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terça-feira, 13 de novembro de 2018

As Vantagens do TEF


A maior parte da população brasileira faz o uso de cartões de crédito, o que demonstra que menos pessoas carregam dinheiro em espécie com elas. No entanto o aumento do uso de cartões de crédito, gerou algumas consequências indesejadas. Como por exemplo, o fato do Brasil ser o segundo país com mais fraudes em cartões de credito no mundo.
Uma boa saída para esse tipo de situação, é utilizar o TEF para o recebimento de suas vendas em cartão, visando assim reduzir as perdas em seu negócio, uma vez que muitas fraudes acontecem no momento da venda.  Segundo o CEO da Comtex, Alexandre Moura outra maneira interessante de auxiliar o combate a fraudes, é por meio de aplicativos de conciliação de cartões de crédito como o Conciliador. “Por meio de sistemas como o Conciliador, as faturas são conferidas de forma automática, sem dar chance para erros. Além de economizar muito tempo dos lojistas, ele os deixa blindados contra maquininhas defeituosas. Sem dúvida é a melhor maneira de ajudar o varejista e o negócio como um todo”, explica Alexandre.
Outra vantagem da utilização do TEF que você pode contratar os serviços de quantas administradoras de cartões desejar e aplicar as configurações dentro do sistemaAbrindo assim o seu leque de negociação, sem ter que se restringir a empresa X ou Y, há aumento de competitividade e por consequência aumento da rentabilidade para a sua loja.
Além de tudo isso, com o TEF você consegue trazer mais clientes para sua loja, uma vez que por meio de integrações no sistema você oferece outros serviços, como por exemplo a Recarga de Celular ou também o serviço de Correspondente Bancário. Essas funcionalidades atraem clientes para a loja, fazendo com que este acabe comprando outros produtos em seu negócio.

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Texto original em AAM

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Ninguém Sabe

Ninguém sabe a resposta certa, ninguém sabe precisamente o que irá acontecer, ninguém pode produzir o futuro desejado, por demanda.

Algumas pessoas são melhores do que outras em supor algo, mas não MUITO melhor.

As pessoas que deveriam saber, rejeitaram Harry Potter, Tracy Chapman e Os Beatles. Aqueles que deveriam saber, vendem as ações antes de elas subirem e nos dão as "melhores dicas" que não "acontecem".

Se você equivocadamente acredita que há alguém que sabe, você provavelmente está decidindo que, quem quer que seja essa pessoa, ela não é você.

E se não é você, que grande motivo para hesitação.

De fato, a diferença não está entre a pessoa que sabe e aquela que não sabe. Está entre a pessoa que se apresenta com o seu melhor trabalho, e aqueles que se escondem.
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Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Uma Alternativa em Acreditar em Você

Claro, acreditar em você é mais do que um surrado conselho. Está no coração das vendas, da criação, do trabalho feito, da liderança...

Dizer a alguém, "acredite em você", quase sempre não dá em nada, porque, contudo, é mais fácil falar do que fazer.

Talvez a alternativa seja dizer: "faça um trabalho no qual você acredite".

Não é confiança, verificação. Não é acreditar que um dia você irá fazer um trabalho que valha à pena. Em vez disso, faça um trabalho que valha à pena, olhe para ele e então acredite que você pode fazê-lo de novo.

Passo a passo, do pequeno ao grande, do fácil ao difícil.

Faça um trabalho no qual você acredite.
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Texto original em Seth's Blog

quarta-feira, 13 de março de 2013

Escolha primeiro seus clientes


Parece óbvio, não é? Cada grupo de consumidores tem um visão particular de mundo, de tipos de problemas, um pequeno número possível de soluções disponíveis. Cada grupo possui um preço que eles estão dispostos a pagar, uma estória que estão dispostos a ouvir, um período de tempo que estão dispostos em investir.

E mesmo assim...

Mesmo assim frequentemente, nós escolhemos o produto ou serviço primeiro acreditando ser perfeito e corremos para o mercado certos de  que o público irá escolhê-lo. Muitas vezes, contudo, nós acabamos com nada.

Exemplos:

O corretor de imóveis deve escolher o tipo de comprador antes de fazer cartões de visita, alugar um escritório ou obter listagens.

O empresário de boliche deve escolher se vai esperar sérios jogadores profissionais ou grupos de meninas para festas antes de comprar o prédio ou os uniformes.

O instrutor de yoga, o coach corporativo, o desenvolvedor de aplicativos - em todos os casos, primeiro descubra com quem você irá fazer negócios, depois vá fazer algo para eles. Quanto mais específico, melhor...

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

sexta-feira, 8 de março de 2013

Macro tendências não são tão interessantes


Quantas pessoas estarão usando a internet em 2016?

As mulheres são mais propensas que os homens a escolher a marca de batata chips que a família compra?

Qual percentual da população mundial estará falando espanhol em uma década?

Todos falam sobre mobile, é a próxima quanda coisa...

Se você é a General Eletric, Yahoo ou um candidato presidencial, tendências de longo prazo são importantes. Se você precisa não só de maioria, mas de pluralidade para montar os seus números, então, em todos os sentidos, preste atenção nestas mudanças tectônicas.

Mas a maioria das organizações necessita de uma dúzia ou centenas ou mesmo milhares de novos consumidores, não de 30 milhões. A maioria das instituições sem fins lucrativos não necessita de toda nova fundação ou de um grande doador, mas sim de uns poucos.

Quando você presta atenção às grandes tendências, você está jogando com números e tratando o mercado como uma massa amórfica de partes intercambiáveis. Mas isto não é o seu mercado. A tendência, por exemplo, é sobre pessoas que compram e leem nenhum livro por ano. Se você for um autor, isso não interessa nem um pouco. O que interessa são as 100.000 pessoas que podem tornar o seu livro um dos mais populares do ano (que são apenas uma em cada 3.000 pessoas no país).

Micro tendências importa mais do que as macro tendências, contudo, o mais relevante, é que pessoas são importantes. Seres-humanos individualmente com nomes, vontades e interesses.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

"Não precisamos fazer melhor"


Melhorias vem sempre com muitos custos.

Custa tempo e dinheiro para fazer algo melhor. É arriscado, também, porque tentar fazer algo melhor pode torná-lo pior. Talvez torná-lo melhor para as massas o torne pior para as pessoas que já gostem dele. E riscos trazem medo porque significa que alguém vai ficar responsável, então a mente de lagarto não quer.

É por isso que, a menos que haja uma razão urgente para fazer algo melhor agora, a maioria das organizações, naturalmente, não se voluntaria para melhorar.

Sistemas operacionais, programas de governo, empresas sem fins lucrativos, professores por indicação, líderes de mercado, as empresas com clientes de longa data - estas organizações estão enfrentando uma batalha difícil na criação de uma cultura em que há uma urgência para melhorar.

Só porque é difícil não significa que é impossível, no entanto. Uma das tarefas mais importantes que um líder enfrenta é entender o quanto a equipe está com medo de fazer as coisas melhorarem (porque geralmente significa tornar as coisas piores - para algumas pessoas).

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Godin

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Clientes que quebram as coisas


Dois porcento dos seus clientes não estão nem aí. Eles não lêem as instruções, vão usar as coisas de maneira errada, vão ignorar os avisos sobre o IE6. Vão te culpar por terem pego vírus ou trocarão a receita mesmo que você peça para não fazê-lo.

E não apenas isto, eles vão te culpar quando as coisas derem errado.

Se você fizer um trabalho muito, muito bom de design e de experiência do usuário (UX) e de processo analítico, você pode baixar este número pra 1%.

Mas, e aí?

O negócio é o seguinte, culpar esses caras não vai ajudar a ninguém. Eles não querem ser responsabilizados e nem vão aprender nada.

O outro desafio, claro, é que este 1% muda o tempo todo. Se eles fossem sempre as mesmas pessoas, você poderia felizmente deixá-los de fora. Mas não tem como saber de antemão quem vai entender errado as coisas.

Se você vai estar no negócio de mercado para as massas, você não tem escolha a não ser aceitar que este grupo existe. E abraçá-lo. Não para culpá-lo, mas para amá-lo. Negócios de sucesso tem a flexibilidade em tornar fácil para eles a troca. Em tornar fácil para estas pessoas um jeito de te encontrar para te culpar e para que eles encontrem ajuda.

Claro, diminua os números. Mas e aqueles que sobraram? Eles são parte do negócio.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Monitoramento e Métricas em Ações de Marketing Digital - Parte I

Monitoramento Digital (imagem fonte: http://www.idigo.com.br)
À medida que o mercado digital amadurece, torna-se mais necessário para as empresas traçar ações de marketing digital mais conscientes e acertivas. Qualquer dessas ações que não passe por um monitoramento nos ambientes digitais será mera especulação e "achismo".

O comportamento do público na internet é extremamente imprevisível e inconstante. Repetir estratégias de sucesso, mesmo que em situações semelhantes, pode trazer resultados diferentes do esperado, frustrando perspectivas previamente traçadas. Cada caso é um caso, não há unificação de comportamento.

Para que viés não ocorram, é necessário um monitoramento sistemático dos ambiente digitais. Para isso, contamos com diversas ferramentas digitais disponíveis no mercado, gratuitas e pagas. Estas ferramentas oferecem como resultado um relatório repleto de informações a respeito do volume de citações, termos ou palavras-chave determinadas, onde elas aparecem, data, hora e autor. Existem ferramentas para redes sociais específicas, como o Likester para o Facebook ou o Tweetreach para o Twitter, ambas gratuitas.

Outras tem um espectro mais amplo, indo além das redes sociais e sendo capazes de vasculhar sites, blogs e portais de notícias. Rastreamentos de grande amplitude são caros. Um dos melhores softwares do mercado para este fim é o Radian 6, uma ferramenta de monitoramento poderosa que oferece, entre outras coisas, monitoramento retroativo, permitindo uma visão cronológica mais ampla e precisa.

Embora imprescindiveis, os bits e bytes não possuem a sensibilidade necessária para produzir relatórios argumentativos, ou mesmo críticos, sobre uma massa de dados proveniente de um monitoramento eletrônico. Ou seja, é importante que profissionais de marketing digital com experiência de mercado se debrussem  sobre os dados e, a partir deles, retirem as informações relevantes necessárias para as estratégias mercadológicas de suas empresas ou de seus clientes.

Num segundo momento, é necessário acompanhar o que foi traçado. E neste ponto são necessárias ferramentas de métricas. O acompanhamento de qualquer ação de marketing digital também requer uma atenção diária para uma possível correção de rota no momento em que se percebe uma reação negativa à campanha. Lembre-se: o universo digital transmuta a todo instante e não se pode perder o momento, seja negativo ou positivo, para se corrigir ou aprimorar as ações de marketing.

terça-feira, 29 de maio de 2012

A União de Empreendedorismo, Negócios, Marketing e Cinema.

Um site inova ao usar o cinema como forma de difundir novas ideias mercadológicas e regatar o espírito empreendedor dos leitores.

Espalhar ideias empreendedoras e criativas por meio de análises de filmes e embasadas em conceitos corporativos contemporâneos.
Este é o principal objetivo do CINEBusiness, um site que procurar aliar negócios, cultura e empreendedorismo em artigos escritos (ou falados) por profissionais de várias áreas de atuação. 

No ar desde 2010, o CINEBusiness passa atualmente por sua maior reformulação. Com nova logomarca, layout moderno, imagens maiores e mais atraentes e com gestão profissional, o site mostra que pretende, de fato, conquistar seu espaço no universo digital e ampliar sua base de leitores.
O projeto surgiu no final de 2009 quando Enrico Cardoso, profissional de marketing natural de Volta Redonda, pensou em transmitir às pessoas que empreendedorismo não é um dom, mas sim uma questão de iniciativa aliada a técnicas empreendedoras que poderiam ser ensinadas, aprendidas e difundidas

Enrico sempre acreditou que a cultura era o melhor canal para crescimento pessoal: “temos que focar na cultura como ponto de aprendizado”, afirma o jovem empreendedor. Pensando nisto, deduziu que a melhor maneira de espalhar suas ideias era por meio de um blog que usasse o cinema como meio de divulgação e ensinamento. “O cinema é um canal para que possamos ampliar a bagagem cultural das pessoas e, com isso mudar suas ideias”, acredita. 

Foi com este foco que, em janeiro de 2010, ele se juntou com Alexandre Viveiros, Marcus Vinicius Paiva e Wendell Carvalho e fundaram o CINEBusiness, cujo primeiro artigo foi uma análise sobre a ganância corporativa tendo como referência cinematográfica o megassucesso Avatar

A iniciativa prosperou e o CINEBusiness cresceu. 

Inicialmente com apenas quatro colaboradores, hoje o site conta com 15 profissionais das mais diversas formações e experiências. Todos têm o compromisso de postar um artigo por mês e contam com liberdade para escolher o tema a ser abordado e, claro, o filme em questão. Porém, agora, eles devem seguir o Manual do Autor, um conjunto de padrões e regras que aborda desde a forma e limite dos textos até questões de autoria e pontualidade na entrega dos artigos.

O CINEBusiness está em busca de novos leitores.  Para isto, está orientando suas luzes para o público jovem, normalmente universitários, que adoram cinema, são ávidos consumidores de filmes, “heavy users” em internet e antenados com as novas tecnologias.
Desta forma, os administradores do CINEBusiness se preocuparam com a posição do site na busca orgânica do Google. Técnicas de SEO foram implementadas e os artigos têm estrutura aprovada pelo W3C para melhor performance nos navegadores. 

Além disso, o CINEBusiness da agora, início a uma versão mobile do site.

Todas estas preocupações apontam para uma maturidade do site e também de seus gestores. 

Seu fundador, Enrico Cardoso, aplica na prática tudo aquilo que prega em suas palestras e cursos de gestão de marcas, branding e marketing: ideias e atitude. “Olhando o primeiro site, que ainda está no ar, é possível ver que demos um salto gigantesco em qualidade”, orgulha-se. 

E não é para menos. O CINEBusiness mostra que está no caminho certo!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Case Marketing Digital - Oi versus Nextel


As abordagens adotadas atualmente pelas empresas para atendimento ao cliente, captação de novos consumidores, divulgação e marketing usam as redes sociais como meio para atingir quem mais interessa, o público. Tornou-se um consenso usá-las já que "todos estão conectados" nestas redes cibernéticas. Contudo, as empresas precisam conhecer o terreno onde estão pisando, caso contrário, podem perder clientes ao invés de seduzi-los.

Um caso bastante interessante foi o ocorrido com o webmaster Erick Waldsteins nesta semana. Erick é usuário do Twitter e tem presença constante nas redes sociais e na web tendo inclusive um blog onde expõe suas ideias e promove discussões. Ele recebeu um SMS da sua operadora, a Oi, para trocar seus Oi Pontos por produtos. Achou interessante. Ao conectar no site da empresa, não conseguiu fazer a troca dos pontos, recebia mensagens de erro e simplesmente o site travava. Indignado com o serviço, relatou o ocorrido no Twitter com mention para @digaoi. Recebeu uma resposta imediata da operadora lhe orientando a entrar em contato com um 0800. A pronta resposta fez o twitteiro acreditar que a empresa estava, de fato, ouvindo suas reclamações e que o atendimento rápido e a vontade de acertar eram pontos positivos a serem considerados. Ligou para o número indicado e, novamente, não conseguiu ter seu dados reconhecidos pelos sistema (ele é cliente da Oi há anos e tem cadastro para atendimento no site).

O que aconteceu com Erick é algo comum com empresas que procuram utilizar novos canais de comunicação com o cliente, mas pecam na qualidade de atendimento prestado. O contato via SMS criou expectativas que depois não puderam ser satisfeitas por um problema de fácil solução. Mas o transtorno já estava feito. Erick, mais uma vez, externou sua frustração postando outro tweet no microblog. Novamente, ele recebeu uma resposta rápida. Porém, surpreendentemente ele recebeu esta resposta de uma concorrente da Oi: a Nextel. A operadora concorrente estava, de alguma maneira, monitorando tweets negativos da concorrencia e viu no tweet de Erick uma oportunidade de ganhar um novo cliente.

Duas abordagens distintas entre empresas concorrentes ilustra como uma pode trabalhar no erro da outra. O approach equivocado da Oi abriu uma porta para que que uma empresa concorrente, a Nextel, pudesse chegar ao cliente insatisfeito e lhe fizesse uma proposta tentadora de mundança. A Oi ofereceu à seus rivais uma oportunidade e a Nextel aproveitou muito bem. E o Erick? Bem, ele ainda não mudou de operadora, mas está estudando a proposta que a Nextel lhe ofereceu...

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Comunicação, Integração e Marketing

Um banco precisa ter uma rádio? Um operadora de telefonia precisa ter uma rádio? Uma rádio precisa ter um canal de televisão? E um canal de televisão, precisa ter outro na internet? Ou um aplicativo na AppStore?

Algumas destas questões não eram sequer imaginadas por profissionais de marketing ou comunicação há alguns anos atrás. Apresentar a uma reunião de diretoria, por exemplo, que seu banco poderia ficar mais próximos dos clientes tendo um canal de rádio para isto era impensável. Hoje, devido ao avanço tecnológico que barateou custos e ampliou acessos, podemos ouvir músicas na Rádio Bradesco e recebermos informações de investimento, segurança e sustentabilidade por meio deste interessante canal de comunicação com o público sendo cliente ou não desta instituição financeira. A radio pode ser acessada pela internet ou pode ser baixada na AppStore.

Outros bons exemplos são a Rádio OI  e o canal de notícias Globo News. A empresa de telefonia foi além e tem estações de rádios tradicionais assim como na web. Já a Globo News disponibiliza na AppStore um aplicativo gratuito que permite o usuário assistir os telejornais e programas antigos e atuais. A interação está presente sempre. No caso das rádios, o ouvinte pode marcar se gostou ou não da música que está sendo tocada. O  envio de comentários está disponível sempre. Ouvir o que o público tem a dizer é indispensável e é a razão de ser destas iniciativas.

Podemos perceber nestes casos, que as empresas tem que estar presente onde o público transita. No Marketing 2.0 não só os artistas, mas também as empresas precisam ir onde o povo está, neste caso, seu público-alvo, seus clientes potenciais e até mesmo antigos clientes. A empresa que conseguir permear-se na de seus clientes, conseguirá imprimir a sua marca na memória do consumidor e ganhará uma importante vantagem competitiva. Os meios tradicionais de divulgação estão por demais pulverizados e saturados. Faz-se necessário usar de criatividade para buscar novos meios e marcar presença.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Para Rápidas Evoluções, Novos Modelos de Negócios

Neste mundo tecnológico, não são apenas os gadgets com novidades eletrônicas que mudam rapidamente. Os negócios também. Vejam a indústria fonográfica: antes da Apple e da  iTunes Store , os executivos e artistas da música tinham pavor da internet em virtude da troca de arquivos de músicas digitais em mp3 feita pelos os internautas ao redor do mundo. As tentativas (todas infrutíferas) para bloquear tais operações surgiam em tribunais a todo instante, principalmente nos EUA e Inglaterra, principais produtores de músicas para o mundo. Veio Steve Jobs e a Apple com seu modelo de venda de músicas on-line e tudo mudou. CEO's em todo o planeta perceberam que podiam vender músicas aos milhões e a indústria fonográfica passou a adorar a internet como veiculo de venda.

Este case conta a história do surgimento de um novo modelo de negócios a partir de uma mudança tecnológica importante: a digitalização de arquivos sonoros de pequeno tamanho, o mp3. Desde o surgimento do amaldiçoado Napster, em 1999 até a criação da iTunes Store, em 2006, passaram-se tortuosos sete anos. De lá para cá, são só mais cinco. E o que parecia ser um modelo de vendas e distribuição sólido e lucrativo já não é mais. A venda de músicas on-line já não é a "onda". Agora os negócios se voltam para a venda por streaming. Mas por quê? Porque nós, clientes desta indústria e ávidos consumidores de músicas (quem não gosta de ouvir "um som"?), mudamos mais uma vez a forma como consumimos em virtude dos avanços tecnológicos que carregamos nos bolsos.

Ou seja, um modelo de negócios surgido a pouco mais de cinco anos já pode ser considerado "menos atraente" (um pouco cedo para dizer "ultrapassado"?). Ouvir música "na nuvem" exige novas estratégias de atração de clientes, novas formas de venda e "distribuição", novas campanhas publicitárias, tudo novo, de novo. Como podemos perceber, o mundo digital oferece aos profissionais de marketing um universo de rápida, rapidíssima evolução. Empresas que não forem ágeis ficarão para traz. E estas companhias precisam de profissionais que tenham em seus DNA's a inquietude da mudança, que vivenciem diariamente as oportunidades que as novidades tecnológicas oferecem e que sejam capazes de criar projetos e modelos de negócios na mesma velocidade em que mudam os desejos de seus clientes.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O Foco é no Cliente

O título deste artigo parace óbvio. As empresas deveriam preocupar-se sempre em melhorar e facilitar a vida dos seus clientes. Investimentos seriam coerentes sempre que objetivassem esta premissa e a companhia manteria o respeito e a boa imagem junto ao público.

No entanto, a obveidade muitas vezes pode não ser clara. O foco perde-se (e é fácil perdê-lo) em meio as decisões cotidianas. Ou ficam embaralhadas nas tramas da estrutura burocrática das organizações. O fato é que o óbvio deixa de sê-lo quando os tomadores de decisão se envolvem demais com preocupações gerencias e turvam suas ideias para as questões estratégicas. Isto é assustadoramente comum.

Estruturas paquidérmicas, extensos processos de work-flow e longa cadeia de comando são algumas das razões para que as atenções sejam dadas ao processo e não ao fim, ou seja, o cliente. Se tomarmos como exemplo uma grande companhia de vendas de combustíveis, perceberemos que há uma forte preocupação em manter-se forte no market-share por meio de campanhas promocionais agressivas e intensa presença na mídia. Contudo, não há - pelo menos do ponto de vista deste analista - o mesmo interesse em tratar o cliente com a eficácia e eficiência merecida. Temos como resultado uma marca forte, confiável e presente no pensamento do consumidor, porém com um atendimento final longe da excelência que a marca tanto prega.

Outro caso interessante é o de uma empresa de televisão por assinatura que por anos consecutivos tem obtido prêmios em serviços ao cliente. Ao colocá-lo como sua principal preocupação, esta empresa precebeu que o que ele queria não era apenas variedades de canais de TV, mas sim atendimento personalizado, ágil e de diversas formas. Além do atendimento telefônico, a empresa oferece agora atendimento por meio de chat, por meio de aplicativos para smartphones e até recebe críticas e reclamações por meio das principais redes sociais. Para que tais inovações fossem possíveis, a empresa sempre manteve uma estrutura enxuta - o que não significa pequena - menos hierarquizada. E sempre escuta o que seus clientes tem a dizer. Toda essa preocupação resulta numa ótima imagem junto ao seu público-alvo e aumento de vendas e de participação de mercado.

Como fazer, então, para não perder o foco no cliente? Como atendê-lo melhor e satisfazer as suas necessidades? O primeiro passo a ser dado pela empresa é ouvir seus clientes. Pesquisar o que ele tem a dizer sobre seus serviços, seus produtos, seu SAC, ouvir, ouvir e ouvir. E não ter medo das críticas. A empresa não deve encará-las como algo negativo. Pelo contrário, as críticas são a grande oportunidade para que se foque na melhoria dos processos e que se estabessa os objetivos corretos dentro das metas da companhia. O segundo passo é estar presente nos mesmos meios em que seu cliente transita: se for nas redes sociais, esteja lá também; prepare seu plano de comunicação e comece a interagir agora mesmo. E lembre-se, seu concorrente já pode estar fazendo isto...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mix de Comunicação de Marketing

Quando se aprende marketing, aprende-se os 4 P's do marketing, conceito criado por Jerome McCarthy em 1960, que refere-se à: prduct, price, place e promotion. Traduzidos e depois aperfeiçoados para o termo Mix de Marketing, este conceito ficou assim, em português: produto, preço, distribuição e conunicação. 'Distribuição' especifica melhor o conceito place do que a simples tradução para praça e 'comunicação' também oferece a compreensão mais abrangente do conceito do que a palavra promoção, para nós apenas um termo de incentivo de vendas.

O conceito de Comunicação se desdobra em um mix de elementos comunicacionais extremamente relevantes para atingirmos o público-alvo. Segundo Roberta Giannini, mestre em Comunicação Social e MBA em Marketing, "devemos ser capazes de realizar a mistura perfeita das ferramentas de comunicação para produzir uma mensagem que atenda as necessidades e anseios do consumidor e atinja os objetivos mercadológicos da empresa". O elementos Mix de Comunicação de Marketing são conhecidos, porém eram tratados em separado. Hoje, é necessário a integração entre eles para se construir uma comunicação integrada eficiente que atinja o público-alvo com a maior eficácia possível. São eles: propaganda, promoção de vendas, marketing direto, marketing digital, relações públicas, venda pessoal, eventos e marketing interno.

A adoção, em maior ou menor grau, de um ou outro elemento deve considerar fatores que influenciam diretamente da efetividade do mix de comunicação e precisam ser analisados em detalhes antes da criação de qualquer campanha publicitária ou plano de comunicação integrada de marketing.

O primeiro fator é a natureza do mercado, onde devemos considerar o tamanho do público-alvo. Quando o mercado é composto por um pequeno número de compradores, a venda pessoal pode ser uma técnica eficaz. Em contra-partida, num mercado com grande número de potenciais clientes espalhados por grandes áreas, a adoção de propaganda de massa torna-se relevante.

A natureza do produto/serviço é o segundo fator que impacta diretamente no mix de comunicação de marketing. Produtos standard e com pouca ou nenhuma customização dependem menos de discuso de vendas para serem vendidos do que produtos personalizados. Quanto maior a personalização, maior o eforço de venda e maior a margem de lucro.

Conhecer em qual estágio do ciclo de vida de um produto/serviço é fundamental para escolha do tipo de mix deve se criar. Todo produto/serviço tem um ciclo de vida: introdução ou inicial, crescimento, maturação, saturação e declínio. Para cada estágio, o profissional de marketing deve traçar uma estratégia e preparar um mix diferente. Analisaremos este fator de relevância em outros artigos devido a sua relevância e desdobramentos bastante interessante.

As estratégias de vendas são os últimos fatores que devemos considerar antes de traçar um plano de comunicação integrada por meio de um mix de comunicação e marketing. Estratégias push e pull, ou seja, empurrar e puxar. O push consiste em empurrar, literalmente, os produtos pelos canais de distribuição até  os consumidores finais. Já o pull, foca no cliente despertando neste o interesse pelo produto, a demanda aumenta  "puxando-os" pelos canais de distribuição. Uma abordagem mais moderna busca o esquilíbrio entre ambas as estratégias.

Como vimos, a avaliação dos fatores relevantes em conjunto com os elementos do mix de comunicação e marketing relevam ao profissional de marketing uma estratégia cuidadosamente planejada para a criação de um plano de marketing que leva a empresa a atingir seus objetivos por meio de uma comunicação eficiente com o mercado e o consumidor final.