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terça-feira, 8 de julho de 2014

Cuidado ao vender seu smartphone: suas informações podem ainda estarem lá

A Avast, empresa especializada em antivírus e software de proteção , comprou 20 smartphones usados anunciados no eBay. Entre os dispositivos estavam iPhones e outros com Android instalados. As pessoas que botaram a venda seus antigos aparelhos já haviam apagado as informações. Na maioria dos casos, realizaram o procedimento padrão para "zerar" os smartphones acreditando que estariam vendendo seus gadgets limpo de qualquer informação pessoal. Estavam enganadas.

Nos 20 aparelhos adquiridos pela Avast, foi possível recuperar informações deixadas para trás de seus antigos donos. Históricos de navegação, fotos, filmes, contatos são alguns exemplos do que foi descoberto nos aparelhos. Mas como foi possível?

Segundo Jude McColgan, presidente da divisão mobile da Avast, "usar o reset de fábrica ou mesmo apagar os arquivos manualmente não elimina toda a informação". Dependendo do tipo de "limpeza", apenas a referência aos dados é apagada, impedindo a leitura destes. Contudo, os dados continuam residentes no dispositivo podendo, de alguma forma, serem acessados.

Alguns exemplos das coisas deixadas nos smartphones incluem selfies nus, fotos de lingerie, animações pornô,buscas por alucinógenos além de um contrato de empréstimo com informações detalhadas. Veja o resumo das informações recuperadas:
  • 40.000 fotos
  • 1.500 fotos familiares de crianças
  • 750 fotos de mulheres tirando as roupas
  • 250 fotos masculinas de selfies pelados
  • 1.000 pesquisas no Google
  • 750 emails e mensagens de texto
  • 250 contatos ou endereços de e-mail.
É claro que a intenção da Avast com a divulgação desta experiência, além de alertas as pessoas sobre suas informações pessoais deixadas em aparelhos antigos, é vender seus programas de segurança. Entretanto, não deixa de ser assustador sabermos que os procedimentos que acreditávamos serem seguros, não são.

Fonte: Fast Company

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Da Jujuba para o KitKat

 A nova versão do Android 4.4 vai se chamar KitKat. Surpreendente, não é mesmo? Talvez não o fato da Google escolher novamente um doce para nomear sua nova versão do OS móvel mais usado do mundo. A empresa fez o mesmo com versões anteriores como Cupcake, Froyo, Gingerbread (pão de gengibre) e mais recente Jelly Beam (jujuba). Mas esta é a primeira vez que usa o nome de uma marca famosa.

A Google afirma não violar nenhuma lei de marca registrada e garante a decisão foi tomada porque "KitKat tem sido o doce favorito da equipe por algum tempo, então para esta versão K, perguntamos se eles gostariam de dar o nome da icônica barra de chocolate à ela". Um representante da Google garantiu que não houve dinheiro envolvido no negócio.

Muitos apostavam que o novo nome seria Key Lime Pie (algo como torta de limão). Bom, perderam!

Fonte: Mashable

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Google anuncia o novo Android Jelly Bean 4.3


Novo sabor para a jujuba da Google. A gigante tecnológica anunciou nesta quarta-feira, 24, durante seu evento  realizado em São Francisco a mais nova versão do seu sistema operacional para smartphones e tablets. Mantendo o nome Jelly Bean, a Google contrariou as especulações que diziam que o novo OS teria o nome de Key Lime Pie (torta de limão, em português).

O Android 4.3 traz novos recursos em seu pacote de atualizações. Um deles é o suporte multi-usuário onde várias pessoas poderão compartilhar dispositivos, cada uma com seu perfil. Algo já conhecido dos usuário do Kindle Fire, da Amazon, mas, sem dúvida, bastante útil. Outra novidade está no suporte ao OpelGL3.0 possibilitando gráficos melhores com maior desempenho ideal para games e filmes. O Netflix, em sua nova versão disponível no Google Play, já oferece esta tecnologia a seus assinantes.

Outras inovações são: suporte para dispositivos Smart Device Bluetooth, localização Wi-fi em background e disponibilidade de suporte a mais idiomas.  São atualizações interessantes promovidas pela Google nove meses depois do lançamento do Android Jelly Bean 4.2. Isto mostra que a dona do OS mais usado do planeta não pretende deixar sua menina dos olhos desamparada.

Fonte: Mashable

terça-feira, 4 de junho de 2013

Vine agora para Android


O aplicativo Vine está disponível agora na Google Play para usuários de Android (versão 4 ou superior). Para muitos, este é um dos apps mais interessantes lançados nos últimos meses.

Para quem ainda não conhece o Vine, ele é um aplicativo que permite gravar videos de até 6 segundos e postá-lo no Twitter ou Facebook. Virou uma verdadeira febre entre os usuário de iPhone nos EUA quando foi lançado em janeiro deste ano.

A grande sacada do Vine é que, para gravar, basta o usuário ficar com o dedo na tela. Bem simples. Mas este jeito novo de gerar videos deu às pessoas a chance de criar videos stop-motion - um toque, um frame. Não há a necessidade de edição. A duração do video também ajuda: com 6 segundos, ninguém se perde no roteiro.

Muita coisa interessante já foi feita pelos usuários do iPhone/iPad com o aplicativo. Agora, é a chance da galera do Android soltar a criatividade e inundar o mundo com mais e mais videos. De 6 segudos, apenas 6 segundos.

Fonte: Mashable

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Apple e Google dividem o mundo (digital)


Não deu outra. Em a última pesquisa realizada pelo IDC, os resultados apontam para a total supremacia dos sistemas operacionais iOS e Android entre smartphones e tablets. Nada menos do que 92% dos dispositivos comercializados nos primeiros três meses do ano tinham ou um ou outro instalado.

O resultado de pesquisa confirma a tendência de polarização do mercado constatada no inicio de 2012. A forte perda de mercado da Blackberry contribui para que o mercado se dividisse entre os dois. Embora ainda com pouca participação, o Windows Mobile pode comerar a terceira posição na preferência dos usuários.

Não é surpresa que o Android continue mantendo a liderança com a Samsung, detendo sozinha, 41% do mercado. A Apple não aumentou seu market-share, mas ainda é dona de uma fatia considerável do mercado. "Embora a demanda ainda esteje alta, o iOS praticamente mantém inalterada a sua participação. Isto pode mudar, segundo boatos, com a total reformulação que o iOS terá na sua versão 7", alerta em nota o IDC.

Os números nunca foram estáticos neste mercado que ainda está em ebulição. Mesmo perdendo mercado, a Blackberry tem o que festejar: o Z10 atingiu a marca de 1 milhão de usuários. E a Microsoft dobrou sua participação com relação ao ano passado. Embora seja tudo praticamente areia e sol, a paisagem continua em constante mutação.

Fonte: Mashable


quinta-feira, 7 de março de 2013

Por que aplicativos Android demoram tanto a chegar?


Para os usuário de smartphones, uma coisa é certa: o que torna o dispositivo útil, versátil, tecnologicamente avançado e até mesmo fashion é a capacidade de ele poder rodar os mais modernos e populares aplicativos. Caso contrário, nada feito.

Neste ponto, iOS e Android são as principais plataformas de apps do mercado. Mas existe uma diferença. O sistema iOS, da Apple, possui muito mais diversidade de aplicativos do que o Android. E não pára aí, os usuários de iPhone/iPad saem na frente em muitos casos tendo acesso aos aplicativos antes de eles saírem para Android. Por que isto acontece? Afinal de contas, a quantidade de usuários Android é bem superior aos de iOS.

Uma das justificativas é o grande números de dispositivos diferentes que "rodam" Android. Se computarmos todos os fabricantes de smartphones e tablets que rodam a plataforma do Google,  chegamos a 331 tipos diferentes de aparelhos. Os desenvolvedores tem com isto um trabalho hercúleo para adaptar, testar e desenvolver seus programas em um universo tão vasto de dispositivos. Quem fez esta conta foi a Flurry, empresa que pesquisa, análise e desenvolvimento de aplicativos mobile.

Contudo, este tipo de problema não é só para os desenvolvedores Android. Mesmo desenvolver para iOS requer flexibilidade técnica. Por exemplo, usuários de iPhone 4 podem ter em seus aparelhos as versões iOS4, iOS5 ou iOS6. Mesmo assim, não chega nem perto da quantidade de combinações de sistemas operacionais e aparelhos para quem desenvolve para Android.

Ainda segundo os dados da pesquisa da Flurry, os usuários da Apple, mesmo sendo em menor número, são 14 vezes mais ativos dos que os do Android. Mesmo se contarmos apenas os usuários da Samsung, os mais populares dispositivos Android, a conta cai para 8 vezes. Em outras palavras, um usuário da Apple vale 8 usuários Samsung. E isso conta muito quando se trabalha desenvolvendo e vendendo aplicativos.

Segundo o desenvolvedor sueco Johan Emil Johansson, para "viver decentemente, um profissional tem que vender no mínimo 50 apps por dia ao custo de US$ 1 cada". Em virtude disto, a conclusão do estudo realizado pela Flurry acredita que "o mercado de aplicativos móveis será composto cada vez mais de empresas e menos de indivíduos". É a maturidade natural dos mercados. No entanto, os usuários Android ainda terão ver os aplicativos rodando primeiro em iPhones antes de verem nos seus dispositivos.

Fonte: Mashable