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terça-feira, 21 de maio de 2013
Níveis da magia do marketing, o efeito placebo do desejo
ANTECIPAÇÃO: Antes de o produto ser lançado, os fãs de verdade estão falando a respeito, especulando e esperando na fila. A antecipação é reforçada por eles mesmos, um efeito placebo do desejo.
UTILIDADE: O álbum é bom, o software é útil, o livro muda as coisas. Funciona melhor do que esperávamos. Excedendo expectativas, paga significativos dividendo.
ATENÇÃO: É roxo. Notável. Vale à pena falar à respeito. As palavras se espalham. Dez pessoas contam para dez pessoas e de repente, se torna uma febre. Não por conta de relações públicas ou campanha publicitária, mas porque a notabilidade é construída no próprio produto ou serviço. E mais pessoas apreciam as coisas que são relacionadas a ele.
TRIBO: O grupo principal, os verdadeiros fãs estão mais conectados do nunca. A empresa os ajudou a se organizarem, o produto cria a cultura, comprometimento são feitos, as conversas persistem, a cultura é construída. Para usarmos algo que nos faz sentir como se pertencêssemos a algo verdadeiramente mágico.
[repete]
Se isto parece com a Apple, Bob Dylan, The Rocky Horror Picture Show, the Dead, colecionadores de armas ou Shake Shack não foi por acidente. Definitivamente não é um acidente.
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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Você vai pagar caro...
...mas você terá mais do que pagou.
Há muito espaço para este tipo de oferta de trabalho. A parte difícil não é cobrar muito. A parte difícil é entregar mais (com o olho do recebedor) do que ele pagou.
Muitas pessoas pagariam alegremente a mais pelo que você faz... se eles acreditassem que, de fato, seria uma pechincha, e que vale mais do que custa. Uma razão para comprarmos em loja é porque nós não confiamos que nada pode custar mais caro do que o mais barato merece custar.
Muitas vezes, na corrida para cobramos menos, nós entregamos muito pouco. E na corrida para cobrarmos mais, esquecemos o que aquelas pessoas querem. Eles querem mais. E melhor.
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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
O Perigo em Começar de Cima
Ao fazer uma venda B2B, o instinto é sempre o de entrar no escritório do CEO. Se você pode apenas convencê-la a ouvir seu discurso, a compreender o valor, para ver por que ela deve fazer a compra ou arrendar, ou montar uma parceira ou, até mesmo, comprar de você... esse é o Santo Graal.
O que você acha que acontece depois desse encontro mítico?
Ela aconselha-se com a equipe dela.
E quando a equipe está no escuro, você não queima seu melhor tiro, e você nunca mais terá outra chance.
A alternativa é começar no meio. Leva mais tempo, ele vem com menos tensão de alto risco e não promete alívio imediato. Mas é melhor do que qualquer alternativa.
Começar no meio não significa que você está correndo ao redor tentando fechar uma venda com qualquer burocrata estúpido o suficiente para ter um encontro com você (ou que você é estúpido o suficiente para ir, pensando que uma venda que vai acontecer).
Não, a partir do meio é mais marketing do que as vendas. É sobre histórias, conexão e substância. É sobre imagens e totens, credenciais e a capacidade de entender e, em seguida, resolver os reais problemas de seus prospects e de seus clientes a cada dia. É este tecido macio que explica por que as grandes empresas têm tantas vendas corporativas a mais do que você.
Você não consegue esta reputação como um subproduto acidental de simplesmente aparecer. Ele é intencional e conquistado.
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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog
O que você acha que acontece depois desse encontro mítico?
Ela aconselha-se com a equipe dela.
E quando a equipe está no escuro, você não queima seu melhor tiro, e você nunca mais terá outra chance.
A alternativa é começar no meio. Leva mais tempo, ele vem com menos tensão de alto risco e não promete alívio imediato. Mas é melhor do que qualquer alternativa.
Começar no meio não significa que você está correndo ao redor tentando fechar uma venda com qualquer burocrata estúpido o suficiente para ter um encontro com você (ou que você é estúpido o suficiente para ir, pensando que uma venda que vai acontecer).
Não, a partir do meio é mais marketing do que as vendas. É sobre histórias, conexão e substância. É sobre imagens e totens, credenciais e a capacidade de entender e, em seguida, resolver os reais problemas de seus prospects e de seus clientes a cada dia. É este tecido macio que explica por que as grandes empresas têm tantas vendas corporativas a mais do que você.
Você não consegue esta reputação como um subproduto acidental de simplesmente aparecer. Ele é intencional e conquistado.
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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Design como o da Apple, mas nomes como os da P&G
A abordagem de nomes da Apple é inconsistente, ela implora por ações judiciais (ofensivas e defensivas) e não deveria ser modelo para sua empresa. iPhone é um telefone, iPad é um pad (prancheta), iPod é um... (e possuir uma letra do alfabeto é i-mpossível).
A Procter and Gamble, por outro lado, tem feito este trabalho maravilhosamente bem por cem anos. Crisco, Tide, Pringles, Bounty, Duracell - estes são nomes fantásticos que transformam produtos genéricos (e a história que acreditamos sobre eles) em algo distinto.

Se você pode inventar uma categoria inteira, fabuloso, isto é um feito. Para o resto de nós, resistamos a tentação de sermos enfadonhos ou agressivos demais. É o seu nome e você tem que viver com isso.
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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Quatro Peguntas que Valem a Pena Serem Respondidas
Quem é o seu próximo cliente? (Conceitualmente, não específicamente. Descreva a aparência dele, sua tribo, esperanças, sonhos, necessidades e desejos...)
Qual é a história que ele conta para ele mesmo (sobre o mundo, sobre a situação em que ele se encontra, sobre suas percepções) antes de conhecer você?
Como você irá encontrá-lo de um jeito que ele confie na história que você contará a ele sobre o que você tem a oferecer?
Que mudanças você está tentando promover nele, na vida dele e na história dele?
Comece com estas perguntas antes de gastar seu tempo em táticas, tecnologias ou escalabilidade.
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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog
Qual é a história que ele conta para ele mesmo (sobre o mundo, sobre a situação em que ele se encontra, sobre suas percepções) antes de conhecer você?
Como você irá encontrá-lo de um jeito que ele confie na história que você contará a ele sobre o que você tem a oferecer?
Que mudanças você está tentando promover nele, na vida dele e na história dele?
Comece com estas perguntas antes de gastar seu tempo em táticas, tecnologias ou escalabilidade.
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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog
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