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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Confundindo lealdade com silêncio


 
Algumas organizações exigem fidelidade total, e geralmente isto significa nunca questionar sua autoridade.

Estas organizações estão fundamentalmente condenadas.

Respeitosamente desafiando o status quo, combinando incansavelmente iteração, novas idéias são a marca da tribo vibrante.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

"Não precisamos fazer melhor"


Melhorias vem sempre com muitos custos.

Custa tempo e dinheiro para fazer algo melhor. É arriscado, também, porque tentar fazer algo melhor pode torná-lo pior. Talvez torná-lo melhor para as massas o torne pior para as pessoas que já gostem dele. E riscos trazem medo porque significa que alguém vai ficar responsável, então a mente de lagarto não quer.

É por isso que, a menos que haja uma razão urgente para fazer algo melhor agora, a maioria das organizações, naturalmente, não se voluntaria para melhorar.

Sistemas operacionais, programas de governo, empresas sem fins lucrativos, professores por indicação, líderes de mercado, as empresas com clientes de longa data - estas organizações estão enfrentando uma batalha difícil na criação de uma cultura em que há uma urgência para melhorar.

Só porque é difícil não significa que é impossível, no entanto. Uma das tarefas mais importantes que um líder enfrenta é entender o quanto a equipe está com medo de fazer as coisas melhorarem (porque geralmente significa tornar as coisas piores - para algumas pessoas).

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Godin

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Clientes que quebram as coisas


Dois porcento dos seus clientes não estão nem aí. Eles não lêem as instruções, vão usar as coisas de maneira errada, vão ignorar os avisos sobre o IE6. Vão te culpar por terem pego vírus ou trocarão a receita mesmo que você peça para não fazê-lo.

E não apenas isto, eles vão te culpar quando as coisas derem errado.

Se você fizer um trabalho muito, muito bom de design e de experiência do usuário (UX) e de processo analítico, você pode baixar este número pra 1%.

Mas, e aí?

O negócio é o seguinte, culpar esses caras não vai ajudar a ninguém. Eles não querem ser responsabilizados e nem vão aprender nada.

O outro desafio, claro, é que este 1% muda o tempo todo. Se eles fossem sempre as mesmas pessoas, você poderia felizmente deixá-los de fora. Mas não tem como saber de antemão quem vai entender errado as coisas.

Se você vai estar no negócio de mercado para as massas, você não tem escolha a não ser aceitar que este grupo existe. E abraçá-lo. Não para culpá-lo, mas para amá-lo. Negócios de sucesso tem a flexibilidade em tornar fácil para eles a troca. Em tornar fácil para estas pessoas um jeito de te encontrar para te culpar e para que eles encontrem ajuda.

Claro, diminua os números. Mas e aqueles que sobraram? Eles são parte do negócio.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Possuir vs. Alugar


Você não é dono da atenção, da confiaça ou do espaço na prateleira. Você sequer é dono dos planos de amanhã.

Tudo é alugado, com uma cláusula de cancelamento que pode ser acionada a qualquer hora.

No momento que você começa a tratar seu aluguel como um "direito" seu, ele desaparece.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ideal, média e fora-da-curva


Generalizações são o coração da tomada de decisão em marketing. Quando olhamos para um público - clientes, prospects, constituintes - tomamos decisões sobre o todo baseado em nossas suposições sobre os indivíduos dentro do grupo.

Mas estamos baseando essas generalizações sobre a nossa visão do membro ideal da tribo, o membro médio ou o fora-da-curva que chama a nossa atenção?

É fácil, por exemplo, defender as famosas e caras universidades se você se concentrar sobre a situação ideal. O aluno ideal, recebendo instruções do professor ideal e tendo progresso ideal. Ninguém pode discutir contra isso.

Por outro lado, quando vemos o fora-da-curva (a pessoa que está manipulando o sistema, ou que está sendo prejudicada por ele) é fácil generalizar com precisão na outra direção, decidindo que não vale a pena salvar o sistema todo.

E, finalmente, é tentador confiar na média, se resume populações de pessoas em simples números. O problema ao fazer isto, é claro, é que, se um pé está num balde de água com gelo e o outro está para ser escaldado, na média, devo estar confortável.

Antes de se começar a tomar decisões sobre mercados, tribos e política, precisamos ter clareza sobre quais os sinais que estamos usando e o que estamos tentando nos concentrar ou melhorar.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A armadilha do bloqueio

Quando você acredita que seus clientes não tem outra escolha porque eles assinaram um contrato de longo prazo ou porque a tecnologia os prende ou porque eles estão encalhados sem outra opção, você está provavelmente afastando-se de seu objetivo de satisfazê-los.

Esta é a história da Microsoft, Apple e Instagram, pelo menos dos seus tropeços.

Quando você acredita que as pessoas estão presas em suas cadeiras, não é essencial, mas parece, que você deve continuar bajulando seus clientes para que eles fiquem onde estão.

E, embora você possa estar certo que determinado cliente está mesmo preso a você, isto não significa que ele não tenha amigos, colegas ou um blog.

O boca-a-boca e recomendações não combinam com "amarrar" o cliente. As gerações mudam, se você está aqui para ficar, não existe essa de "prender" o cliente.

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Tradução Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Sem Opções

"Eu não tive escolha, eu simplesmente não consegui sair da cama".

"Eu não tive escolha, era o melhor curso que eu poderia ter entrado."

"Eu não tive escolha, ele me disse que era para fazer...".

Será?

É mais correto dizer que "para benefício/satisfação/ou evitar riscos a curto prazo foram muito mais fortes do que qualquer outra coisa, então eu escolhi fazê-lo".

Empregos excepcionais geralmente vem de tomar decisões quando ninguém mais percebe que não há mais opções. Escolhas difíceis envolvem sacrifícios dolorosos, planejamento avançado ou simplesmente coragem.

Dizer que você não tem escolhas elimina todas as opções, absolve de responsabilidade e destroi sonhos.

Nota: Post publicado em 9 de dezembro de 2011. Atualíssimo e, por está razão, está aqui. Abraços

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(por Seth Godin,  tradução Silvio Luis de Sá)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Confundindo "Ter Sorte" com "Ser Bom"

É por isso que sucessos na internet fracassam. É por isso que vendedores amadores tão frequentemente fracassam em se tornar profissionais. É por isso que estórias análogas de esportistas que não deram certo não fazem sentido. O sucesso no começo nos cega para a oportunidade de nos tornarmos realmente bons ao invés de simplesmente ficarmos acomodados.

A única coisa mais triste do que a arrogante auto-limitação que a confusão entre ter sorte e ser bom é a patética conversa em confundir 'não ser bom' com 'não ter sorte'.

Muitas pessoas com grandes ideias, grande talento e/ou com algo a dizer não tem sorte na primeira vez. Ou na segunda. Ou até mesmo na terceira. É tão mais fácil concluir que você não tem sorte, que você não é bom. Tamanha persistência se torna um elemento essencial do 'bom' porque sem persistência,você nunca terá a chance de ter sorte.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sem esforço

Quando John Coltrane toca a melodia no início da música Harmonique , você pode ouvir algumas das notas falham.

Claro, Coltrane era completamente capaz de reproduzir essas notas corretamente. E mesmo assim não o fez.

É este esforço e humanidade que nos toca sobre seu solo, e não apenas a melodia.

Às vezes, o "nunca deixem vê-lo suar", é o conselho realmente ruim. Uma pessoa que, de fato, se importa com o trabalho bem feito muitas vezes expõe a coragem, determinação e esforço que é preciso para estar presente.

Aperfeiçoar o seu discurso, refinando o seu ensaio e polindo o seu serviço até que todos os elementos de você desapareçam podem ser táticas óbvias, mas remove a coisa que estavamos procurando: você.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Quando você não sabe o que fazer...

É quando nós percebemos quão bom você é em tomar decisões.

Quando você não tem os recursos necessários para fazer o que você tem que fazer, é quando você nos mostra quão engenhoso você é.

E quando você não sabe se algo vai funcionar, é quando descobrimos que se precisamos ou não de você na equipe.

Fazer instruções é mais difícil do que segui-las.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Todo Mundo Sabe Tudo

Ficou famosa a afirmação de William Goldman que dizia que antes de Hollywood lançar um filme, ninguém sabia nada sobre  como ele se sairia. É uma arte obscura onde não há pistas reais e mesmo assim executivos presunçosos agiam como se fossem especialistas. É fácil fingir ser especialista quando não há dados para contradizê-lo.

A internet e a economia conectada mudou muito isto. Agora, em muitos segmentos, você tem que assumir que todos sabem (ou podem facilmente saber) tudo.

Basear-se na ignorância de um público motivado não é uma estratégia de longo prazo.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O Caminho das Pedras

Um erro comum: você cria algo incrível e acredita que as pessoas irão bater a sua porta.

Ou você vai a um varejista, a um representante de vendas ou a um intermediário e espera que eles irão vender seu produto ou serviço aos clientes deles e deixar para você a maior parte dos lucros.

O caminho das pedras não é algo que vai acontecer para você, é algo que você constroi. Não é conveniente, é, de fato, o primeiro ativo da sua empresa.

Tenha atenção, confiança e valha mais do que qualquer coisa porque eles irão agir como se você tivesse a chance de contar a sua historia, que poderá ressoar, que então irá levá-lo ao caminho das pedras. Este é o último passo, não o primeiro.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O caminho mais fácil de fazer com que pessoas façam o que você quer que elas façam...

é começar com as pessoas que querem o que você quer.

Identifique, organize e motive pessoas que já estão predispostas em realizar o que você já tem em mente e você estará mais próximo de alcançar os resultados que procura. É muito mais fácil (mas menos persuasivo) do que transformar estranhos ou inimigos em clientes/eleitores/patrocinadores/colegas. Com o tempo, uma base engajada e motivada de seguidores é o melhor caminho para se obter mais seguidores.

Você costumava não ir à frente com qualquer um que entrasse pela sua porta ou que abrisse seu email marketing. Hoje, você muda ideias indiretamente, construindo uma tribo que influencia, via conexões, os outros.


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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's blog

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Redefinindo Produtividade

De acordo com economia da era industrial, tudo é muito simples: o gasto financeiro cria resultados. Se você usar menos trabalho ou se seu sistema produzir mais resultados, sua produção está sendo mais eficiente.

Máquinas podem ser mais eficientes do que pessoas porque, uma vez instaladas, produzem mais resultados por dollar gasto. Baixar o custo trabalhistas é o objetivo da competição industrial porque, à curto prazo, corte de salários aumenta a produtividade.

Esta é uma corrida para o fundo do poço, com o objetivo de cortar custos o mais baixo possível assim como seus concorrentes o fazem.

O novo cálculo de alta produtividade, contudo, é bem diferente:

Inovação leva a economia conectada, não a custos baixos.

A decisão sobre o que será feito em seguida é até mais importante do que o trabalho gasto para fazê-lo. Um trabalhador produtivo moderno é alguém que realiza um grande trabalho descobrindo o deve ser feito em seguida.

(Ouça a fabulosa entrevista de Krista Tippett com Bobby McFerrin: On Being (em inglês). Esta conversa vai até o coração sobre a questão do trabalho altamente produtivo que criamos hoje, mas que não faria sentido algum há apenas uma geração atrás).

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Traduzido por Silvio Luis de Sá . Texto original em Seth's Blog

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Lutando Contra vs. Lutando a Favor

Quando há uma mudança em sua tribo, sua organização ou no seu cículo de confiança, você encara duas escolhas:

Você pode lutar contra a pessoa que está provocando a mundança, puxando para trás e defedendo o status quo.

Ou você pode lutar a favor desta pessoa, dobrando a luta pela causa, pela tribo e pelo relacionamento e reconcentrando os esforços para fazer com que as coisas funcionem ainda melhor do que antes da mudança.

Estes são esforços e emoções similares, mas eles levam a resultados muito diferentes.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Faça o Trabalho (Extra)

Faça o trabalho extre não porque você tem que fazê-lo mas porque é um previlégio.

Chegue cedo.

Varra o chão mesmo que não peçam.

Especialmente se no for o seu turno.

Não porque você queira ganhar crédito ou uma recompença. Mas porque você pode.

Os industriais gostam de te explorar ao máximo. Fazer trabalho extra com uma máquina no sistema industrial é bancar o tolo.

Para o resto de nós, o artista, o freelancer, o criativo, nós sabemos que o privilégio em fazer o trabalho extra está no prórpio trabalho.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Godin




quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Anistia Para os Retardatários

"Mas o que eu direi aos meus vizinhos?"

Uma vez que alguem toma uma decisão sobre você ou seus produtos ou sua resposta, é quase impossível você persuad-la que ela estava errada. Você não está mais pedindo que ela refaça sua primeira decisão, você está pedindo para que ela admita uma erro, o que é algo completamente diferente.

Mesmo asssim, organizações muitas vezes tornam difícil para alguém que está tentando se aproximar e tornar-se cliente, em grande parte porque a tribo está ferida e foram rejeitados num primeiro momento.

A oportunidade é encorajar os reclamantes a buscar outra informação e tomar uma nova decisão. Dê a eles uma estória para eles contarem aos seus colegas: "Bem, eu sei que eu sempre pensei que esta marca era cult e eu disse que nunca iria usá-la, mas depois, eu vi a sua nova linha de produtos. Eles me ouviram que tudo o que eu tinha falado estava mesmo errado e corrigiram...".

E o segundo passo é ouvir os recém-chegados, para que eles não desenterrem queixas anteriores e as esfreguem na sua cara de novo.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Godin

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Chegar Bombando

Apesar dos seus instintos, quase todas as grandes mudanças, quase todas as importantes organizações, quase todas as coisas que tem importância não nasceram grandes, não chegaram bombando, na primeira página dos jornais, ou na final do campeonato ou num blog popular.

Não, as coisas que mudam tudo começam à margem, capturam a imaginação de uma dúzia de pessoas que trazem consigo colegas e amigos, depois centenas e aí...

Você pode fazer a lista que quiser: Twitter, Kiva, 500px, Pure Food and Wine, Jiro... Todos eles se tornaram hits sem serem ungidos antes pelos grandes caras.

Em vez de bajular para conseguir seu lugar ao sol, considere investir primeiro em experiência.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Quero Colocar Você numa Categoria

Quando eu conheço você ou sua empresa ou o seu produto ou o seu restaurante ou o seu website, eu preciso desesperadamente colocá-lo numa categoria existente, pois o custo mental para inventar um nova categoria para cada coisa nova que eu conheço é muito alto.

Eu não estou sozinho nesta minha necessidade. De fato, esta a maneira como os seres-humanos sobrevivem as investidas do novo que experimentamos diariamente.

Claro, você pode se negar a ser categorizado. Vou pode insistir que é injusto as pessoas julgarem você de forma, que as categorias disponíveis são extremamente restritas e que sua empresa e suas ofertas são exclusivas demais para serem categorizadas.

Se você fizer esta escolha, você tem grande chance de ser categorizado de qualquer forma. Mas desde que você não participe, você sequer será categorizado, o que é bem pior do que ter uma categoria.

Então escolha.

Qual é o negócio? Como você é? Você é amigo ou adversário, liderado ou líder, bom negócio ou roubada, fácil ou difícil, importante ou não? Você é merecedor de estar na categoria dos confiáveis ou na outra?

Torne-se fácil de ser categorizado e você acabará na categoria que você esperar estar.
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Tradução de Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Perguntas que Nós Fazemos Antes de Confiarmos em sua Nova Ideia

Quem é você?

Eu confio em você?

Estou com medo disto?

Isto vai funcionar para mim?

Quem disso que isto é importante?

O que meus colegas vão achar disto?

Estas são todas as variações de um complicado segmento: como eu me sinto com este processo?

Embora isto seja tudo com o que nós nos preocupamos, os comerciantes parecem pensar que não há problema algum em usar spam, que é bom se concentrar em especificações e que o importante é falar sobre o preço a maior parte do tempo.

* tradução de Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog