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quinta-feira, 28 de março de 2013

Rumo ao desemprego zero (Parte 2)


CONFIANÇA E PERMISSÃO: num mercado aberto para qualquer um, as únicas pessoas que ouvimos
são aquelas que escolhemos ouvir. Mídia é barata, claro, mas a atenção é filtrada, é virtualmente impossível ser ouvido a não ser que o consumidor nos dê a habilidade de ser ouvido. Quanto mais valiosa é a atenção de alguém, mais difícil é ganhá-la.

E quem é ouvido?

Por que alguém iria ouvir os engraçadinhos ou o charlatão ou o vendedor ambulante? Não, nós escolhemos a ouvir aqueles nós confiamos. Nós fazemos negócios ou doamos para aqueles que ganharam nossa atenção. Nós procuramos pessoas que nos contam histórias que ressoam, ouvimos essas histórias e nos envolvemos com as pessoas ou empresas que nos dão prazer, nos tranquilizam ou nos surpreendem de forma positiva.


Todos esses comportamentos são atos de pessoas e não de máquinas. Nós abraçamos a humanidade daqueles a nossa volta, principalmente quando o resto do mundo aparenta ter se tornado menos humano e mais frio. De quem você sente falta? Àquele de quem você ouve as histórias.

NOTABILIDADE: O mesmo viés para com a humanidade e de conexão existe na forma como escolhemos quais idéias vamos compartilhar com nossos amigos e colegas. Ninguém fala sobre o chato, o previsível ou o seguro. Nós não arriscamos interações, a fim de espalhar a palavra sobre algo óbvio ou banal.

O notável é quase sempre novo e inexperiente, aprazível e arriscado.

LIDERANÇA: Gestão é quase diametralmente oposto à liderança. Gestão é sobre a geração de resultados de ontem, mas um pouco mais rápido ou um pouco mais barato. Sabemos como lidar com o mundo, procuramos incessantemente reduzir custos e limitar a variação, enquanto exaltamos a obediência.

Liderança, contudo, é um jogo totalmente diferente. Liderança coloca o líder na linha. Sem manual ou livro de regras, sem superlíderes para apontar o dedo quando as coisas dão errado. Se você perguntar a alguém sobre um livro de como liderar, você está secretamente está querendo ser um gerente.

Os líderes são vulneráveis​​, não controladores, e eles estão correndo para o topo, levando-nos a novos lugares, não para o lugar do barato, seguro, obediência segura.

AS HISTÓRIAS QUE SE ESPALHAM: O próximo ativo que faz o trabalho da nova economia é a história que se espalha. Antes da revolução, em um mundo de escolhas limitadas, o espaço da prateleira importava muito. Você podia comprar o seu sucesso na prateleira da grande loja, ou você podia ser o único na cédula, ou você pode usar uma conexão para botar o seu currículo na frente do cara que contratava. Em um mundo de escolhas abundantes, contudo, nenhuma dessas táticas é eficaz. O tomador de decisão tem muitas alternativas, há muita confusão e os recursos escassos são a atenção e a confiança, não mais o espaço da prateleira. Esta situação é difícil para muitos, pois a atenção e confiança devem ser conquistadas, não adquiridas.

Mais difícil ainda é a magia da história que ressoa. Depois de conquistada a confiança e seu trabalho é visto, apenas uma fração desta magia é suficiente válido para valer a pena se espalhar. Mais uma vez, essa magia é o trabalho do artista humano, e não da máquina corporativa. Não estamos mais interessados ​​na média das coisas e nem nas pessoas comuns.

HUMANIDADE: Nós não veneramos a era industrial a qual estamos habituados. Procuramos, na verdade, originalidade humana e cuidados. Quando o preço e disponibilidade não são mais vantagens suficientes (porque tudo está disponível e preço não é mais novidade), então o que nos atrai é a vulnerabilidade e transparência que nos unem, que transformam o "outro" em um de nós.

Por um longo tempo as massas ainda irãm demandar produtos baratos, óbvios e confiáveis. Mas as pessoas que você busca liderar, as pessoas que estão ajudando a redefinir a próximo e interessante fronteira, essas pessoas querem a sua humanidade, e não seus descontos.

Todos esses ativos, em um só, fornecem as bases para o inovador do futuro. E que o indivíduo (ou a equipe liderada por essa pessoa) não tem escolha a não ser construir esses ativos com inovação, com uma nova abordagem para um velho problema, com um toque humano, que vale a pena falar sobre.

Eu não posso esperar até que voltemos a zero por cento de desemprego, para um momento em que as pessoas com algo a contribuir (todos) escolham-se em vez de esperar a permissão de um burocrata para fazer um trabalho importante.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

quarta-feira, 27 de março de 2013

Rumo ao desemprego zero (Parte 1)



Há dúzias de gerações passadas, não existia desemprego, muito porque não existia empregos como qual o conhecemos. Antes da Revolução Industrial, o pensamento que deveríamos sair de casa para ir trabalhar num escritório ou numa fábrica era, claro, bizarro.

O que acontece agora que a era industrial está acabando? Enquanto os últimos dias desta era industrial se aproximam, estamos vendo os principais ativos da economia sendo substituídos por algo novo. Na verdade, é algo antigo, algo artesanal, mas agora numa escala gigantesca.

A era industrial era sobre escassez. Tudo sobre a qual nossa cultura foi construída, aumentou nossa produtividade e definiu  nossas vidas envolveram a busca por itens escassos.

Por outro lado, a economia conectada, nossa economia, a economia do futuro previsível baseia-se na abundância. Não, nós não temos recursos infinitos que costumávamos negociar e cobiçar. Não, nós também não temos tempo excedente. Mas nós, de fato, temos abundância de escolhas, uma abundância de conexões e uma abundância de acesso ao conhecimento.

Conhecemos mais pessoas, temos acesso a mais recursos e podemos alavancar nossas habilidades mais rapidamente e a um nível mais alto do que nunca antes.

Esta abundância nos leva a duas corridas. A corrida para o fundo que é o desafio de encher a internet com os preços mais baixos, procurando mão-de-obra mais barata e entregar mais por menos.

A outra corrida é a corrida para o topo: a oportunidade de ser uma pessoa que não se pode viver sem, de ser a pedra angular da qual sentiríamos falta se não aparecesse. A corrida ao topo concentra-se em entregar o máximo pelo máximo. Ela engloba as estranhas paixões daqueles que tem os recursos para fazerem suas escolhas, e os recompensamos com originalidade, notabilidade e arte.

A economia da conectividade continua a ganhar tração porque as conexões crescem, informação gera mais informação e acumula influência para aqueles que criaram esta abundância. Enquanto as conexões aumentam, elas paradoxalmente deixam mais fácil que outros também se conectem, porque qualquer um com talento ou paixão pode alavancar as redes criadas pelas conexões, aumentando o seu impacto. A economia da conectividade não cria empregos - onde somos recrutados e depois somos pagos - ela constrói oportunidades para que nós nos conectemos para depois corrermos atrás da nossa realização.

Assim como uma rede de telefonia se torna mais valiosa quanto mais telefones estiverem conectados a ela (escassez é a inimiga do valor numa rede), a economia da conectividade se torna mais valiosa quando nós entramos nela.

Amigos trazem mais amigos, Uma reputação nos traz a chance de construir uma reputação melhor. Acesso a informação nos encoraja a buscar ainda mais informação. As conexões em nossas vidas multiplicam e aumentam em valor. Nossas coisas, por outro lado, se tornam menos valiosas com o passar do tempo.

Empresas de sucesso perceberam que eles não estão mais no negócio de cunhar slogans, criar anúncios atrativos e otimizar suas cadeias de suprimento para reduzir custos.

E  Freelancers e solistas descobriram que fazendo um bom trabalho por um preço justo não é mais suficiente para garantir o sucesso. Bom trabalho está mais fácil de encontrar do que nunca.

O que é importante agora:
- confiança
- permissão
- notabilidade
- liderança
- histórias para disseminar
- humanidade: conexão, compaixão e humildade

Todos estes seis são o resultado do bem sucedido trabalho realizado por gente que se recusa a seguir as regras da era industrial. Esses ativos não são gerados por estratégias externas, MBA's e memorandos de posicionamento. Eles são o resultado de uma luta interna, de decisões corajosas sem mapas ou previsões que permitem que outros vivam com dignidade.

Eles são sobre sair de dentro e não adequar-se, sobre inventar e não duplicar.

----------- Continua -------------


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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

terça-feira, 19 de março de 2013

Arme sua tenda onde está seco


Pergunta boba: Será que neva em Utah, por que foi Lá que eles construíram as pistas de esqui?

Claro que não. É óbvio que você encontra a neve e depois construir as pistas de esqui.

Anos atrás, uma amiga estava frustrada pelo fato de que a indústria de brinquedos não licenciava suas ideias fabulosas para novos produtos. Ela raramente era chamada para reuniões, foi muitas vezes desrespeitada e não conseguia fazer qualquer coisa acontecer. Em uma situação como esta, é fácil questionar as próprias idéias e duvidar da qualidade do seu trabalho. Quando eu mostrei a ela que o setor de brinquedos, na verdade, tem uma história longa e triste de adquirir e promover novas idéias, ela mudou - e a indústria do livro (que publica milhares de novos projetos a cada mês) abriu as portas e o mercado fez dela um (enorme, e merecido) sucesso.

Se você levanta fundos para instituições sem fins lucrativos ou é alguém vendendo B2B, entender o perfil do que é sucesso antes é como entender onde está nevando. Claro, é possível inventar uma dinâmica de mercado totalmente nova, persuadir previamente o inflexível. Se essa é a sua missão, siga em frente. Mas se seu objetivo é fazer o seu projeto funcionar, envolver-se de um jeito que fará a diferença agora, é melhor plantar sementes em solo fértil.

Ficar insistindo que você está "certo" não é, nem de perto, tão eficaz como construir de sua empresa num lugar que é propício para o que você está tentando realizar. "Certo" não tem sentido se não leva a uma conexão, e ficar reclamando do saco de dormir molhado não lhe traz nenhuma simpatia.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

quinta-feira, 14 de março de 2013

"Você tem o ping, mas eles não tem o pong"




É quase impossível se divertir jogando ping-pong com alguém que não quer jogar, não quer tentar ou não joga nada.

Isto também é verdade para qualquer coisa importante na economia conectada. A consulta com um cirurgião, a criação de uma nova conferência ou o trabalho em parceria com uma agência de publicidade... Se você vai criar algo que valha à pena construir, este o será porque existem infinitos jogos para serem jogados, e não apenas mera obediência cega e uma cansada conformidade.

Você tem a capacidade de lidar com a grande responsabilidade para criar esse entusiasmo mútuo, e você pode direcionar o esforço para criar um ambiente e uma estória onde as coisas estão para acontecer.

Conexões requerem energia, insight e entusiasmo de ambos os lados e se o seu parceiro não está respondendo, procure saber por quê. E, claro, se você não pode levar a SUA parte, fique em casa.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

terça-feira, 12 de março de 2013

O momento de maior alavancagem


Isso não acontece com freqüência, mas quando acontece, não desperdice.

Você já ganhou (ou você já perdeu). Neste instante, você pode escolher fazer o que está no seu coração, você pode trazer o seu verdadeiro trabalho para o mundo, em vez de algo menor, uma versão que você acha que o mercado quer. Afinal, o que você tem a perder?

Quando parece que não há esperança ou quando parece estar num bloqueio, por que não?

Então você traz o seu verdadeiro eu para o trabalho, o seu esforço sem adulteração, sem pensamentos negativos e aparando as bordas interessantes. Em vez de compromisso, você nos traz visão.

É claro, quando vemos aquela realidade, o kamiwaza do que você é capaz de fazer quando você não é a segunda opção ou mesmo o cara que vai desistir, as chances de transformação vão subindo. Na verdade, você ainda não perdeu, porque o seu mágico, vulnerável trabalho muda tudo.

Você não terá essa chance de novo em breve (a menos que você escolha). Então vá.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Escassez e abundância na era digital


Felizmente, para muitas pessoas neste mundo privilegiado, escassez de comida é uma lembrança ancestral. Não temos que surrupiar algo no almoço para termos o que comer no jantar.

O furacão Sandy lembrou a milhões de pessoas do noroeste dos EUA o que é a escassez. Quando houve falta de gasolina, o pensamento de que poderia haver um dia ou mais sem o combustível levou a filas de seis horas de espera e brigas ocasionais. Muitos adultos com um senso do ilimitado... seguem detonando o motor ou jogando fora as sobras, tem mais na próxima esquina.

E ainda, bens materiais sempre conseguem bater de frente com a escassez. Sempre há algo mais novinho para se comprar, mais um mini guarda-móveis para alugar. A mídia amplifica nossa inveja sobre os bens materiais com reality shows na TV e comerciais sobre a próxima coisa que você deve comprar, se você correr, se você puder pegar emprestado para comprá-lo.

O mundo digital não oferece a mesma escassez. Duas gerações já cresceram com o entendimento que todas as músicas disponíveis são essencialmente de graça, o tempo todo. Nossas conexões com a internet são amplamente ilimitadas - quando chegamos perto do limite, nossos direitos aparecem como ofensa a esta afronta.

Mas economia sempre é baseada na escassez (por isso o temo "economia"). Não existe mercado para quem contarola, por exemplo, porque todos podem contarolar ilimitadamente o tempo todo. Então, no abundante mundo digital, o que é escasso? Onde está a economia?

Está na conexão.

Quem confia em você? Quem quer ouvi-lo? Quem irá colaborar, apoiar e engajar-se com você?

Existem coisas que não escalam ao infinito. Estes são recursos preciosos.

Quando não tinha energia durante o furacão Sandy, as pessoas tinham que decidir (pela primeira vez em muito tempo) se valeria à pena ouvir uma música no celular. Valeria à pena gastar a bateria? Esta é a análise que mostra a economia da conexão - vale à pena interromper esta pessoa? Minha próxima ação vai construir um relacionamento ou acabar com ele? Estou eu ganhando confiança ou perdendo?

Na economia conectada, nós valorisamos arte e inovação e coisas que valem à pena conversar a respeito. Nós buscamos transparência, generosidade e o longo prazo. Claro, ainda existem pessoas que irão lucrar no curto prazo queimando os ativos que tem, mas na medida em que ficamos mais conectados, isto simplesmente não vai prosperar.

Conexões, liderança e confiança vão ficar ainda mais valiosos. Claro, vá em frente e balance a cabeça concordando, mas quando você voltar ao trabalho, você está ocupado trabalhando com o universo da escassez ou tentando construir um lugar para você neste novo?

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Você vai pagar caro...


...mas você terá mais do que pagou.

Há muito espaço para este tipo de oferta de trabalho. A parte difícil não é cobrar muito. A parte difícil é entregar mais (com o olho do recebedor) do que ele pagou.

Muitas pessoas pagariam alegremente a mais pelo que você faz... se eles acreditassem que, de fato, seria uma pechincha, e que vale mais do que custa. Uma razão para comprarmos em loja é porque nós não confiamos que nada pode custar mais caro do que o mais barato merece custar.

Muitas vezes, na corrida para cobramos menos, nós entregamos muito pouco. E na corrida para cobrarmos mais, esquecemos o que aquelas pessoas querem. Eles querem mais. E melhor.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

"Este é o melhor que eu posso fazer"

vs. "Não é bom o suficiente".

Ambos são sintomas de um grande problema que sequer tem um nome.

Industrias inteiras iludem a si mesmas acreditando que o que produzem e como produzem é bom o suficiente - até aparecer alguém que vira o mercado de cabeça para baixo provando que elas estavam erradas.

Ao mesmo tempo, inumeros projetos não são lançados, melhorias são escondidas, pensamentos são descartados - porque as pessoas por de trás das ideias estam escondidas atráz do falso entendimento de que seu trabalho ainda não é bom o suficiente.

Qual o seu problema?

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Nextel usa nova estratégia e alavanca novos negócios da operadora

Este artigo foi criado pela equipe da Nextel para uso exclusivo do blog Mundo Seu Marketing.

Popularizada no Brasil por sua tecnologia diferenciada que oferece “celular via rádio” a operadora de telefonia Nextel é frequentemente apontada como referência graças às suas campanhas e estratégias de marketing. Dessa vez, o trabalho realizado em parceria com a área de marketing digital da Nextel, Agência Casa e Google foi responsável por novos números lucrativos para a operadora.
 
O objetivo da campanha centrava-se em fazer crescer o número de cadastros e conversões dos internautas, sem aumentar o valor de investimento em mídia online.

 
O primeiro passo foi, justamente, uma mudança de estratégia. Com o apoio de um webplanner foi realizada uma seleção dos canais onde o público-alvo da empresa estaria presente. A segmentação, portanto, considerou aspectos geográficos, contextuais e de hábitos – sempre com foco nos locais de exibição da publicidade.

 A decisão tomada foi migrar as estratégias de marketing online para o modelo de compra por clique, na tentativa de alcançar um maior número de assertividade por meio de uma campanha direcionada a internautas, realmente, interessados no produto.
 
Somado aos esforços da equipe, a campanha utilizou um grande número de ferramentas do próprio Google, com destaque para o Otimizador de Campanhas da Rede de Display. Trata-se de um recurso capaz de favorecer a segmentação do público-alvo e o auxiliar na escolha dos pontos de divulgação, colaborando para o aumento de conversões.

 
A estratégia de marketing Nextel buscou entender o que o usuário estava procurava na rede e, a partir daí, se preocupou em fornecer um conteúdo atrativo e relevante para, enfim, transformá-lo em cliente.

 
Os resultados foram que, em menos de um ano, o número de novos negócios da empresa teve um aumento superior a 50%, reduzindo em 60% as despesas dedicadas a trabalhos de mídia online.

 
No fim das contas, a campanha gerou um retorno de 140% do valor investido se tornando um novo case de sucesso da operadora Nextel.


NOTA DO BLOGUEIRO: este post foi publicado em Mundo Seu Marketing por acreditarmos que seu conteúdo é informativo sendo útil aos leitores e estando em sintonia com os assuntos abordados neste blog. Nenhum acordo financeiro ou ação publicitária de qualquer natureza foi firmado entre as partes.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Budweiser Lançará Ano que Vem sua Cerveja Crowdsource

No início do próximo ano, a Budweiser está planejando lançar uma nova cerveja pilsen dourada desenvolvida por meio de uma competição crowdsourcing entre mestres cervejeiros de doze cervejarias.

Para o Projeto 12, a empresa trabalhou em conjunto para criar sua própria cerveja "tributo" para atender a reputação da marca em qualidade e consistência as quais foram enviadas amostras para todo os EUA.

A nova variedade Black Crown (Coroa Negra, em português) emergiu desta competição e foi remodelada após sua criação numa cervejaria de Los Angeles. O porta-voz da Budweiser Rob McCarthy, disse em um comunicado para Ad Age: "embora originalmente criada em Los Angeles, é uma cerveja nascida da colaboração de todos os 12 mestres cervejeiros da Budweiser. A cerveja é uma pilsen clara um pouco mais escura do que a Budweiser, porém saborosa como uma Bud, e muito atraente".

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Mashable Business.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A Sala do Chororô

Quando meu amigo Elly lecionava no ensino médio, nunca ficava nas salas dos professores. Ele me dizia que não suportava as fofocas sobre os alunos, os choramingos e reclamações.

Claro, não são todos os professores que são assim. De fato, a maioria não é. E, falar mal não coisa que acontece somente em sala dos professores. Quase em toda organização cada serviço online, todos os produtos e todos os elementos de nossa cultura hoje possui chats e forums destinados a poucas pessoas que procuram algo para reclamar. Algumas delas o fazem até na televisão.

A verdade fascinante é a seguinte: as pessoas nestes forúms não estão fazendo seu melhor trabalho. Elas raramente identificam um feedback útil ou apontam de forma produtiva elementos que possam ser melhorados. Na verdade, se você resolver qualquer problema sobre o qual elas estejam choramingando, elas não se tornarão contribuidores entusiasmados. Não, elas estão apenas atoladas em suas energias negativas, contando com o apoio de alguns outros que, como elas, servem para o que lhes mantem lá.

Não haverá retorno se você procurar atender estes caras. Vá fazer algo grande em seu lugar.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A Melhor Maneira para Desempacar

Não espere a resposta certa ou o caminho dourado para se apresentar.

Esta é precisamente a razão pela qual você está empacado. Começar sem vislumbrar um fim é difícil, então nós geralmente esperamos até vermos o fim, rastreando incansavelmente pelo caminho certo, o melhor caminho e o caminho perfeito.

A maneira para desempacar é começar agora pelo caminho errado.

Passo a passo, página por página, interação por interação. Assim que você começa a se mexer, você não pode mais ajudar, mas melhorar, você não pode mais ajudar, mas pode gradualmente encontrar a si mesmo retornando ao caminho que o levará a sua estrela Norte.

Você pode acabar não tendo o caminho perfeito, mas será significativamente mais valioso do que ficar empacado.

Não apenas comece. Continue. Entregue. Repita.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto Original em Seth's Blog

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O Fim do "Deve"

Os bancos devem fechar em 16h, livros devem ter 200 páginas, os CEOs devem ir para a faculdade, os blogs devem ter comentários, os homens de negócio devem ser homens, grandes negócios deve ser feito por advogados, boa comida deve ser processada, cirurgiões nunca devem fazer propaganda, músicos de sucesso devem ser americanos, bons funcionários devem trabalhar na mesma empresa há anos...

Descubra qual o seu "deve" e jogue-o fora.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Uma Tendência em Confiança

Duas verdades muito simples:

a. Não perca seu tempo iniciando relacionamentos que não vão trazer prosperidade e benefícios para ambos os lados.
b. Conexões produtivas requer confiança mútua. Você não pode simpatizar com alguém em quem não confia.

Se você inicia um relacionamento cheio de avisos, alertas para golpes, falta de autenticidade e egoísmo, você irá envenenar a relação antes mesmo de ela começar. Aqueles que lidam com você não serão desafiados a superar as suas expectativas de entusiasmo e boa vontade. Em vez disto, eles lutarão face ao seu ceticismo.

Ao invés de procurar e amplificar as bordas afiadas, considere concentrar-se na dignidade e na boa vontade das pessoas com quem você trabalha.

Claro, existem pessoas aí fora que irão desapontá-lo. Mas esperar que você será roubado em todas as interações venenosas ao invés de elas salvarem você é ir para um beco sem saída.

Uma mente aberta e um coração aberto geralmente o levam precisamente às pessoas que você irá lidar. Talvez tenhamos que dar um voto de confiança as pessoas ao invés de procurar por problemas.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Ciclo Vicioso, Ciclo Virtuoso

A espiral descendente é muito familiar. Um problema com a bebida leva a perda do emprego que leva a mais bebida. Pobres serviços de atendimento ao consumidor leva os consumidores a escolherem outros vendedores que ocasiona menores investimentos a área de atendimento ao consumidor que leva a continuar o problema.

Seu chefe anda grosso e mal-humorado porque está estressado com suas habilidades de liderança. O mau-humor mina o relacionamento com sua equipe o que, claro, faz com que ele fique mais estressado fazendo com que ele fique mais grosso. Um empregado está desanimado por causa do feedback negativo do seu chefe, o que faz com que ele se esforce menos o que, claro, leva a mais feedback negativo.

A maioria das coisas que vão mal, vão mal vagarosamente.

O (mais comum, óbvio, simples) plano é viver o ciclo que está causando o problema ao invés de ("quando eu fico estressado, eu congelo, então eu preciso descobrir como não me estressar"). O plano simples coloca o ônus do lado de fora para estancar o que está contribuindo para as coisas darem errado sempre. Isto não vai funcionar muito bem.

Mais difícil, porém uma alternativa mais eficaz é estar ciente do ciclo vicioso. Quando encontrá-lo, entenda quais são os gatilhos que o disparam e então aprenda a usar esse gatilho para iniciar um ciclo diferente.

"Este é o meu ciclo vicioso. Quanto custará para mim substituí-o por outro diferente? Quem pode me ajudar? O que eu preciso aprender? Como eu mudo meus hábitos e meus instintos?"

Isto funciona para empresas assim como para as pessoas. O restaurante de frutos-do-mar que tem uma queda nas vendas, pega emprestado dinheiro para comprar peixes mais frescos ao invés de cortar custos que não levará a lugar nenhum. Ou uma agência de publicidade que, após a perde de um cliente, não procura demissões mas sim contratar uma equipe mais criativa.

Queda nas vendas pode levar a um maior investimento na área de atendimento ao consumidor, não menos. Notas mais baixar podem levar a mais dedicação ao estudo com mais entusiasmo, não menos.

Isto é incrivelmente difícil. Mas identificado o ciclo vicioso e investindo na substituição dele por um ciclo virtuoso é a única e melhor estratégia. A alternativa, racionalizar e defender o ciclo com se fosse uma lei da natureza ou um hábito permanente, é trágica.

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Tradizido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O Curioso Imperativo

Agora que a informação é ubíqua, mudaram as obrigações. Não é mais legal não saber.

Se você não sabe o que uma palavra significa, procure saber.

Se você vai a uma reunião com alguém, verifique quem são essas pessoas antecipadamente.

Se parece ser muito bom para ser verdade, busque no Google antes de seguir em frente.

Se você não sabe quais perguntas fazer ao seu médico, descubra quais são antes de ir a consulta.

Eu confesso que fico impressionado quando encontro pessoas que trabalham duram, espertas que desconhecem completamente como sua fábrica funciona, como suas ferramentas funcionam...

Nunca fez sentido ter orgulho em ser ignorante, mas estamos numa nova era agora. Procure saber.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's blog.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Faça o Trabalho (Extra)

Faça o trabalho extre não porque você tem que fazê-lo mas porque é um previlégio.

Chegue cedo.

Varra o chão mesmo que não peçam.

Especialmente se no for o seu turno.

Não porque você queira ganhar crédito ou uma recompença. Mas porque você pode.

Os industriais gostam de te explorar ao máximo. Fazer trabalho extra com uma máquina no sistema industrial é bancar o tolo.

Para o resto de nós, o artista, o freelancer, o criativo, nós sabemos que o privilégio em fazer o trabalho extra está no prórpio trabalho.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Godin




quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Anistia Para os Retardatários

"Mas o que eu direi aos meus vizinhos?"

Uma vez que alguem toma uma decisão sobre você ou seus produtos ou sua resposta, é quase impossível você persuad-la que ela estava errada. Você não está mais pedindo que ela refaça sua primeira decisão, você está pedindo para que ela admita uma erro, o que é algo completamente diferente.

Mesmo asssim, organizações muitas vezes tornam difícil para alguém que está tentando se aproximar e tornar-se cliente, em grande parte porque a tribo está ferida e foram rejeitados num primeiro momento.

A oportunidade é encorajar os reclamantes a buscar outra informação e tomar uma nova decisão. Dê a eles uma estória para eles contarem aos seus colegas: "Bem, eu sei que eu sempre pensei que esta marca era cult e eu disse que nunca iria usá-la, mas depois, eu vi a sua nova linha de produtos. Eles me ouviram que tudo o que eu tinha falado estava mesmo errado e corrigiram...".

E o segundo passo é ouvir os recém-chegados, para que eles não desenterrem queixas anteriores e as esfreguem na sua cara de novo.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Godin

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Primavera de Mudanças

Vocês já perceberam que o tradicional, embora importante, foi remixado? Ídolos do passado são cultivados, porém pela ótica atual? Vocês notaram que os avanços sociais, tecnológicos e culturais do últimos anos pouco valem se não se adaptarem as vorazes necessidades dos jovens de hoje?

Empresas, não lutem contra isso. Adaptem-se! Diretores, gerentes, CEO's trabalhem para a geração que hoje não vive sem iPhone, android, tablet, Facebook, Twitter, Tumblers, YouTube. Esses caras não estão nem aí para seu trabalho de construção de marca, para seu esforço em colocar os produtos nos PDV's, para seus conceitos de marca ou para falta deles. Claro que todo este trabalho é importante, mas não dá mais para fazê-lo sem a "parceria" deste público. Eles querem, desejam, consumem, avaliam e postam na rede aquilo que acreditam ser verdade. Compartilhar com eles a sua verdade é fundamental para a criação de um canal de comunicação limpo e confiável. Isto sim, tem valor para eles.

Tenhamos em mente que o mundo vive agora uma transformação sem precedentes, sem paralelo ao que jamais fizemos antes. Assim como a Revolução Industrial mudou o mundo de maneira irreversível, esta de agora o está fazendo também, porém mais abrangente e universal. Modelos antigos de negócios, de políticas e de profissionais serão descartados e outros virão. Já estão vindo.

Há onze anos, foi necessário uma guerra para derrubar os Talibãs do Afeguenistão. Na Primavera Árabe, foi necessário um mártir, twitter e internet para derrubar uma ditadura egípcia de 30 anos e outras tantas tão longevas quanto. O mundo está mudando, mude agora, abra sua mente, ouça seu público, pense no cliente e descarte o que não te serve mais.

A maneira mais fácil de prosperar sendo solitário

...é evitando sê-lo. Pelo menos entre os seus valiosos parceiros.

Cerque-se de pessoas que pelo menos tenham a mesma pressa, a mesma curiosidade e o mesmo foco que você tem. Cerque-se de pessoas que encorajam e experimentam fracassos produtivos, que sejam guiadas em fazer a diferença.

Isto é contagioso: padrões, ética, cultura, expectativas e o mais importante, a vontade de realização.

O meio exerce mais influência sobre nós do que nós nele. Não é por acidente que inovações em música, arquitetura, software, atletismo, moda e culinária vem em bandos, geralmente geográficos. Se você precisar se mudar, mude-se. Pelo menos mude como e onde você troca elétrons e ideias.

Todos nós precisamos de líderes que desafiem a tribo. Nos beneficiamos ainda mais quando nossos líderes tem parceiros que os pressionam para serem ainda melhores.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog