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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Resiliência, a Realidade das Franquias


Apesar de todas as incertezas que estamos vivendo na economia e das necessárias mudanças político-sociais que devem ser implementadas em nosso país, temos que ter em mente que o Brasil é o 3º País do mundo em número de marcas franqueadoras e o 6º em unidades franqueadas. É uma realidade. O franchising cresce na contramão de todos os índices de macroeconômicos e supera todas as expectativas mais otimistas de nosso mercado. Talvez por isso, nas reuniões que participei com vários franqueadores e na própria cerimônia de abertura da feira, a palavra mais utilizada tenha sido resiliência.
Crescer em um país como o Brasil não é tarefa fácil. Políticos corruptos, com uma carga tributária massacrante, com uma legislação trabalhista que sobrecarrega o empresário, sem transporte público de qualidade, com a grande maioria da população sem acesso à educação e a um sistema de saúde tornam a situação ainda mais complicada.
A habilidade de alguns empresário em lidar com todas as adversidades, deve ser enaltecida.  O mercado de franquias vem se consolidando dessa forma. Enfrentando de frente as dificuldades e crescendo, apesar dos desafios.

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Texto original Von Jess & Advogados

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Duas marcas da mesma franquia


Cada vez é mais comum que as grandes redes de franquia diversifiquem seus negócios criando dentro do mesmo segmento que atuam outras marcas para atingir um público diferenciado ou para vender produtos distintos.
A princípio não há qualquer problema nisso. Pelo contrário. Quanto mais forte e capitalizada a franqueadora, melhor para sua rede de franqueados, pois tudo tenderá a ser mais bem feito.
O problema ocorre quando os franqueados passam a enxergar nessa segunda marca, um concorrente direto.Isto porque, a princípio, do ponto de vista contratual, não há território a ser resguardado quando as marcas são distintas e, na visão da maioria das franqueadoras, a expansão de uma não tem necessariamente a ver a com a da outra.
Há casos que realmente não tem. No mundo da  moda, existem empresas que exploram dentro do segmento de vestuário feminino, públicos completamente diferentes e, assim, podem ter suas lojas literalmente grudadas, o que não faz a menor diferença entre eles.
Mas quando o segmento é o mesmo, o público se mistura e o que muda essencialmente é apenas o conceito? Não há nesses casos como não pensar na expansão levando-se em conta os franqueados já existentes na primeira marca.
Fato é que, seja qual for o caso concreto, o pensamento da franqueadora deverá sempre ser global e sopesar todos os aspectos envolvidos nas relações já estabelecidas, sem desconsiderar que o ‘novo’ negócio envolve muito mais do que somente a criação de mais uma marca.

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Artigo original em Von Jess & Advogados

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Ninguém Sabe

Ninguém sabe a resposta certa, ninguém sabe precisamente o que irá acontecer, ninguém pode produzir o futuro desejado, por demanda.

Algumas pessoas são melhores do que outras em supor algo, mas não MUITO melhor.

As pessoas que deveriam saber, rejeitaram Harry Potter, Tracy Chapman e Os Beatles. Aqueles que deveriam saber, vendem as ações antes de elas subirem e nos dão as "melhores dicas" que não "acontecem".

Se você equivocadamente acredita que há alguém que sabe, você provavelmente está decidindo que, quem quer que seja essa pessoa, ela não é você.

E se não é você, que grande motivo para hesitação.

De fato, a diferença não está entre a pessoa que sabe e aquela que não sabe. Está entre a pessoa que se apresenta com o seu melhor trabalho, e aqueles que se escondem.
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Texto original em Seth's Blog

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Onde começar


Comece seu primeiro negócio desse jeito: inicie com o menor projeto possível para o qual alguém pagará para você resolver um problema que essa pessoa tenha. Cobre menos do que vale e mais do que custou para você fazê-lo.

Repita.

Você não tem que esperar pelo perfeito ou pelo maior ou pelo mais venerado ou o mais incrível. Você pode começar.
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Texto original. Seth's blog

terça-feira, 30 de abril de 2013

Ser escolhido (precisar ser vs. querer ser)


Claro, é legal ser escolhido, ser ungido, dar a aprovação social para algo que você fez - os jornais escrevem matérias, você é convidado para formaturas, seu produto aparece nas primeiras páginas dos sites ou dos blog...

O negócio é o seguinte, é muito difícil ser escolhido, e aqueles que escolhem não tem mais sequer o poder que já tiveram. (Pausa por um segundo para considerar um problema duplo: existe muito mais ofertas, criadores e escolhas, e, ao mesmo tempo, uma magnitude de outros meios de comunicação de média, cada um com muito menos poder de mídia do que a Oprah ou Johnny tem).

Há mais de vinte anos atrás, no que ele achava que era o melhor momento de sua carreira, Marc Maron fez um teste para o programa Saturday Night Live. Lorne não se impressionou nem foi gentil, e Marc não foi escolhido para fazer parte do elenco.

Hoje, claro, o podcast de Marc é muito popular, lucrativo e divertido. Marc não chegou lá porque alguém o escolheu, ele lançou a ele mesmo (de fato, ele agora é o cara que escolhe).

No caso do Saturday Night Live, Marc tinha uma carreira que ele precisava ser escolhido. A menos que um agente de elenco ou roterista o escolhesse, ele não tinha nada.

Com o seu podcast, contudo, Marc ainda pode querer ser selecionado, mas ele continuará a mandar bem mesmo se ele não for. Tendo que ralar no início, Marc encontrou suas próprias forças. Não porque ele continuava a fazer as mesmas coisas. Não, mas sim porque ele estava fazendo algo diferente, de um jeito diferente, para um público diferente, ganhando dinheiro de uma maneira diferente.

Os artistas que luta na obscuridade, injustamente ignorado porque não foi escolhido - que cena comovente. Mas, de alguma forma, o artista tem a obrigação de procurar um caminho diferente, um que não dependa do sistema que não o merece.

Hoje é mais fácil do que nunca imaginar um projeto de sucesso ou uma carreira ou uma empresa que não depende de ser escolhida por aqueles que detém o poder.

Se você está frustrado porque não foi escolhido, um plano é virar a mesa, lutar ainda mais, descobrir como aprimorar seu passo e correr atrás, mais, mais e mais. Mas na era do "faz você mesmo", para mim parace que é melhor você escolher um caminho que não precise ser escolhido para ter sucesso.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá.  Texto original em Seth's Blog

terça-feira, 26 de março de 2013

Estudar empreendedorismo sem fazê-lo...


... é como estudar a valorização da música sem ouvi-la.

O custo da criação de uma banca de limonada (ou qualquer equivalente metafórico que você sonhar) é quase 100% interno. Até que você encare o medo e o desconforto de estar no mundo e dizendo: "aqui, eu fiz isso," é impossível entender qualquer coisa sobre o que significa ser um empreendedor. Ou um artista.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

terça-feira, 19 de março de 2013

Arme sua tenda onde está seco


Pergunta boba: Será que neva em Utah, por que foi Lá que eles construíram as pistas de esqui?

Claro que não. É óbvio que você encontra a neve e depois construir as pistas de esqui.

Anos atrás, uma amiga estava frustrada pelo fato de que a indústria de brinquedos não licenciava suas ideias fabulosas para novos produtos. Ela raramente era chamada para reuniões, foi muitas vezes desrespeitada e não conseguia fazer qualquer coisa acontecer. Em uma situação como esta, é fácil questionar as próprias idéias e duvidar da qualidade do seu trabalho. Quando eu mostrei a ela que o setor de brinquedos, na verdade, tem uma história longa e triste de adquirir e promover novas idéias, ela mudou - e a indústria do livro (que publica milhares de novos projetos a cada mês) abriu as portas e o mercado fez dela um (enorme, e merecido) sucesso.

Se você levanta fundos para instituições sem fins lucrativos ou é alguém vendendo B2B, entender o perfil do que é sucesso antes é como entender onde está nevando. Claro, é possível inventar uma dinâmica de mercado totalmente nova, persuadir previamente o inflexível. Se essa é a sua missão, siga em frente. Mas se seu objetivo é fazer o seu projeto funcionar, envolver-se de um jeito que fará a diferença agora, é melhor plantar sementes em solo fértil.

Ficar insistindo que você está "certo" não é, nem de perto, tão eficaz como construir de sua empresa num lugar que é propício para o que você está tentando realizar. "Certo" não tem sentido se não leva a uma conexão, e ficar reclamando do saco de dormir molhado não lhe traz nenhuma simpatia.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

quinta-feira, 14 de março de 2013

"Você tem o ping, mas eles não tem o pong"




É quase impossível se divertir jogando ping-pong com alguém que não quer jogar, não quer tentar ou não joga nada.

Isto também é verdade para qualquer coisa importante na economia conectada. A consulta com um cirurgião, a criação de uma nova conferência ou o trabalho em parceria com uma agência de publicidade... Se você vai criar algo que valha à pena construir, este o será porque existem infinitos jogos para serem jogados, e não apenas mera obediência cega e uma cansada conformidade.

Você tem a capacidade de lidar com a grande responsabilidade para criar esse entusiasmo mútuo, e você pode direcionar o esforço para criar um ambiente e uma estória onde as coisas estão para acontecer.

Conexões requerem energia, insight e entusiasmo de ambos os lados e se o seu parceiro não está respondendo, procure saber por quê. E, claro, se você não pode levar a SUA parte, fique em casa.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Como ouvir


A interação ao vivo ainda é importante. Professores, reuniões, apresentações, cada um dos brainstorms  - eles podem levar uma mudança real. Os ouvintes tem quase a mesma responsabilidade que a do orador, contudo. E mesmo assim, o Google apresenta quatro vezes mais resultados para "como falar" do que "como ouvir". Ouvir não é um ato passivo, não se você quiser fazê-lo do jeito correto.

Se ouvir leva a uma melhor oratória, então já se torna uma vantagem competitiva.

Pergunte a um empreendedor que tenha acabado de sair do escritório de um grande investidor como Fred Wilson. Ele vai dizer que deu o melhor passo de sua carreira - em grande parte por causa do público. O passo mais difícil para ser um melhor ouvinte é o primeiro: querer fazê-lo. Faça com que o esforço verdadeiramente valha à pena.

Não se preocupe muito em fazer anotações. Elas podem ser resumidas num caderno (ou livro) mais tarde.

Preste atenção, com entusiasmo, em quem está falando. Entusiasmo este mostrado por expressões no seu rosto, na sua postura, nas suas perguntas.

Refaça o que foi dito, mas com as suas próprias palavras, usando sua própria situação. Não faça perguntas demais, construa o que você acabou de ouvir, mas faça do seu jeito. Pegue o que você ouviu e transforme-a nas bases do que você está experimentando para suas novas ideias.

A melhor maneira de honrar alguém que disse algo inteligente e prático é dizer em troca algo que seja inteligente e prático. Outra maneira de honrá-lo é fazer algo com o que você aprendeu.

Bons ouvintes tem o que eles merecem - melhores oradores.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Para a pessoa que não entendeu a piada


O lendário comediante está matando todo mundo de rir no nightclub de 400 lugares. Um cara no fundo, contudo, não está rindo.

Miles Davis era evitado por algumas poucas pessoas da platéia, até mesmo nos melhores momentos.

O crítico de teatro da Times pode não gostar da peça, a mesma que fez pessoas chorarem e está com a venda esgotada por anos.

E mesmo sobre cada post de blogs e lista de livros existem comentários toscos de alguém que não gostou, não leu ou não concorda com o assunto (ou os três) e não está nem aí em "botar a boca no trombone" com uma lingua afiada.

Para estas pessoas, a mensagem do criador do trabalho é clara: "isto é não para você".

Unanimidade é impossível a não ser que você queira ser invisível. Podemos ser unânimes em nossa falta de feedback para os invisíveis.

Para os demais, contudo, a habilidade em dizer, "isto não é para você" é a fundação para criarmos algo corajoso e importante. Você não pode fazer seu melhor trabalho se você está sempre tentando tocar o intocável ou divertir aquele que se recusa a divertir-se.

"Isto não é para você".

É fácil falar e incrivelmente difícil de fazer. Você não tem muita escolha, todavia, não se você quer que seu trabalho seja relevante.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Além do mostrar-se


Você provavelmente já está careca de saber disto. Bunda na cadeira, sorriso no rosto. Nós muitas vezes corremos até as pessoas que acreditam que o trabalho delas é aparecer na hora certa para realizar o trabalho que tem que ser feito.

Estamos além disto agora. Mostrar a cara e tomar notas não é mais o seu trabalho. Seu trabalho é surpreender, agradar e mudar a agenda. Seu trabalho é escalar, redefinir expectativas e nos deixar encantados por sabermos que você faz parte do time.

Mostrar-se é algo superestimado. Necessário, porém longe de ser suficiente.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto orginal em Seth's Blog

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mendigos não podem escolher

Se você preferir ser uma pessoa que quer ter escolhas, entre num mercado ou numa transação onde você tem algo a negociar, algo de valor, algo a oferecer que é difícil obter qualquer outro lugar.

Se tudo que você tem é o desejo de ter escolhido, isso não é suficiente.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Simples Demais

Se as explicações que você está dando para suas demandas não estão funcionando, talvez seja porque você esteja evitando as nuances em troca da simplicidade.

Levaria muito mais de cinco minutos para Lee Clow explicar as funcionalidades do design de uma peça publicitária. Clive Davis não tem as palavras para te contar o que faz um hit virar sucesso. Até mesmo a comida aparentemente simples de Alice Waters não pode ser facilmente copiada por um amador.

E mesmo assim seu chefe fica exigindo de você uma apresentação completa do seu projeto em três slides de Powerpoint.

O investidor que aloca um minuto para entender se o seu negócio vai dar certo não faz favor a ninguém. O leitor de blogs que sai fora depois de ler um parágrafo desperdiçou o tempo dele.

Pular o complicado ou o que leva tempo é um risco seu. O ciclo de tentativas e erros funciona porque ele nos expõe as nuances.

Se fosse óbvio, todo mundo faria. Espere, está muito simples. Que tal isso: nuances e sutilezas não são as exceções para mudar o comportamento humano. Elas são as normas.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texo original em Seth's Blog.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Confundindo "Ter Sorte" com "Ser Bom"

É por isso que sucessos na internet fracassam. É por isso que vendedores amadores tão frequentemente fracassam em se tornar profissionais. É por isso que estórias análogas de esportistas que não deram certo não fazem sentido. O sucesso no começo nos cega para a oportunidade de nos tornarmos realmente bons ao invés de simplesmente ficarmos acomodados.

A única coisa mais triste do que a arrogante auto-limitação que a confusão entre ter sorte e ser bom é a patética conversa em confundir 'não ser bom' com 'não ter sorte'.

Muitas pessoas com grandes ideias, grande talento e/ou com algo a dizer não tem sorte na primeira vez. Ou na segunda. Ou até mesmo na terceira. É tão mais fácil concluir que você não tem sorte, que você não é bom. Tamanha persistência se torna um elemento essencial do 'bom' porque sem persistência,você nunca terá a chance de ter sorte.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Antecipação vs. Ansiedade

Se definirmos ansiedade com sendo a experiência de fracasso por antecedência, podemos também entender seu antônimo, antecipação.

Quando você trabalha por antecipação, você irá destacar as coisas boas. Você vai dobrar as coisas que são prazerosas e que te empurram mais ainda para ser arrojado e para criar sua versão de arte. Se isto vai funcionar, é melhor que se construa algo valerá a pena o esforço.

Se você trabalha com ansiedade, por outro lado, você estará cobrindo as opostas de possíveis perdas, você estará fazendo seguro contra desastres e, acima de tudo, estará construindo negação em todo que você faz. Quando você trabalha sob a nuvem da ansiedade, a melhor estratégia é jogar protegido, porque se (quando!) as coisas derem errado, você não será o culpado.

Não é apenas mais divertido trabalhar com antecipação, é geralmente um ponto de vista de auto-preenchimento.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Evite o "Eu saberei o que é quando encontrar"

Isto é uma perda de tempo para o comprador e para o vendedor.

Quando você tem uma empresa ou uma pessoa aguardando você entregar a eles seu trabalho personalizado, isto pode levar a um interminável ciclo do "hummm, ainda não é bem isso". Se for um projeto arquetônico, ou um sapato salto-alto ou mesmo uma campanha publicitária, não importa, se não cumprir com os padrões não declarados por ele(s), você terá que fazer seu trabalho de novo.

Algumas vezes você pode ter um belo lucro com todas as taxas cobradas para você refazer o trabalho  saciando o ego do seu cliente, contudo, mais do que pode parecer, você está perdendo seu tempo até que ele fique satisfeito. Se você tem um cliente que percebe a mesma coisa, vocês podem trabalhar juntos para ganhar tempo e dinheiro sendo claros um com o outro sobre o que se quer.

Eu penso que ajudar um cliente é fazê-lo dizer o que ele quer antes que ele saiba que trata-se de um esforço digno.

1- Faça de propósito. Ao se envolver com um novo cliente, intencionalmente crie um ambiente onde o gosto pessoal é descrito com antecedência, quando a construção de limites é possível e a iteração é barata, não no final, quando é cara.

2- Exija benchmark. O mundo está cheio de coisas que são muito parecidas com o que você foi convidado a criar. Assim juntos vocês podem identificá-las. "Mostrar-me três outros sites que faz como o que você sinta o que está esperando sentir". "Dá-me um livro de capa dura que tem a tipografia do mesmo jeito que você quer ler no seu". "Caminhe comigo através de um edifício que tem a vibe que você está procurando...".

3- Descreva a atribuição antes de começar. Usando as suas palavras e as palavras do cliente, justamente para indicar o problema que você está tentando resolver. "Estamos tentando construir algo que faz a, b ​​e c, e não d ..."

4- Então, antes de mostrar sua proposta, antes de entregar o seu trabalho, reafirme o problema novamente. "Você nos pediu para fazer a, b ​​e c, a um custo de menos de X. O que eu estou prestes a te mostrar faz a, faz b e faz c ... e custa a metade de X." Este tipo de correção intencional do escopo de trabalho respeita o seu cliente, honrando a sua intenção declarada, ao mesmo tempo em que concentra o seu trabalho sobre as metas estabelecidas.

5- Tome uma decisão sobre se você quer uma reputação ao fazer este tipo de trabalho exclusivo. Se optar por isso, não trabalhe para os clientes que não compram neste processo. Com o tempo, você vai ganhar o tipo de clientes que você deseja.

É claro, isso não vai funcionar o tempo todo. Às vezes, o cliente adora o poder de dizer não. Às vezes, o cliente não é articulado o suficiente para descrever o que quer. E às vezes o objetivo é mágica, e ninguém sabe como descrever que com antecedência.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A Missão Impossível de Controlar o Incontrolável

Planejamento é essencial para que possamos ter em mente todas as etapas do processo e quais objetivos atingir. Se algo der errado, estamos preparados para o improviso.


O quarto filme da série Missão Impossível: Protocolo Fantasma tem em sua essência, além das cenas de ação e suspense de prender o fôlego, algo bem interessante: como agir de improviso quando todo o planejamento vão por água abaixo e tudo foge do controle.

O protagonista da série, Ethan Hunt, estrelado pelo megastar Tom Cruise, é um excepcional agente secreto designado para resolver as missões mais “impossíveis”, sempre a trabalho para o serviço secreto norte-americano.

Ele e sua e equipe conseguem manipular sistemas de segurança, burlar sentinelas armados e encarar exércitos inteiros com muito planejamento e parafernálias tecnológicas um tanto quanto fictícias, porém fascinantes.

Contudo, o que prende a atenção do público, são as situações aparentemente inescapáveis que eles se encontram quando as coisas não acontecem como deveriam. Ali o planejamento cai por terra e o improviso salva!

E mostra que, mesmo em situações inesperadas acontecendo, Ethan Hunt e sua trupe, na maioria das vezes, cumprem conseguem realizar o resultado final do planejamento – ou quase – e completam a missão, muitas vezes com direito a final feliz.

Em Protocolo Fantasma, muitas coisas dão errado. Parece até que não houve planejamento, já que tudo foge do controle.

Pessoas morrem porque o planejamento “furou”, o que era previsto não aconteceu com consequências extremamente danosas. Mas o nosso herói, com determinação e, acima de tudo, disciplina e planejamento apaga os incêndios e cumpre a missão com a ajuda da equipe.

No ambiente corporativo, horas e horas são gastas com planejamento estratégico onde metas são estabelecidas e objetivos são traçados.

Porém, quase sempre as coisas não acontecem como deveriam. Às vezes é necessário esquecer todo o planejamento.

Nesse momento, o conhecimento técnico, a experiência de cada profissional e o trabalho em equipe são os diferenciais que darão o jogo de cintura necessário para “se virar” nas situações imprevistas e mostram que, muitas vezes atitude é melhor do que planejamento.

O planejamento é uma ferramenta importantíssima para auxiliar nas tomadas de decisões corporativas e empreendedoras.

Sem planejamento, não se gerencia nada e as coisas não acontecem. O planejamento é o norte.  Não podemos esperar que as situações vão se comportar “conforme o planejamento”.

O importante é saber onde se deve ir, resolvendo os imprevistos e retornando ao rumo correto. Todo empreendedor deveria saber disso, ou pelo menos tem em mente que pedras irão aparecer no caminho e terão que ser dinamitadas.

Missão Impossível: Protocolo Fantasma tem uma cena bastante interessante quando Ethan Hunt e sua equipe têm como objetivo enganar uma assassina profissional e seu cliente.

Eles fazem um planejamento exaustivo de cada ação para ludibriar suas vítimas. Tudo começa a dar errado a começar pela máquina que faz as máscaras (efeito extraordinários usados em outros filmes da série, mas já batido) quebra. Como o objetivo já estava traçado e falhar não era uma opção, eles decidem em seguir em frente – que se dane o planejamento.

E quase conseguem… mas, não vou contar o filme aqui.

Os membros da equipe de agentes secretos impressionam pela dedicação, fé no planejamento, confiança um nos outros e acreditar que vai dar certo, que “falhar não é uma opção”.

Enfim, mesmo sem sermos agente secreto, sem carros extraordinários ou conhecermos lugares fantásticos, nós nos vemos em missões impossíveis todos os dias em nossa vida de empreendedorismo, tendo que nos viramos para cumprir as metas e alcançarmos o que foi planejado.

Isto faz parte do trabalho e somente com experiência, expertise ou know-how – como queiram – seremos capaz de solucionar os problemas e cumprir nossa missão.

terça-feira, 29 de maio de 2012

A União de Empreendedorismo, Negócios, Marketing e Cinema.

Um site inova ao usar o cinema como forma de difundir novas ideias mercadológicas e regatar o espírito empreendedor dos leitores.

Espalhar ideias empreendedoras e criativas por meio de análises de filmes e embasadas em conceitos corporativos contemporâneos.
Este é o principal objetivo do CINEBusiness, um site que procurar aliar negócios, cultura e empreendedorismo em artigos escritos (ou falados) por profissionais de várias áreas de atuação. 

No ar desde 2010, o CINEBusiness passa atualmente por sua maior reformulação. Com nova logomarca, layout moderno, imagens maiores e mais atraentes e com gestão profissional, o site mostra que pretende, de fato, conquistar seu espaço no universo digital e ampliar sua base de leitores.
O projeto surgiu no final de 2009 quando Enrico Cardoso, profissional de marketing natural de Volta Redonda, pensou em transmitir às pessoas que empreendedorismo não é um dom, mas sim uma questão de iniciativa aliada a técnicas empreendedoras que poderiam ser ensinadas, aprendidas e difundidas

Enrico sempre acreditou que a cultura era o melhor canal para crescimento pessoal: “temos que focar na cultura como ponto de aprendizado”, afirma o jovem empreendedor. Pensando nisto, deduziu que a melhor maneira de espalhar suas ideias era por meio de um blog que usasse o cinema como meio de divulgação e ensinamento. “O cinema é um canal para que possamos ampliar a bagagem cultural das pessoas e, com isso mudar suas ideias”, acredita. 

Foi com este foco que, em janeiro de 2010, ele se juntou com Alexandre Viveiros, Marcus Vinicius Paiva e Wendell Carvalho e fundaram o CINEBusiness, cujo primeiro artigo foi uma análise sobre a ganância corporativa tendo como referência cinematográfica o megassucesso Avatar

A iniciativa prosperou e o CINEBusiness cresceu. 

Inicialmente com apenas quatro colaboradores, hoje o site conta com 15 profissionais das mais diversas formações e experiências. Todos têm o compromisso de postar um artigo por mês e contam com liberdade para escolher o tema a ser abordado e, claro, o filme em questão. Porém, agora, eles devem seguir o Manual do Autor, um conjunto de padrões e regras que aborda desde a forma e limite dos textos até questões de autoria e pontualidade na entrega dos artigos.

O CINEBusiness está em busca de novos leitores.  Para isto, está orientando suas luzes para o público jovem, normalmente universitários, que adoram cinema, são ávidos consumidores de filmes, “heavy users” em internet e antenados com as novas tecnologias.
Desta forma, os administradores do CINEBusiness se preocuparam com a posição do site na busca orgânica do Google. Técnicas de SEO foram implementadas e os artigos têm estrutura aprovada pelo W3C para melhor performance nos navegadores. 

Além disso, o CINEBusiness da agora, início a uma versão mobile do site.

Todas estas preocupações apontam para uma maturidade do site e também de seus gestores. 

Seu fundador, Enrico Cardoso, aplica na prática tudo aquilo que prega em suas palestras e cursos de gestão de marcas, branding e marketing: ideias e atitude. “Olhando o primeiro site, que ainda está no ar, é possível ver que demos um salto gigantesco em qualidade”, orgulha-se. 

E não é para menos. O CINEBusiness mostra que está no caminho certo!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Marketing da Iniciativa

O nível de produção e de serviços das empresas, ao longo de mais de um século de especialização e de barateamento de custos, atingiu o limite da curva  - ou está perto de atingir. Hoje, tudo o que compramos, funciona; se não funcionar, compramos do concorrente. Existem serviços para quase todas as nossas necessidades e preços. E o mercado está sempre pronto a satisfazer nossas carências. A oferta é abundante!

Este cenário de satisfação plena de consumo por parte dos clientes levou as empresas à buscarem por algo tão intangível quanto a vontade do mercado por novidade: iniciativa. E iniciativa só vem de pessoas. Pessoas dispostas a mexer, cutucar, testar, errar e recomeçar. Organizações estão ávidas por estes profissionais embora muitas ainda não percebam que o diferencial competitivo reside neles.

Claro que iniciativa só não basta. É crucial para profissionais de qualquer área que, antes, eles busquem, segundo Seth Godin, "os seis imperativos do mercado":
  • Primeiro imperativo: estar atento - atento ao mercado, as oportunidades, a quem você é.
  • Segundo imperativo: ter educação - formação especializada é essencial para compreender o que está a sua volta.
  • Terceiro imperativo: estar conectado - "mostrar a cara", expor-se, interagir para que você possa ser confiável.
  • Quarto imperativo: ser consistente - para que as pessoas saibam o que esperar de você.
  • Quinto imperativo: construa um ativo - para que você possa negociá-lo. Ou seja, crie algo que somente você tenha, isto pode ser uma ideia já testada, conhecimento adquirido, uma empresa, um serviço, um blog...
  • Sexto imperativo: ser produtivo - para que você possa ser bem pago.*

Aprendemos estes pré-requisitos ao longo de nossa vida acadêmia e profissional. São commodities, todos que almejam sucesso, os constrói de alguma maneira. Porém, líamos que com a iniciativa era diferente, que era para algumas pessoas, um traço da personalidade. Nada mais falso! Iniciativa pode ser aprendida, assimilada e praticada como qualquer habilidade. Todos nascem com ela. As crianças tem iniciativa pois, sem ela, é impossível descobrir o mundo. 

Ter iniciativa é ser iniciador. E para iniciar precisamos correr riscos. Ou seja, é necessário ter a coragem de assumir a possibilidade de algo não dar certo e ser capaz de aprender com o erro. Nas corporações tradicionais, há tempos atrás, esta característica não era incentivada. Era melhor tem empregados obedientes ao invés de iniciadores. Não era permitido contestar o sistema produtivo ou sistema de vendas ou o sistema de atendimento ao cliente. Isto era para a diretoria. Este tempo passou e empresas que ainda adotam estas políticas gerenciais são as mesmas que temem mudanças, não entendem o mercado e tentam criar leis que impeçam-no de evoluir.

Hoje, as corporações perceberam que é fundamental ter em seus quadros profissionais com iniciativa para que o marasmo dos processos seja sacudido e alterado. Pequenas modificações, muitas vezes, são o diferencial que atrai o cliente para este produto e não para aquele. Se não der certo, no problem, o que importa é a perseverança na melhoria e inovação.

Muitos são os exemplos de pessoas e empresas, nas mais variadas áreas, que chegaram ao sucesso (e conseguem se manter lá) por meio da iniciativa, assumindo riscos e aprendendo com erros. Contudo, é costume da nossa sociedade criticar o que não dá certo, mas somente com os insucessos seremos capazes de acertar na próxima tentativa. O que não podemos é deixar de acreditar. Aqueles que param de tentar são os mesmos que reclamam do chefe, do emprego, do salário, da vida. Não sejamos um deles!

No mundo real e digital, vemos diariamente pessoas iniciando novos projetos, novos empregos ou novos empreendimentos. Com a formação certa, todos podem ingressar nessas iniciativas. A facilidade de conexão proporcionada pela internet nos ajuda a encontrar as pessoas certas e conhecer os empreendimentos que mais nos atraiam. Mexa-se, cutuque, faça, erre e acerte! O mercado procura por pessoas assim.

* Poke the Box - Godin, Seth (página 4, em inglês). Com alterações