falar de Facebook.

Este fenômeno iniciado no fim de 2012, teve no ano de 2013 forte impacto em outras áreas da sociedade. Grandes empresas hoje marcam presença no Facebook; as agências de publicidade e propaganda não cogitam mais a possibilidade de realizar promoções, eventos ou lançamentos sem a possibilidade, de alguma forma, levar seu público a marcar presença na rede social. O 'F' do Facebook tornou-se conhecidíssimo e praticamente obrigatório nos cartazes, nas propagandas e nos banners canais a fora. Seria o marketing digital se consolidando.

No entanto, os mais jovens não viram isto como algo empolgante. Encontrar seus pais no Face era um incomodo, para dizer o mínimo. Não só isso, toda a movimentação de anúncios e a proliferação de páginas de produtos e serviços de toda ordem, fez com que os Millenials migrassem para outras praias digitais. De fato, o comportamento deles com relação as redes sociais mudou. Curtir e compartilhar ainda estão presentes, mas agora a forma é diferente. A maneira de expressar-se também mudou. Ou melhor, está mudando. E vemos isso por meio do nascimento de novos apps ou na consolidação de outros que oferecem à estes inquietos e inteligentes jovens a possibilidade de criarem novos tipos de redes sociais. Que tal apenas uma imagem ou filminho rápido para te dizer algo? Que tal curtir e compartilhar apenas imagens, nada mais?


Feliz e um desafiador 2014   :)


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Facebook Home, aposta de Zuckerberg para dominar dispositivos Android

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook anunciou nesta semana mais uma ousada estratégia da rede social para dominar ainda mais a atenção dos seus milhões de ususários: o Facebook Home. O plano de Zuckerberg é transformar smartphones e tablets que rodam Android em plataformas Facebook, ou seja, todo o ambiente destes dispositivos estarão voltados para exibir os eventos do Facebook. Confuso? Então veja algumas das caractrísticas do novo aplicativo.

Telas Cover Feed: enquanto o aparelho estiver rodando o Facebook Home, as telas exibirão o feed de notícias do perfil do usuário. Na tela principal ou  na tela de bloqueio, o usuário terá listado as publicações de seus amigos.



Notificações: o ambiente do dispositivo exibirá todas os notificações dos eventos do Facebook como atualização do perfil de amigos, curtidas, imagens... tudo na tela principal.



Chats e mensagens: o Facebook está trabalhando para melhorar seu recurso de chat onde será possível a conversa com mais de um perfil. As mensagens, assim como os chats, poderão ser acessados por telas pop-up sem a necessidade de abertura do aplicativo.



Lançador de aplicativos: como o Facebook Home pretende tornar-se a plataforma do dispositivo, ele terá recurso para execução de outros aplicativos. Mas tudo dentro do FB Home.



Zuckerberg não deu detalhes sobre quais os aparelhos que rodam android serão compatíveis ao Facebook Home, mas informou que os aparelhos HTC One, HTC One X, Samsung Galaxy S III, Samsung Galaxy Note II e o futuro Samsung Galaxy S4 serão os dispositivos prediletos. O smartphone HTC First virá com o Facebook Home previamente instalado.

O lançamento do novo aplicativo da maior rede social do planeta será no dia 12 de abril. Para usá-lo, bastará que o usuário de o download no Google Play.

Apesar da novidade, o Facebook Home já encontra críticas e algumas dúvidas ainda pairam no ar. Será que os anúncios pagos virão nas notificações de push? Como fica a privacidade do usuário ao rodar o Facebook Home? A Facebook pretende substituir o android como sistema operacional? Estas questões, ao que parece, só serão respondidas que a partir do dia 12. Veremos.

Fonte: Mashable

terça-feira, 26 de março de 2013

Facebook colocará respostas nos comentários, finalmente

A maior rede social do mundo continua em evolução. O Facebook agora terá o recurso de resposta aos comentários postados. Esta é uma reivindicação antiga dos seus milhões de usuários em todo mundo que agora, após meses de testes, será atendida pela gigante das redes sociais.

Hoje, qualquer usuário que queira responder a um post específico em sua lista de comentários, tem que fazê-lo na própria lista ficando a resposta, muitas vezes, distante do desejado comentário. Pois isso vai mudar. A resposta virá abaixo do próprio comentário com um pequeno recuo para facilitar a visualização.



O Facebook continuará dando relevância ao engajamento dos usuários e da popularidade do post. Com isso, comentários mais "debatidos" aparecerão sobre outros menos relevantes. Contudo, a novidade estará disponível, por enquanto, para perfis com mais de 10.000 seguidores e para páginas de marcas e/ou empresas, as brand pages, nesta caso haverá a opção de ativar o recurso.

A empresa de Zuckerberg anunciou também, que as respostas só estarão disponíveis para a versão desktop da rede social. Usuários de dispositivos móveis ainda terão que esperar mais um pouco para responder seus posts nos tablets ou smartphones.

Fonte: Mashable

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Pinterest já é tão popular quanto o Twitter


Enquanto o Facebook reina supremo na paisagem das redes sociais, o último estudo realizado por Pew mostra que os usuários estão pinando tanto quanto estão tweetando.

Twitter atrai 16% dos usuários das midias sociais seguido pelo Pinterest com 15%, dados de 2012. O favorito, contudo, ainda é o Facebook sendo o primeiro na grande maioria dos votos. O Tumblr vem como o menos popular entre as redes sociais atraindo 6% dos usuários.

O relatório traz em detalhe quem exatamente está usando estas redes sociais, explicando, por exemplo, que redes como o Instagram atrai mais as mulheres, latinos e afro-americanos.

Não surpreende o estudo apontar que jovens são os mais interessados nas redes sociais. A esmagadora maioria, cerca de 83%, costuma estar conectada  do que os mais velhos.

Cada rede oferece serviços diferentes para gostos e hábitos bem específicos. As imagens do Pinterest atrai mulheres, adultos abaixo dos 50 anos e brancos. O usuários do Twitter tendem a ser moradores de cidades grandes.

A despeito das outras redes sociais, o Pinterest é igualmente popular mesmo em diferentes faixas etárias, 19% de usuários jovens e pessoas entre 30 e 49 anos gostam de usar o site, e curiosamente produz também a maior diferença entre gêneros do que qualquer outra rede similar. As mulheres são cinco vezes mais propensas a pinar do que os homens.

Embora o Pinterest esteja ganhando popularidade, percentualmente o número de usuários do Twitter dobrou nos últimos dois anos.

Fonte: Mashable

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Chegar Bombando

Apesar dos seus instintos, quase todas as grandes mudanças, quase todas as importantes organizações, quase todas as coisas que tem importância não nasceram grandes, não chegaram bombando, na primeira página dos jornais, ou na final do campeonato ou num blog popular.

Não, as coisas que mudam tudo começam à margem, capturam a imaginação de uma dúzia de pessoas que trazem consigo colegas e amigos, depois centenas e aí...

Você pode fazer a lista que quiser: Twitter, Kiva, 500px, Pure Food and Wine, Jiro... Todos eles se tornaram hits sem serem ungidos antes pelos grandes caras.

Em vez de bajular para conseguir seu lugar ao sol, considere investir primeiro em experiência.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

50% dos Consumidores Dão Mais Valor a FanPage no Facebook do que aos Sites Oficiais das Marcas


Se você está questionando o poder da midia socia para branding, aqui temos mais uma prova de que ele é relevante: por volta de 50% dos consumidores acham mais útil uma marca tem uma página no Facebook do que um site, é o que um novo estudo sugere.

A empresa Lab42 de pesquisa de mercado - que entrevistou 1.000 usuários de redes sociais a respeito de como eles interagem com marcas no Facebook - concluiu que consumidores estão vendo a presença das marcas no Facebook como mais importante do que nunca.

De fato, 82% dos pesquisados dizeram que uma página no Facebook é um bom lugar para interagir com as marcas. Mas um dos maiores motivos para se seguir uma marca no Face é a oferta de cupons e descontos. O estudo revelou que 77% daqueles que "Curtem" uma marca, ganharam descontos.

Também foi percebido que os consumidores (73%) não tem problema em "Descurtir" uma marca no site se eles postarem muito.

Para um ollhar mais completo sobre como a presença de uma marca no Facebook e visível e valiosa, veja o infográfico do Lab42 abaixo:

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Tradução de Silvio Luis de Sá. Texto original em Mashabel Social Media













quinta-feira, 22 de março de 2012

Marketing da Iniciativa

O nível de produção e de serviços das empresas, ao longo de mais de um século de especialização e de barateamento de custos, atingiu o limite da curva  - ou está perto de atingir. Hoje, tudo o que compramos, funciona; se não funcionar, compramos do concorrente. Existem serviços para quase todas as nossas necessidades e preços. E o mercado está sempre pronto a satisfazer nossas carências. A oferta é abundante!

Este cenário de satisfação plena de consumo por parte dos clientes levou as empresas à buscarem por algo tão intangível quanto a vontade do mercado por novidade: iniciativa. E iniciativa só vem de pessoas. Pessoas dispostas a mexer, cutucar, testar, errar e recomeçar. Organizações estão ávidas por estes profissionais embora muitas ainda não percebam que o diferencial competitivo reside neles.

Claro que iniciativa só não basta. É crucial para profissionais de qualquer área que, antes, eles busquem, segundo Seth Godin, "os seis imperativos do mercado":
  • Primeiro imperativo: estar atento - atento ao mercado, as oportunidades, a quem você é.
  • Segundo imperativo: ter educação - formação especializada é essencial para compreender o que está a sua volta.
  • Terceiro imperativo: estar conectado - "mostrar a cara", expor-se, interagir para que você possa ser confiável.
  • Quarto imperativo: ser consistente - para que as pessoas saibam o que esperar de você.
  • Quinto imperativo: construa um ativo - para que você possa negociá-lo. Ou seja, crie algo que somente você tenha, isto pode ser uma ideia já testada, conhecimento adquirido, uma empresa, um serviço, um blog...
  • Sexto imperativo: ser produtivo - para que você possa ser bem pago.*

Aprendemos estes pré-requisitos ao longo de nossa vida acadêmia e profissional. São commodities, todos que almejam sucesso, os constrói de alguma maneira. Porém, líamos que com a iniciativa era diferente, que era para algumas pessoas, um traço da personalidade. Nada mais falso! Iniciativa pode ser aprendida, assimilada e praticada como qualquer habilidade. Todos nascem com ela. As crianças tem iniciativa pois, sem ela, é impossível descobrir o mundo. 

Ter iniciativa é ser iniciador. E para iniciar precisamos correr riscos. Ou seja, é necessário ter a coragem de assumir a possibilidade de algo não dar certo e ser capaz de aprender com o erro. Nas corporações tradicionais, há tempos atrás, esta característica não era incentivada. Era melhor tem empregados obedientes ao invés de iniciadores. Não era permitido contestar o sistema produtivo ou sistema de vendas ou o sistema de atendimento ao cliente. Isto era para a diretoria. Este tempo passou e empresas que ainda adotam estas políticas gerenciais são as mesmas que temem mudanças, não entendem o mercado e tentam criar leis que impeçam-no de evoluir.

Hoje, as corporações perceberam que é fundamental ter em seus quadros profissionais com iniciativa para que o marasmo dos processos seja sacudido e alterado. Pequenas modificações, muitas vezes, são o diferencial que atrai o cliente para este produto e não para aquele. Se não der certo, no problem, o que importa é a perseverança na melhoria e inovação.

Muitos são os exemplos de pessoas e empresas, nas mais variadas áreas, que chegaram ao sucesso (e conseguem se manter lá) por meio da iniciativa, assumindo riscos e aprendendo com erros. Contudo, é costume da nossa sociedade criticar o que não dá certo, mas somente com os insucessos seremos capazes de acertar na próxima tentativa. O que não podemos é deixar de acreditar. Aqueles que param de tentar são os mesmos que reclamam do chefe, do emprego, do salário, da vida. Não sejamos um deles!

No mundo real e digital, vemos diariamente pessoas iniciando novos projetos, novos empregos ou novos empreendimentos. Com a formação certa, todos podem ingressar nessas iniciativas. A facilidade de conexão proporcionada pela internet nos ajuda a encontrar as pessoas certas e conhecer os empreendimentos que mais nos atraiam. Mexa-se, cutuque, faça, erre e acerte! O mercado procura por pessoas assim.

* Poke the Box - Godin, Seth (página 4, em inglês). Com alterações

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Novas SOPA's Virão

O que justifica uma iniciativa tão radical como o SOPA em um dos países mais liberais do mundo? O medo! O medo de não entender como um modelo de negócio que funcionava tão bem há um século deixou de gerar os enormes lucros de outrora. O medo de perder não apenas dinheiro, mas também poder. O poder da escolha, que sempre ficou nas mãos dos poderosos da industria do entretenimento que agora está escorrendo pelos dedos como areia. O poder da escolha está vindo para nossas mãos e isso eles não compreendem e tentam proibir.

Esses poderosos homens do poder estão buscando a solução de sempre quando se sentem ameaçados: a censura, a proibição e o controle. O curioso é ver tal atitude num país que se diz liberal e defensor da liberdade de ideias. O controle proposto pela SOPA se assemelha à censura imposta à internet em países ditatoriais como China, Irã e Cuba países estes criticados em altos brados pelo Estados Unidos.

Os poderosos donos do poder alegam que a internet, ao disseminar conteúdo nas redes sociais, blogs e sites, violam à lei dos direitos autorais e, por isso, são ilegais. Contudo, o que eles não veem é que não se pode controlar este tipo movimento. Bloquear os DNS de quem hospeda estes conteúdos (como propõe o SOPA) não irá impedir esta proliferação. O que estes poderosos homens do poder não perceberam com seus olhos míopes é que o verdadeiro direito à ideia vem do compartilhamento, da conectividade e da interação. O negócio hoje não reside apenas na produção de conteúdo, vai além e consiste em cativar e entender cada cliente, cada consumidor que aprecia, assite e interage com o produtor deste conteúdo. Este é o verdadeiro ativo que as empresas tem que conquistar. Feito isto, o consumidor comprará e tornar-se-á parte integrante e fundamental deste novo modelo de negócio.

Enquanto a compreensão do Novo Marketing não entra na cabeça dos poderosos, vivenciaremos iniciativas autoritárias e controladoras como a SOPA. Enquanto não aparecer um homem de negócios, como Steve Jobs, que revolucionou a industria fonográfica, sofreremos com a visão de executivos que insistem em olhar para o passado. Por isso, devemos mostrar nossa insastifação e buscar atitudes que procurem barrar leis deste tipo. Lutemos pelo que acreditamos...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Previsões para 2012

Nesta época, é comum vermos retrospectivas do ano que se encerra e previsões para o ano que está por vir. Muitos querem dizer onde acertaram e outros gostam de apontar o que será novidade num futuro próximo. Sem dúvida, é um divertido exercício de pesquisa e adivinhação que vale como um jogo de erros e acertos, de previsões corretas e outras furadas. Gostaria de contribuir apostando em tendências que irão, ao meu ver, se consolidar ainda mais em 2012. Então, vamos a elas:

- Facebook: a principal rede social do planeta se firmou como a mais queridas entre usuários brasileiros levando à "morte" o Orkut e deixando o  Google+ comendo poeira. Para 2012, vejo a rede social de Zuckerberg como base de lançamento de uma série de serviços online, como veículo de propaganda e importante canal de marketing. Mas, a sua força pode se tornar sua fraqueza. Explico: o público gosta de novidades, o mercado vive de inovações e, hoje em dia, criar campanhas que usam o Facebook como plataforma deixou de ser "inovação". Se Zuckerberg e sua turma não buscarem outras formas criativas de interação com seus milhões de usuários, o Facebook pode se tornar o Orkut de amanhã.

- Kout: em 2012, o Klout conseguirá se consolidar ainda mais como o principal índice de qualidade das principais redes sociais. Sua bem estruturada (e misteriosa) análise de influência dos perfis, garante àqueles que buscam métricas confiáveis, uma ferramenta poderosa para encontrarem pessoas e empresas que disseminam ideias e divulgam conteúdo na web.

- Livros digitais e Kindle: um livro físico, US$ 6,70 mais a entrega (que para o Brasil demora até 20 dias), livro digital, US$ 5,00 e nada mais, com entrega "imediata". Quer coisa melhor? Os livros digitais são a revolução silenciosa do momento e serão, sem dúvida, a grande revolução das nossas vidas a partir de 2012. Tanto para aqueles que apreciam uma boa leitura como para aqueles que precisam se atualizar com livros especializados, os livros digitais estarão a espera. Claro que para lê-los dependemos de um dispositivo e aí entram os tablets: cada vez mais baratos e conectados, são eles os portadores desta revolução. A Amazon lançou o seu tablet, o Kindle, mais moderno que o antecessor e um dos mais baratos do mercado além de oferecer uma série de vantagens para clientes que compram a bugiganga. Livros digitais, sem perceber, você estará comprando e lendo um... e dificilmente comprará livros como antes.

- Marketing Digital: se em 2010 era só uma aposta, se em 2011 era a novidade em 2012 o marketing digital será o diferencial para as empresas que querem e precisam se diferenciar das demais. Além disso, conhercer a linguagem dos diferentes clientes, estar presente nos meios onde o público transita e comunicar-se nas mais variadas mídias e nos mais variados meios é para profissionais que conhecem e estudam o mercado. Deixou de ser um campo para aventureiros ou curiosos. Entender o mundo digital e estar presente nele se tornou uma ciência na qual pessoas precisam de especialização e formação para poderem atuar com competência e mostrar resultados para as empresas. O ano de 2012 marcará uma presença mais profissional de marketing digital.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Nosso Melhor Marketing

Paixão, entrega, compromisso! Sem esses sentimentos dificilmente conseguimos algo de bom nas nossas vidas, dificilmente atraímos alguém para o nosso lado ou conseguimos convencer pessoas a realizar ou trabalhar em nossas ideias. Temos que amar! Amar profundamente nossas metas. Acreditar até o último fio de cabelo nos nossos ideais e morrer de paixão pelo nosso negócio ou trabalho. Soa como as manjadas teorias de auto-ajuda ou como discurso piegas de motivação que só ajudam aos seus autores... eu assim acreditava. Estava errado.

Era mais fácil acreditar que políticas motivacionais nos levavam adiante; que projetos grandiosos ou pioneiros nos motivavam a buscar realizações maiores. Sem dúvida, contribuem, mas não funciona somente assim! Precebi que se não trabalharmos naquilo que realmente gostamos, a rotina cotidiana nos leva, mais cedo ou mais tarde, a insatisfação. Só a centelha da paixão pelo que amamos fazer é que nos livra desta maldição diária e nos leva a explodir de felicidade do dever cumprido.

Portanto, entreguemo-nos sempre a projetos nos quais acreditamos, que nos enriqueça de alguma maneira e nos dê exata sensação de realização. Caso contrário, fica dificil, até mesmo, sair da cama para encarar mais um dia de labuta. Nosso traveseiro não pode ser um muro de lamentações. E não usemos a remuneração como desculpa por termos vendido nossa satisfação. De fato, às vezes nos vemos forçados a realizar trabalhos que não condizem com aquilo que desejamos. Porém, isto é circunstancial e, certamente, podemos mudar esta situação.

Não espere que lhe deêm algo, não espere reconhecimento do outro, não deposite sua satisfação na declaração alheia. Quando vier, será bem-vinda, mas não conte com isso. Acredite na força dos seus desejos, instrumentalize-se para que aconteça, aproxime-se de quem é bom, trabalhe em equipe que seu sucesso chegará. Não deva o que você pensa à ninguém. E vá à luta!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Como Acertar o Tom?

Diferentes mídias, diferentes mensagens. Parace claro, parece óbvio. Contudo, é fácil um profissional de marketing deixar passar despercebido um conceito tão simples. E o fazem não por distração, mas sim, muitas vezes, por desconhecer qual o "tom" que cada mídia possui. E conhecer este "tom" faz toda a diferença.

Tomemos como exemplo a campanha de sucesso Pôneis Malditos, da Nissan criada pela agência Lew’Lara/TBWA, as peças tiveram o "tom" correto para cada veículo onde foram divulgadas. O anúncio de TV, com seus tradicionais 30 segundos e imagens diretas: uma picape atolada na lama, o dono do carro saindo do veículo, abrindo o capô e a quebra da narrativa (os pôneis cantando um jingle "grudento" num ambiente colorido e delicado onde deveria estar o motor do carro). Perfeito! Ao vincular a versão extendida deste mesmo anuncio no YouTube, a Nissan fez o que os usuários desta rede social mais gostam: novidades e curiosidades que não estão presentes nos veículos tradicionais de propaganda. Por último, o video apresentava uma página no Facebook onde os usuários indicavam o anúncio para outros amigos. Sem dúvida, isto é o que os amantes do FB mais gostam de fazer.

Isto é acertar o tom. Usar a linguagem correta para cada veículo, integrá-los de forma a envolver o público e forçá-lo a interagir sem que ele perceba. A campanha da Nissan não foi um sucesso porque integrou anúncio tradcional às redes sociais. Outras campanhas já tinham feito isto. A campanha da Nissan foi um sucesso porque usou a mensagem correta nos veículos corretos. Acertou o "tom".

Não creio que se outra campanha, usando a mesma fórmula, repetirá o sucesso. Hoje o público anseia por novidades e não tolera cópias. A busca por novidades é diária e contínua. O que é bom pois estimula, ou deveria estimular, a criatividade dos profissionais responsáveis pelas estratégias de comunicação e marketing das empresas. E sempre que a criatividade é estimulada, saltos criativos são dados e todos se beneficiam com isto. E aí esta a resposta deste artigo! Ser criativo, conhecendo bem a linguagem de cada veículo, é a melhor maneira para acertar o "tom".

(Leia o artigo Um dos maiores prazeres da humanidade [Adivinhou qual é?] por Nice de Paula)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

COMUNICAMARKETING

Sim, o termo é esse. Uma só palavra para sintetizar uma nova abordagem. Nos dias de hoje, com a crescente sofisticação do público consumidor e com o aumento de ofertas de diferentes tipos de mídia, da fragmentação dos nichos e surgimentos de micro-nichos de mercado torna-se imprescindível a adoção de planos comunicacionais mais completos. Aliar assessoria de imprensa, relações públicas, eventos, marketing, endomarketing passou a ser a estratégia mais eficiente para que as empresas consigam interagir com os clientes e , principalmente, reter a atenção deles. A abordagem evoluiu.

 A grande diversificação das ferramentas de interação e o grande leque de mensagens à diferentes públicos força as empresas à buscar por mudanças profundas. Segundo Philip Kotler "um conceito de planejamento de comunicação de marketing que reconhece o valor agregado de um plano abrangente que avalie os papéis estratégicos de uma série de disciplinas da comunicação – por exemplo, propaganda geral, resposta direta, promoção de vendas e relações públicas – e combineas para oferecer clareza, coerência e impacto máximo nas comunicações por meio de mensagens discretas integradas de maneira coesa".

Um estudo apresentado pelo próprio Kotler em seu livro Administração de Marketing (Ed. Prentice Hall, 2003), mostra que 70% dos gerentes e CEO's norte-americanos apoiavam o conceito de comunicação integrada de marketing e que 77% deles pretendiam adotá-la como principal estratégia de marketing nos próximos cinco anos. Ou seja, as mudanças estão acontecendo agora. Esta pesquisa foi realizada em 2002-2003 e a aplicação desta nova abordagem estão começando a surgir como diferencial de mercado.

Por aqui, novas agências de comunicação estão adaptadas a este novo cenário mercadológico e oferecem aos seus clientes um plano de comunicação que vai deste a assessoria de imprensa passando por organização de eventos e indo até campanhas nas redes sociais. Estas empresas já entenderam que para conquistar a atenção de um público ja saturado por tanta informação e propaganda é necessário uma abordagem multidirecional e multifacetada: várias mensagens à vários públicos em diferentes mídias e canais de comunicação.

Portanto, se você, tomador de decisão, ainda hesita em adotar um novo plano de comunicação, não o faça mais. Contrate profissionais que conheçam e já adotaram este novo princípio comunicacional em sua atividades profissionais. Os antigos discursos de marketing ou de comunicação, em separado, não são mais eficientes junto a este público que está aí. Parta para a comunicamarketing...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Novo Marketing não é (apenas) Marketing Digital

Para muitos clientes, e mesmo consumidores, marketing digital e novo marketing são sinônimos ou coisas muita parecidas. Não são. São complementares, até mesmo simbióticas, mas cada um tras consigo conceitos peculiares que, muitas vezes, precisam ser esclarecidos em mesas de reuniões.

Marketing Digital é um conjunto de estratégias, planos de ação, de distribuição, de promoção e vendas que envolve, ou está inserido, o ambiente digital: a internet. Engloba diversas ações das mais simples e corriqueiras, como email-marketing ou compra de banners, podendo chegar as masjestosas campanhas promocionais como lançamentos de filmes e produtos. A tudo isto pode dar-se o nome de estratégias de marketing digital.

Já o Novo Marketing é mais sutil porém não menos impactante ou transformador. Na verdade, o Novo Marketing está enterrando o Antigo Marketing que, segundo Seth Godin, funcionou muito bem até o final do século passado. O Novo Marketing é, segundo ele, "uma combinação de mais de uma dúzia de tendências, e cada uma delas está mudando o modo como as ideias são percebidas e disseminadas". Ou seja, não é apenas um outro conceito, Novo Marketing é O conceito que está mudando o mundo, mudando as empresas, alterando a forma como as pessoas  assistem anúncios, interagem entre si e compram. Tudo pode ser transformado ou tratado como uma nova forma de mídia.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

É a Hora de Estratégias Novas

As antigas estratégias de marketing não valem mais! Ou, no mínimo, não apresentam os resultados de outrora. Anunciar caro na televisão em horário nobre na garante o sucesso da campanha e nem das vendas. Comprar espaço de página dupla em uma revista de grande circulação informando ao consumidor as vantagens do produto causa pouco impacto numa sociedade que aprendeu a buscar informações na internet. Na verdade, o que sua empresa diz não é mais relevante para o consumidor, mas sim o que os outros consumidores dizem. O foco mudou!

A criação das campanhas publicitárias e estratégias mercadológicas passam, hoje, obrigatoriamente pelas redes socias que permeiam a sociedade digital atual. Não tem como fugir do impacto causado pelo buzz gerado por elas. Praticamente, tudo que há de novo no mercado é largamente comentado, criticado e avaliado por consumidores que querem ter voz e espaço cada vez mais relevantes.

Contudo, isto que foi dito não é novo e vem sendo discutido e estudado por especialistas desde o começo do século. Percebeu-se pela primeira vez a relevância da informação gerada pelos usuários/consumidores no fatídico dia de 11 de setembro. Neste dia inesquecível, os canais de notícias ficaram refém dos fatos, ou seja, eram espectadores distantes do que realmente estava acontecendo. O que de fato impactou na trasmissão foi a divulgação das informações das vítimas que estavam nos arredores do World Trade Center: o que elas viam, testemunhas e filmavam. Os blogs de diversos moradores de Nova York eram as mais ricas e fidedígnas fontes que o mundo tinha. A partir desta data, ficou impossível ignorar as informações que o público gerava e divulgava.

No mundo empresarial é a mesma coisa. As empresas cometerão um grave erro se não interagirem com seus consumidores. Como disse Seth Godin em seu livro Sundae de Almondêgas "os consumidores tomam conhecimento das organizações por meio de muitas fontes". A empresa não é mais a dona da história e isso a obriga a ser transparente em suas ações, falar aquilo que é realmente relevante sobre seu produto, saber ouvir reclamações e críticas negativas e, acima de tudo, dar importância a essas críticas. Caso contrário, de nada valerá estar presente nas mesmas redes sociais de seus clientes. Se o dono ou empresário achar necessário mudar o negócio, recriar a empresa ou reestruturar fábricas, deve fazê-lo. E rápido porque os concorrentes estão fazendo o mesmo.