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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Donos de iPhones com telas maiores estão deixando seus iPads de lado


A despeito das várias críticas recebidas pelos iphonemaníacos sobre as telas grandes dos iPhones 6 e iPhone 6 Plus, a verdade é que com elas, de 4,7" e 5,5" respectivamente, os usuários dos smartphones da Apple estão consumindo mais conteúdo de texto e vídeo do que nunca. E estão deixando de lado os iPads, antes usados para este fim.

Segundo o Pocket, aplicativo de seleção de conteúdo, após coletar dados de mais de 2 milhões de usuários donos, ao mesmo tempo, de iPhones e iPads, constatou que o uso do smartphone para consumo de conteúdo aumentou significativamente naqueles que possuem o iPhone 6. Para os que tem iPhone 5s, os percentuais de consumo entre iPhone e iPad era de 55% para smartphone contra 45% para o tablet. Ou seja, quase um equilíbrio. No entanto, para os donos de iPhone 6, esses números saltam para 72% contra 28% dos iPads. A distância aumenta ainda mais quando se coloca o "gigantesco" iPhone 6 Plus: 80% contra 20% do iPad. Veja no gráfico abaixo.

Fonte: Pocket


Com esses números apresentados pela Pocket, fica claro que os smartphones com telas maiores tornaram muito mais atraente o consumo de textos e videos, deixando desnecessário, ou no mínimo, redundante, fazê-lo no tablet. Esta tendência já era observada nos usuários de Android, sistema operacional usado em várias marcas de smartphones e os predecessores dos phablets de telas colossais.

É claro que ainda é cedo para decretar a "morte dos tablets". Contudo, sua função como segundo dispositivo nas mãos dos usuários precisa ser revista desde agora. Algumas empresas já estão pensando nisto. A Microsoft, por exemplo, procura colocar o seu novo tablet, o Surface 3 Pro, mais como um notebook do que como um tablet. Outras empresas como Samsung, abertamente, começa a deixar em segundo plano a fabricação desdes dispositivos. A Apple, líder absoluta do mercado, afirma manter seus tablets como prioridade, embora as vendas parecem estar arrefecendo um pouco. 

Embora recentes como dispositivos, a verdade é que os tablets parecem estar passando por uma "crise de identidade". Nem poderosos e funcionais como um notebook, nem ágeis e à disposição como um smartphone, os tablets necessitam evoluir ou estarão fadados a obsolescência. Alguém ainda se lembra dos netbooks?
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Fonte: TNW

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Pagamento Mobile: O Novo Confronto de Titãs


Smartphones e tablets definitivamente passaram a fazer parte do cotidiano da maioria das pessoas que moram em centros urbanos. Estes dispositivos portáteis permitem àqueles que os carregam executar as mais diversas funções, do lazer ao trabalho. Por conta disto, esses aparelhos viraram alvo de uma grande batalha de titãs numa área até então pouco usada pelas as grandes companhias financeiras: o de pagamento móvel.

Hoje, tanto no gigantesco mercado norte-americano como no nosso queridíssimo Brasil, empresas de grande porte estão se engalfinhando para se lançar à frente da concorrência neste que promete ser um negócio colossal. Previsões segundo o site Forrester, falam de um mercado de 90 bilhões de dólares em 2017 nos EUA. Para se der uma ideia, no ano de 2012, este mercado movimentou a cifra de US$ 12.3 bilhões. Ou seja, a taxa de crescimento prevista no mercado norte-americano será de 48% ao ano. Um assombro.

Briga de cachorro grande

Outro fator que ilustra a dimensão do negócio são os atores que entraram para "brigar" por uma fatia deste mercado. Nada menos que Google, Apple e, recentemente, a Amazon, possuem seus aplicativos e/ou dispositivos para pagamento móvel. Palpay e Square são outras empresas que também estão na briga assim como as tradicionais Visa e Mastercard. Não é uma luta para pequenos.

A chegada da Amazon ilustra, de certa forma, como as empresas estão ávidas por este mercado não querendo dar brecha a nenhum concorrente. A gigante do varejo está travando um queda de braço com a novata Square na questão de percentual de comissão. A Square cobra de seus clientes 2,75% por transação enquanto a Amazon, para desbancar a concorrente,  está oferecendo até o final do ano uma taxa de 1,75%. Tal estratégia da Amazon suscitou discussões sobre como a Square enfrentará esta guerra.

Mercado em crescimento 

O Brasil conta com algumas empresas neste segmento: a Cielo, o PagSeguro, o Santander Conta Conecta e Payleven largaram na frente e já oferecem a seus clientes as maquininhas para receber pagamentos por cartões de crédito, débito e até de alimentação. Os pequenos empresários ou prestadores de serviço clientes destas empresas transformam seus smartphones e tablets em máquina de recebimento de pagamento. Ótimo para baratear custos.

Contudo, o pagamento móvel pode ser feito também por meio de outra tecnologia. Smartphones dotados do recurso Near Field Communication (NFC) - algo como comunicação de curto alcance - também são capazes de realizar pagamentos apenas aproximando-se o aparelho de uma maquina leitora de cartões compatível com NFC. Estimativas indicam que até 2018, 80 milhões de pessoas estarão usando uma  ou outra tecnologia de pagamento móvel por aqui.

Esta nova modalidade já é uma realidade. Não tenha dúvidas que, em breve, você verá um colega de trabalho, um amigo ou mesmo um familiar sacando o celular para pagar a conta do restaurante, ou testemunhará sua amiga comprando um cappuccino aproximado o smartphone de uma maquininha de cartão, ou mesmo o taxista recebendo o pagamento da corrida no celular dele. Notável mundo novo!

fontes: Mashable, Exame e FastCompany


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Apple, qual a sua estratégia?

 A empresa da maçã lançou o esperadíssimo iPhone 5S. Como não podia deixar de ser, o público estava bastante ansioso para conhecer a última versão do smartphone que mudou o mundo. A opinião pública também aguardava e especulava muito sobre como seria este novo iPhone. Bom, as dúvidas acabaram, alguns boateiros acertaram, outros erraram feio, enfim, foi tudo como antes. Menos numa coisa: pela primeira vez, a Apple não lançou apenas UM dispositivo, desta vez foram DOIS: foi lançado também o iPhone5C, mas simples e barato do que seu aguardado irmão.

Por que a empresa de Cupertino finalmente mudou sua estratégia de lançamento baseada na premissa de que ela, Apple, produziria o smartphone que todos desejariam? Por que mudar a bem sucedida estratégia de preço que a companhia vinha mantendo tanto para seus lançamentos como para os modelos antigos? Afinal de contas, pesquisa recente do site eMarketer apontou para uma diminuição no crescimento do dispositivos Android - principalmente da arqui-rival Samsung - e um substancial aumento do iOS no mercado norte-americano. A pesquisa prevê para 2014 um mercado dividido entre Android e iOS com uma diferença muito pequena entre ambos. Então, por que mudar?

Sites de notícias, como o Mashable, afirmam que, apesar da sólida posição da Apple no mercado americano, europeu e sul-americano, a empresa não tem bom desempenho no populoso mercado asiático - leia-se CHINA. E que o principal empecilho para um market share melhor seria, justamente, o preço do iPhone. Isto justificaria o lançamento do iPhone 5C. Mais barato que seu irmão rico, seria uma opção econômica para estes mercados mais sensíveis a preços.

Temo por esta estratégia adotada pela Apple, pois ela estaria tentando ser o que não é. Produtos Apple sempre foram a referência em excelência, design e inovação, nunca preço. E mesmo assim, a concorrência oferece aos consumidores smartphones mais baratos que o iPhone 5C: Nokia, Sony e a própria Samsung tem uma vasta coleção de dispositivos que tem no preço seu principal atrativo. Além disso, estas empresas já contam com a confiança dos usuários para aparelhos assim.

Contudo, o tempo dirá se a Apple conseguirá conquistar estes concorridos mercados com seus coloridos iPhone5C que, detalhe, mal foi lançado e já foi alvo de provocação da Nokia.




sexta-feira, 12 de julho de 2013

Samsung supera Apple em navegação web

A Samsung supera mais uma vez sua rival americana, agora no quesito quantidade de acessos a internet via smartphone. A empresa sul-coreana superou, por pouco, a Apple nesta fatia do mercado e ocupa um inédito primeiro lugar. Segundo pesquisa realizada pela empresa StatCounter, a Samsung detém 25,47% dos acessos mundiais, contra 25,09% da Apple. A Nokia perdeu a liderança com relação a 2012 e caiu para o terceiro lugar com 21,96%. A LG vem em quarto, com pouco mais de 10%. A Blackberry, que mesmo após o lançamento do seu aparelho Z10, caiu mais ainda e aparece em quinto num longínquo 3,62% de participação.



Contudo,  a Apple não precisa se preocupar quando se trata do mercado norte-americano. Ela é a dona de 54,84% dos acessos, com a Samsung lá atrás com 12,65%. Com o iOS, a empresa da maçã mantém a liderança e ainda aumentou sua participação de mercado. O sistema da Apple lidera com folgados 54,85% - aumento de 4,82%, seguido do Android, da Google,com 39,36% - com queda de 0,95%. No mundo, o Android é o líder absoluto com 37.93% contra 25,41 do iOS (compare no quadro abaixo).



Os números da StatCounter confirmam a força da Apple no mercado americano, mas apontam para uma queda lenta, porem gradual, com relação a sua participação mundial. A empresa norte-americana mostra-se forte também no mercado britânico. Já a Samsung é a líder mundial em variedade de dispositivos, em número de acessos a web e em quantidade de clientes. Contudo, não é a dona do principal item dos smartphones: o sistema operacional. Talvez esteja ai seu calcanhar de Aquiles.

Fonte: StatCounter

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Amazon, Apple, Samsung e Netshoes


A onda tecnológica apressa-se para apresentar ao mercado novidades extraordinárias a cada temporada. Vimos isso na última feira de entretenimento do mundo, a E3, onde grande parte das empresas do ramos (leia-se games e entretenimento) exibem seus lançamentos e revoluções tecnológicas objetivando cativar seus clientes.

Contudo, apesar de esses eventos, de fato, serem foco de inovações tecnológicas, a verdadeira revolução vem dos investimentos maciços das principais empresas do mercado. Aquelas que dispõem de bilhões de dólares para investir ou comprar investimentos mundo afora.

Os grandes players do momento, no cenário mundial, são três: Apple, Samsung e Amazon. O Facebook não entra nesta lista por não ter oficialmente uma política de desenvolvimento tecnológico em hardware. As três colossais empresas tem, acima de tudo, altos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) cujos esforços implica na obtenção de patentes.

Num prazo de cinco anos, Apple, Samsung e Amazon pretendem sacudir o atual mercado tecnológico de comunicação, entretenimento e serviços como jamais vimos. Na verdade, a revolução já está em curso onde milhares de pessoas modificam seus hábitos cotidianos por conta da tecnologia que está em suas mãos.

A Apple ditou estas tendências há até poucos anos atrás. Seu gênio criador, Steve Jobs, revolucionou o mercado de smartphones com o lançamento do primeiro iPhone. A Apple, naquele momento, redefiniu junto ao mercado o que era ter no bolso um celular inteligente repleto de serviços aos quais os usuários sequer imaginavam (lembre-se que quem reinava neste recém-nascido mercado era a RIM com seu BlackBerry).

Infelizmente, Steve Jobs os deixou. E a Apple, embora ainda conte com a força de sua marca e de seus fies seguidores, não mais dita as tendências do mercado. Seus lançamentos, hoje em dia, procuram preencher lacunas abertas pela concorrência. Mesmo assim, a empresa da maçã ainda detém um dos melhores Smartphone do mercado e é líder incontestável nos tablets.

A sul-coreana Samsung está ditando as tendências do mercado dos Smartphone e está determinada a se tornar a maior companhia de inovação tecnológica do planeta. Para isto, a empresa não mede esforços e nem coragem para investir na criação de segmentos de mercado (market share) até então inexistentes.

Foi assim com a pioneira linha de Smartphone de tela grande , o Galaxy Note, com visor de 4,7". Sucesso de público. Juntamente a isto, a Samsung diversificou sua linha de dispositivos, oferecendo ao consumidor uma grande variedade de aparelhos, preços e recursos. E o fôlego da gigante parece não ter fim. A Samsung lançou recentemente um dispositivo híbrido entre câmera digital e Smartphone, o Galaxy S4 Zoom.

A Amazon é, sem dúvida, a mais silenciosa das companhias de tecnologias no que diz respeito a grandes lançamentos tecnológicos. Talvez porque seu foco seja ligeiramente diferente. A gigante do comercio eletrônico mundial mostrou-se bem sucedida quando entrou na concorrida área de lançamento de equipamentos eletrônicos. Sua linha de dispositivos Kindle foi muito bem sucedida, agradando um segmento do mercado cujas pretensões tecnológicas não eram da altura de um iPad. Mas a Amazon é muito mais poderosa do que parece. Sua receita é maior do que os cinco maiores varejistas dos Estados Unidos juntos. Ela movimenta mais mercadorias no planeta do que a Wal-Mart. E possui um plataforma de negócios que, virtualmente, pode vender qualquer coisa. Por isso ela é tão poderosa. Nem Apple, nem Samsung ousam em disputar com ela na área de e-commerce. Mas, na verdade, quem ousaria?

No Brasil, embora ainda estejamos pouco presentes no mercado mundial eletrônico, nossas movimentações comerciais eletrônicas tem chamado a atenção dos player mundiais. Contudo, nosso território conta uma poderosa companhia de comércio eletrônico que cresce vertiginosamente a, pelo menos, três anos: a Netshoes.

Nossa maior empresa de comércio digital para artigos esportivos e lazer já foi alvo de artigo aqui no Mundo Seu Marketing. No entanto, desses dois anos para cá, a Netshoes se consolidou como empresa digital e agora é a maior plataforma de negócios on-line brasileira. A companhia, a exemplo de sua guru americana, pretende ampliar seus tentáculos no varejo digital. E tal uma grande vantagem competitiva: sua infra-estrutura tecnológica e de logística.

Estamos vivendo uma revolução sem precedentes na história moderna atual. Modelos de negócios que outrora vicejavam, podem estar à beira da obsolescência. E empresas com menos de uma década de existência, podem estar ditando as tendências de mercado agora.

Mude, planeje, conecte-se, ouça seus clientes, interaja com eles. Se não souber como, chame à nós, profissionais de marketing digital.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Apple inclui proteção anti-furto no iOS7


Os furtos de iPhone se espalharam muito nos Estados Unidos e mundo afora que a Apple decidiu criar uma solução para resolver o problema. Durante a apresentação do novo iOS 7, que tem lançamento previsto para setembro, a Apple apresentou o sistema anti-furto que virá nos iPhones, iPods e iPads. Com ele, o usuário poderá bloquear o aparelho remotamente mesmo que o dispositivo esteja desligado ou tenha seus dados apagados. O desbloqueio só acontece se a senha e o Apple ID forem digitados no aparelho.

A novidade foi muito bem-vinda pelas autoridades americanas diante do grande aumento de furtos de aparelhos. Os casos aumentaram tanto que a polícia até cunhou um termo para este tipo de ocorrência: Apple Picking, um trocadilho como "colheita de maçã" ou "catar maçãs". As autoridades vinham inclusive, orientando os portadores dos dispositivos da Apple a aumentarem a proteção de seus aparelhos instalando aplicativos de rastreamento por GPS.

A oferta de aplicativos de segurança aumentaram vertiginosamente na Apple Store até que a própria Apple achou melhor tomar uma atitude com relação a isto e o fez embutindo uma proteção no próprio iOS. Esperemos que demore um tempo até alguém hackear e quebrar esta proteção.

Fonte: NYT

segunda-feira, 10 de junho de 2013

iWork for iCloud rivaliza com Google Drive e Office 365


A Apple entra forte numa seara onde ela ainda era fraca: os serviços de escritório na nuvem (leia-se office). Durante a WWDC2013, a empresa da maçã apresentou o serviço iWork que roda na nuvem, e que disponibilizará para seus milhões de usuário serviço de edição e criação de documentos sem a necessidade de qualquer aplicativos instalado.

Muito semelhante aos já oferecidos pela Google e Microsoft, o iWork também será um serviço multi-plataforma, ou seja, "roda" nos browsers mais populares - e da concorrência. Com isso, o usuário Apple pode muito bem usar o Internet Explorer, ou o Google Chrome para editar documentos na nuvem da maçã. Além disso, o serviço tem total compatibilidade com documentos do Microsoft Office e, para editá-los, o usuário simplesmente poderá arrastar e soltar seu arquivo na janela do seu navegador e nada mais.

O serviço estará disponível para desenvolvedores a partir da próxima segunda-feira, dia 17. Para os usuários comuns, a novidade chegará somente, segundo a empresa, "mais no final do ano".

Fonte: Mashable

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Apple e Google dividem o mundo (digital)


Não deu outra. Em a última pesquisa realizada pelo IDC, os resultados apontam para a total supremacia dos sistemas operacionais iOS e Android entre smartphones e tablets. Nada menos do que 92% dos dispositivos comercializados nos primeiros três meses do ano tinham ou um ou outro instalado.

O resultado de pesquisa confirma a tendência de polarização do mercado constatada no inicio de 2012. A forte perda de mercado da Blackberry contribui para que o mercado se dividisse entre os dois. Embora ainda com pouca participação, o Windows Mobile pode comerar a terceira posição na preferência dos usuários.

Não é surpresa que o Android continue mantendo a liderança com a Samsung, detendo sozinha, 41% do mercado. A Apple não aumentou seu market-share, mas ainda é dona de uma fatia considerável do mercado. "Embora a demanda ainda esteje alta, o iOS praticamente mantém inalterada a sua participação. Isto pode mudar, segundo boatos, com a total reformulação que o iOS terá na sua versão 7", alerta em nota o IDC.

Os números nunca foram estáticos neste mercado que ainda está em ebulição. Mesmo perdendo mercado, a Blackberry tem o que festejar: o Z10 atingiu a marca de 1 milhão de usuários. E a Microsoft dobrou sua participação com relação ao ano passado. Embora seja tudo praticamente areia e sol, a paisagem continua em constante mutação.

Fonte: Mashable


terça-feira, 14 de maio de 2013

"Eu sei onde você mora"


Um especialista australiano em segurança de sistemas criou um aplicativo que permite que qualquer pessoa veja a localização dos últimos três pontos de wi-fi usados por iPhones ou iPads. Com este tipo de informação, qualquer um pode deduzir onde uma pessoa mora, trabalha ou mesmo os locais por onde anda pela cidade.

O aplicativo chama-se iSniff GPS e está disponível para quem quiser baixá-lo. Seu criador, Hubert Seiwert, usou recursos disponibilizados pela própria Apple para chegar a tal resultado. Os recursos dos dispositivos iOS, sozinhos, não são capazes de indicar a localização de ninguém. Porém, combinados, podem dar esta informação.

Seiwert usou brilhantemente os recursos de localização por wi-fi e GPS, o de captação e transmissão dos endereços MAC (códigos únicos das redes wi-fi) e o recurso exclusivo da Apple que armazena a localização deste endereços MAC. Desta forma, o aplicativo iSniff combina os dados e mostra no Google Maps onde estão as redes wi-fi por onde o usuário de iPhone/iPad passou.

"Você pode enviar a Apple um único endereço MAC de um roteador e eles retornam com as coordenadas GPS deste e mais outros 400 roteadores que estão por perto", conta Seiwert como obtem as localizações. É importante ressaltar que estes dados dos roteadores não são públicos e sua divulgação não pode (ou não poderia) ser enviada a humanos. Contudo, o aplicativo do desenvolvedor australiano "engana" os servidores da Apple e retorna com a preciosa informação.

Sem dúvida, é assustador saber que estranhos podem localizar onde você mora ou seu local de trabalho. Talvez sirva de consolo que desenvolvedores como Seiwert estão dispostos a resolverem estes tipos de falhas de segurança. Por isso, Seiwert não guardou segredo de sua descoberta: contou todo o seu processo de desenvolvimento e colocou seu aplicativo com código aberto no site GitHub. Esperamos que soluções apareçam.

Fonte: Mashable

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Facebook contrata executivo dos mapas da Apple

Facebook contratou Richard Williamson, engenheiro de softwares e executivo da Apple responsável, entre outras coisas, pelos aplicativos de mapas e GPS da empresa. De acordo com o repórter da Bloomberg TV, Adam Satariano, esta é mais uma das várias contratações da empresa de Zuckerberg de executivos e profissionais da Apple.

Segundo Satariano, estas contratações apontam que a gigante das redes sociais está, de fato, determinada em fazer do Facebook uma plataforma para aplicativos móveis. "Profissionais da equipe de design do iPhone, engenheiros de softwares criadores dos aplicativos da Apple foram os 'alvos' do Facebook", relata o jornalista.

Richard Williamson foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos programas do iPhone e gozava de bastante prestígio junto a Steve Jobs. Contudo, foi bastante criticado por conta do desenvolvimento do aplicativo de mapas da Apple quando a empresa da maçã retirou o Google Mapas dos seus aplicativos nativos do iPhone. Mas não há dúvidas que Williamson tem muito a agregar ao Facebook.

Fonte: Bloomberg West

terça-feira, 19 de março de 2013

Apple e Samsung vão brigar agora pelo seu pulso


Depois de semanas com vários boatos sobre o secreto projeto da Apple sobre um dispositivo de pulso - a quem o chame de iWatch - outro gigante parece ter entrado na briga. A Samsung anunciou, por intermédio de seu vice-presidente executivo, Lee Young-hee que pretende também lançar um "relógio" de pulso inteligente.

Segundo Young-hee, "estamos trabalhando muito duro nos preparando para isto. Nós fazemos produtos para o futuro e um relógio de pulso é definitivamente um deles". O vice-presidente da empresa coreana não deu mais detalhes sobre o smartwatch da companhia, mas deixou claro que a empresa está no jogo.

Até agora, a Apple não deu nenhuma confirmação ofical à respeito do seu smartwatch mesmo após a entrevista do executivo da sua principal concorrente. O único indício foi o registro de patente da empresa para "dispositivos e acessórios de vestir" (wearable accessory device).

Fonte: Mashable

quinta-feira, 7 de março de 2013

Por que aplicativos Android demoram tanto a chegar?


Para os usuário de smartphones, uma coisa é certa: o que torna o dispositivo útil, versátil, tecnologicamente avançado e até mesmo fashion é a capacidade de ele poder rodar os mais modernos e populares aplicativos. Caso contrário, nada feito.

Neste ponto, iOS e Android são as principais plataformas de apps do mercado. Mas existe uma diferença. O sistema iOS, da Apple, possui muito mais diversidade de aplicativos do que o Android. E não pára aí, os usuários de iPhone/iPad saem na frente em muitos casos tendo acesso aos aplicativos antes de eles saírem para Android. Por que isto acontece? Afinal de contas, a quantidade de usuários Android é bem superior aos de iOS.

Uma das justificativas é o grande números de dispositivos diferentes que "rodam" Android. Se computarmos todos os fabricantes de smartphones e tablets que rodam a plataforma do Google,  chegamos a 331 tipos diferentes de aparelhos. Os desenvolvedores tem com isto um trabalho hercúleo para adaptar, testar e desenvolver seus programas em um universo tão vasto de dispositivos. Quem fez esta conta foi a Flurry, empresa que pesquisa, análise e desenvolvimento de aplicativos mobile.

Contudo, este tipo de problema não é só para os desenvolvedores Android. Mesmo desenvolver para iOS requer flexibilidade técnica. Por exemplo, usuários de iPhone 4 podem ter em seus aparelhos as versões iOS4, iOS5 ou iOS6. Mesmo assim, não chega nem perto da quantidade de combinações de sistemas operacionais e aparelhos para quem desenvolve para Android.

Ainda segundo os dados da pesquisa da Flurry, os usuários da Apple, mesmo sendo em menor número, são 14 vezes mais ativos dos que os do Android. Mesmo se contarmos apenas os usuários da Samsung, os mais populares dispositivos Android, a conta cai para 8 vezes. Em outras palavras, um usuário da Apple vale 8 usuários Samsung. E isso conta muito quando se trabalha desenvolvendo e vendendo aplicativos.

Segundo o desenvolvedor sueco Johan Emil Johansson, para "viver decentemente, um profissional tem que vender no mínimo 50 apps por dia ao custo de US$ 1 cada". Em virtude disto, a conclusão do estudo realizado pela Flurry acredita que "o mercado de aplicativos móveis será composto cada vez mais de empresas e menos de indivíduos". É a maturidade natural dos mercados. No entanto, os usuários Android ainda terão ver os aplicativos rodando primeiro em iPhones antes de verem nos seus dispositivos.

Fonte: Mashable

segunda-feira, 4 de março de 2013

Todos os barcos vazam


Há sempre um defeito, sempre um gotejamento lento, em algum lugar. Cada plano, cada organização, cada empreendimento tem falhas.

A pergunta não é, "isto é perfeito?" A questão é: "isso vai me pegar lá adiante?"

Às vezes, cometemos o erro de ignorar os grandes vazamentos, aqueles que ameaçam a nossa jornada.

Muitas vezes, contudo, estamos tão ocupados consertando
pequenos vazamentos que nos distraímos do objetivo principal, que é para ir a algum lugar.

[Al nos mostra essa boa piada  de Steve Jobs]



(Apple é como um barco com um furo no casco vazando água. E o meu trabalho e fazer com que o barco aponte para a direção correta)
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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Apple está sendo processada por "planejar obsolecência" do iPad 3


A Apple está sendo processada pelo Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática  (IBDI) por prática comercial abusiva. O instituto alega que no lançamento do iPad 4 a empresa da maçã "lesou" os consumidores que adquiriram a versão anterior do tablet, o iPad 3 ou "Novo iPad". Isto porque, segundo o  IBDI, a última versão do dispositivo não traz avanços significativos que justifiquem o novo lançamento ou que as atualizações poderiam estar presentes já no iPad 3.

As diferenças entre as duas versões são o processador A6X do iPad 4 (contra o "antigo" A5X do iPad3), a câmera HD para o FaceTime, e o novo conector do iPad 4, o Lightning connector. Para o advogado do IBDI, Sergio Palomares, os comsumidores brasileiros que adquiriram o iPad 3 "achavam que estavam comprando um equipamento de ponta, sem saber que já era uma versão obsoleta". O lançamento entre as duas versões de iPad se deu num período de sete meses. Caso perca, a Apple terá que dar alguma compensação ao comsumidores brasileiros que compraram o iPad 3.

Este é o segundo caso de ação judicial que a Apple enfrenta no Brasil. No início de fevereiro, a empresa de Cupertino perdeu uma briga na justiça com a Grandiente que ganhou o direito de usar o nome iphone no país.

Fonte: Mashable / Jornal do Comércio

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Boatos apontam data para lançamento do Samsung Galaxy S IV


Diversas fontes não oficiais estão anunciando que a gigante sul-coreana Samsung lançará no dia 14 de março a nova versão do seu maior sucesso de vendas no ano passado. O Samsung Galaxy S IV será o mais novo filho da família Galaxy S que teve no S III, até agora, seu apogeu.

O editor-chefe do site Mobile-review, Eldar Murtazin, postou no seu twitter que "um grande anúncio" será feito no dia 14 de março. Os site SamMobile e The Verge também relataram em seus posts que o S IV será anunciado nesta data.

O smartphone terá o processador Exynos 5 de 8 núcleos, tela de 4,99" full HD, 2 GB de RAM e câmera de 13 megapixels, tudo isso rodando Android 4.2.2. Sem dúvida, um dos melhores dispositivos do mercado e um grande desafio para a Apple.

Tudo indica mesmo que a Samsung - que não desmentiu e nem concordou com os boatos - guarda um grande acontecimento para o dia 14 de março. Vamos aguardar até porque esta não será a única novidade da Samsung para o dia.

Fonte: Mashable

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Os novos anúncios da Apple para linha iPad

Os novos anúncios da Apple do iPad e iPad mini são realmente bem interessantes. A empresa da maçã divulgou os dois filmes publicitários de 30 segundos que, de fato, mostram quase tudo que seus tablets podem fazer.Chamados de Together (juntos) e Alive (vivo) os filmes mostram a grande capacidade dos aplicativos em games, som, interatividade e de quebra exibe alguns dos apps exclusivos da Apple Store.

Confira, são bem legais. Para o público brasileiro fica a divulgação via web que a Apple sempre faz. Por aqui, ainda não há planos de veicular os anúncios na TV.




Fonte: Mashable

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A armadilha do bloqueio

Quando você acredita que seus clientes não tem outra escolha porque eles assinaram um contrato de longo prazo ou porque a tecnologia os prende ou porque eles estão encalhados sem outra opção, você está provavelmente afastando-se de seu objetivo de satisfazê-los.

Esta é a história da Microsoft, Apple e Instagram, pelo menos dos seus tropeços.

Quando você acredita que as pessoas estão presas em suas cadeiras, não é essencial, mas parece, que você deve continuar bajulando seus clientes para que eles fiquem onde estão.

E, embora você possa estar certo que determinado cliente está mesmo preso a você, isto não significa que ele não tenha amigos, colegas ou um blog.

O boca-a-boca e recomendações não combinam com "amarrar" o cliente. As gerações mudam, se você está aqui para ficar, não existe essa de "prender" o cliente.

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Tradução Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Design como o da Apple, mas nomes como os da P&G


A abordagem de nomes da Apple é inconsistente, ela implora por ações judiciais (ofensivas e defensivas) e não deveria ser modelo para sua empresa. iPhone é um telefone, iPad é um pad (prancheta), iPod é um... (e possuir uma letra do alfabeto é i-mpossível).

A Procter and Gamble, por outro lado, tem feito este trabalho maravilhosamente bem por cem anos. Crisco, Tide, Pringles, Bounty, Duracell - estes são nomes fantásticos que transformam produtos genéricos (e a história que acreditamos sobre eles) em algo distinto.

Se você pode inventar uma categoria inteira, fabuloso, isto é um feito. Para o resto de nós, resistamos a tentação de sermos enfadonhos ou agressivos demais. É o seu nome e você tem que viver com isso.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.