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quarta-feira, 31 de julho de 2013
O novo Nexus 7 da Google
Quando o tablet Nexus 7 foi lançado há um ano atrás, criou-se um novo patamar para a linha de dispositivos Android de 7". Antes dele, a categoria era uma bagunça com diversos aparelhos de baixa performance, baixo desempenho e de pouca produtividade. O Kindle Fire, da Amazon, foi o único a se destacar mesmo não sendo propriamente um tablet Android.
Agora, novamente, o tablet Android Nexus 7 demonstra o mesmo vigor tecnológico do seu antecessor. Chama a atenção o primor das imagens deste dispositivo. Nota-se que a Google, de fato, se preocupou em dar aos seus consumidores um tablet de qualidade neste quesito. Com resolução de 1920 x 1200 full HD, o Nexus 7 deixa comendo poeira até mesmo seu principal concorrente, o iPad mini que tem "apenas" 1024 x 768 de resolução. Detalhe, o Nexus 7 custa US$ 100 a menos.
Tamanha resolução se dá, em parte, por conta do processador Snapdragon S4 de 1,5 GHz com 2 GB de RAM. Outra novidade é que o tablet é o primeiro dispositivo a sair da fábrica com Android 4.3 o que lhe garante total compatibilidade com as outras novidades que a Google está lançando no mercado - como o Chromecast. O Nexus 7 vem com 16GB de armazenamento. O ponto fraco aqui fica por conta da (inexplicável) falta do slot para cartões microSD. Ou seja, não é possível expandir a capacidade de armazenamento. Um erro grave da Google.
O Nexus 7 está com um design mais elegante, um pouco mais fino e um pouco mais leve que seu antecessor. Também podemos observar que com os cantos menos arredondados ficou melhor segurar o aparelho, temos mais "pegada". As câmeras não impressionam, mas também não fazem feio com 5 MP na traseira e 1,2 MP na frontal. No geral, a Google acertou de novo com seu Nexus 7. Sem dúvida, um dos melhores do mercado com alta performance e com um preço justo: US$ 229 no mercado americano.
Fonte: Mashable e Google
terça-feira, 4 de junho de 2013
Vine agora para Android
O aplicativo Vine está disponível agora na Google Play para usuários de Android (versão 4 ou superior). Para muitos, este é um dos apps mais interessantes lançados nos últimos meses.
Para quem ainda não conhece o Vine, ele é um aplicativo que permite gravar videos de até 6 segundos e postá-lo no Twitter ou Facebook. Virou uma verdadeira febre entre os usuário de iPhone nos EUA quando foi lançado em janeiro deste ano.
A grande sacada do Vine é que, para gravar, basta o usuário ficar com o dedo na tela. Bem simples. Mas este jeito novo de gerar videos deu às pessoas a chance de criar videos stop-motion - um toque, um frame. Não há a necessidade de edição. A duração do video também ajuda: com 6 segundos, ninguém se perde no roteiro.
Muita coisa interessante já foi feita pelos usuários do iPhone/iPad com o aplicativo. Agora, é a chance da galera do Android soltar a criatividade e inundar o mundo com mais e mais videos. De 6 segudos, apenas 6 segundos.
Fonte: Mashable
terça-feira, 7 de maio de 2013
Viber lança nova versão para smartphones e desktops
Chega ao mercado o Viber 3.0 que promete dar mais dor de cabeça para as operadoras de celulares. Nesta nova versão, o usuário, acostumado a usar o aplicativo no seu smartphone ou tablet (com 3G), poderá usar, pela primeira vez, o Viber no seu desktop.
Com versão para Mac e PC, o Viber 3.0 traz no seu pacote de novidades as video-chamadas. Desta forma, se consolida como um real concorrente do Skype, da Microsoft, e se distancia de outros aplicativos de troca de mensagens gratuitas como o popularíssimo WhatsApp ou mesmo o Lane ou WeChat.
As inovações Viber 3.0 visam fazer com que seus 200 milhões de usuários aumentem o uso do aplicativo. Hoje, segundo a empresa, apenas metade dos usuários usam o app pelo menos uma vez por mês. Por isso, a inédita versão para desktop. As video-chamadas são exclusivas entre desktops, mas, segundo o CEO Talmon Marco, a novidade se extenderá para as versões mobile.
No caso das mensagens de texto, os usuários poderão usar tanto o mobile como o desktop. Dependendo do dispositivo usado, o outro pára de receber os bips de recebimento de mensagens. Também foram adicionados os stickers popularizado pelo Lane e que fez muito sucesso entre os mais jovens.
A outra novidade da nova versão é o novo design do app para Android. Segundo informou Marco, inicialmente o design do Viber para o Android seguia o do iPhone. "Hoje", conta Marco, "existe uma nova aparência e sentimento distintos para Android, a interface 'Holo'. E agora trouxemos o Holo para o Viber", conclui.
O Viber está trilhando o caminho inverso do concorrente Skype, que surgiu como aplicativo para desktop e depois migrou para o mobile. Fazendo o oposto, o Viber mostra um amadurecimento como aplicativo pretendendo estar presente onde seu usuário está, não perdendo a identidade e aumentando os serviços oferecidos ao seu público. A Microsoft que fique atenta.
Fonte: Mashable
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Mais um "tijolão" da Samsung

A empresa sul-coreana Samsung anunciou o lançamento do maior smartphone do mercado, o Samsung Galaxy Mega 6.3 que vem com uma tela gigante de 6,3" polegadas superando o já colossal aparelho da chinesa Huawei, o Ascend D2 com surpreendentes 6,1" polegadas.
A Samsung anunciou que o Galaxy Mega 6.3 estará disponível primeiramente no mercado europeu e na Rússia a partir de maio. Na verdade, o novo dispositivo faz parte de uma nova linha de smartphones que conta também com lançamento de seu irmão "menor", o Galaxy Mega 5.8 com sua tela de 5,8" polegadas.
A Samsung informou que a "globalização" da linha Galaxy Mega será gradual e atenderá a demanda de cada mercado. Com isto, a gigante coreana mostra cautela no lançamento dos seus novos aparelhos para que não haja canabalização do seu market-share em praças onde a linha Galaxy Note tem desempenho bastante satisfatório.
Os aparelhos Galaxy Mega não vem com a S Pen, a canetinha da Samsung que agradou muito os consumidores deste tipo de smartphone. Equipado com processador 1.7GHz dual-core e 1.5GB de RAM, o Galaxy Mega 6.3 rodará Android 4.2 Jelly Bean e virá em versões de 8 GB e 16 GB de armazenamento interno, podendo ser expandidos com cartão microSD. Sua enorme tela não exibirá imagens em full-HD, com resolução de 720p o que, com certeza, será alvo de críticas.Seu irmão menor, o Galaxy Mega 5.8, terá uma resolução ainda menor, com 960 x 540, processador 1.4GHz dual-core e 1.3GB de RAM.
A Samsung confirma sua estratégia de estar presente em todas as segmentações possíveis de smartphones: dos mais baratos aos mais caros, dos mais simples aos mais sofisticados, dos menores aos maiores. Nenhuma empresa tem tantas linhas de aparelhos quanto ela. Parece estar dando certo em termos de presença e fatia de marcado. Para todos os gostos, existe um smartphone de Samsung disponível.
Fonte: Mashable
PC's tem a maior queda de vendas da história
Pesquisa realizada pelo IDC, empresa norte-americana de dados e pesquisas sobre o mercado tecnológico, apontou o que todo mundo já sabia: os computadores pessoais, ou PC's, não são mais as estrelas do mercado de informática. Foi registrado, de acordo com a pesquisa, a pior desempenho de vendas no primeiro trimestre dos computadores pessoais desde 1994, ano em que esta medição começou a ser feita.Foram comercializados 76,3 milhões de unidades de PC's no mundo no período de janeiro a março. Uma queda de 13,9% em relação ao ano passado. A queda se deu em todas as regiões do planeta e abrange tanto os tradicionais desktops como os laptops (ou notebooks). Os dados confirmam a migração do mercado para outros dispositivos como os tablets e smartphones. As pessoas não veem mais o PC como sua ferramenta de trabalho.
A pesquisa também mostra que mesmo o lançamento do Windows 8, na linha de softwares, ou dos ultrabooks, na linha dos hardwares foram suficientes para deter a queda. Os novos equipamentos, embora mais rápidos, mais leves e, até mesmo, mais bonitos não cativam mais os consumidores que preferem mobilidade e facilidade de uso.
O PC subiu no telhado!
Fonte: Mashable e IDC
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Twitter tornar-se plataforma de compra e venda
Nesta 4a-feira, o Twitter tornou-se uma plataforma de comércio eletrônico. O microblog agora abriga uma e-commerce onde seus usuários podem comprar ou vender mercadorias e serviços sem sequer sair da suas timelines.poderosa ferramenta de
Embora o CEO do Twitter, Dick Costolo, ter afirmado que pretendia oferecer aos seus clientes uma plataforma para comércio eletrônico, foi a empresa Ribbon que tornou isto possível. Sediada em São Francisco, a empresa de pagamento digitais criou um sistema onde os usuários podem colocar links customizados em seus post para venda de qualquer coisa. "Por baixo" do post, os interessados poderão ver o que está sendo oferecido por meio de foto e descrição. Caso queira efetuar a compra, basta clicar no link, entrar com os dados pessoais, cartão de crédito e finaliza a compra.
De fato, o processo de pagamento ocorre no ambiente da Ribbon, porém isto é transparente na timeline do usuário. A empresa já fez algo semelhante no Facebook, contudo, no Twitter, a implementação foi mais demorada. "No Twitter, a experiência não era como estávamos acostumados a fazer pois não conseguíamos fazer o in-stream", afirmou o CEO da Ribbon, Hany Rashwan."Em muitos aspectos, vemos que agora chegamos no Twitter da forma como desejávamos inicialmente", comemora.
Além de oferecer a plataforma de e-commerce no micro-blog, a Ribbon anuncia uma parceria com YouTube. Com ela, quem quiser vender seus produtos, poderá inserir links nos videos. Os compradores, ao clicarem, serão levados a página da Ribbon para finalizar a compra.
São os serviços online se multiplicando.
Fonte: Mashable
terça-feira, 9 de abril de 2013
Brasil é um dos mercados de apps que mais cresce no mundo
O brasileiros estão baixando cada vez mais aplicativos para seus smartphones e tablets. É o que aponta a pesquisa realizada pela empresa de consultoria e pesquisa Canalys realizada no primeiro trimestre do ano. De acordo com a pesquisa, a loja de aplicativos Google Play detém a maioria dos downloads realizados no mundo, com 51 do total%. Parte desta conquista se deu nos mercados emergentes, onde se encontra o Brasil, ao lado da África do Sul e Indonésia. Neles, o crescimento foi bem mais significativo.
Contudo, a pesquisa informou que apesar de ter a maioria dos downloads, não foi o Google, mas sim a Apple, que teve a maior receita, com 74% do que foi comprado. Isto faz da Apple Store a mais lucrativa loja de aplicativos do mercado mundial. Os demais concorrentes, como a Blackberry World e Windows Phone Store estão bem atrás em termos de participação do mercado. "Apple Store e Google Play permanecem sendo os pesos-pesados do mercado mundial de aplicativos", afirma Tim Shepherd, analista sênior da Canalys. Mas ele alerta que as duas demais concorrentes "ainda são adversários distantes, todavia não devem ser ingonados".
O mercado de aplicativos continua crescendo no mundo todo. Os usuários estão mais confiantes em baixar seus apps e a tendência é de alta para os próximos anos. No mercado americano, onde smartphones e tablet são itens corriqueiros, o crescimento de downloads neste primeiro trimestre foi de 8%, com o crescimento da receita de 6%. Juntas, as apps stores - Google, Apple, Blackberry e Windows - somaram 13,3 bilhões de downloads com um faturamento de US$ 2,2 bilhões. E vai aumentar.
Fonte: Mashable
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Facebook Home, aposta de Zuckerberg para dominar dispositivos Android
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook anunciou nesta semana mais uma ousada estratégia da rede social para dominar ainda mais a atenção dos seus milhões de ususários: o Facebook Home. O plano de Zuckerberg é transformar smartphones e tablets que rodam Android em plataformas Facebook, ou seja, todo o ambiente destes dispositivos estarão voltados para exibir os eventos do Facebook. Confuso? Então veja algumas das caractrísticas do novo aplicativo.Telas Cover Feed: enquanto o aparelho estiver rodando o Facebook Home, as telas exibirão o feed de notícias do perfil do usuário. Na tela principal ou na tela de bloqueio, o usuário terá listado as publicações de seus amigos.
Notificações: o ambiente do dispositivo exibirá todas os notificações dos eventos do Facebook como atualização do perfil de amigos, curtidas, imagens... tudo na tela principal.
Chats e mensagens: o Facebook está trabalhando para melhorar seu recurso de chat onde será possível a conversa com mais de um perfil. As mensagens, assim como os chats, poderão ser acessados por telas pop-up sem a necessidade de abertura do aplicativo.
Lançador de aplicativos: como o Facebook Home pretende tornar-se a plataforma do dispositivo, ele terá recurso para execução de outros aplicativos. Mas tudo dentro do FB Home.
Zuckerberg não deu detalhes sobre quais os aparelhos que rodam android serão compatíveis ao Facebook Home, mas informou que os aparelhos HTC One, HTC One X, Samsung Galaxy S III, Samsung Galaxy Note II e o futuro Samsung Galaxy S4 serão os dispositivos prediletos. O smartphone HTC First virá com o Facebook Home previamente instalado.
O lançamento do novo aplicativo da maior rede social do planeta será no dia 12 de abril. Para usá-lo, bastará que o usuário de o download no Google Play.
Apesar da novidade, o Facebook Home já encontra críticas e algumas dúvidas ainda pairam no ar. Será que os anúncios pagos virão nas notificações de push? Como fica a privacidade do usuário ao rodar o Facebook Home? A Facebook pretende substituir o android como sistema operacional? Estas questões, ao que parece, só serão respondidas que a partir do dia 12. Veremos.
Fonte: Mashable
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Disney fecha a LucasArts
Depois de adquirir a LucasFilm e todos os direitos sobre a franquia StarWars, a Disney resolveu fechar a
LucasArt, empresa do grupo voltada para o desenvolvimento de games. A Disney anunciou que pretende licenciar a outros produtores de games às marcas Star Wars e Indiana Jones. A empresa declarou em comunicado que "depois de avaliarmos nossa posição no mercado de games, decidimos alterar o modelo de negócios da LucasArts de um desenvolvimento interno para o modelo de licenciamento".
A LucasArt foi fundada em 1982, no início da segunda revolução dos games quando os jogadores começavam a jogar os jogos eletrônicos nos seus computadores pessoais. Nesta época, a LucasArts lançou games com a marca Star Wars, como o seu primeiro jogo em CD-ROM Rebel Assault, um grande sucesso. Outros títulos vieram e foram muito bem recebidos pelo público como Dark Forces, Day of Tentacle, Full Throttle e mais recentemente The Force Unleashed. Atualmente, a LucasArts trabalhava no games Star Wars 1313 que impressionou bastante os participantes da última E3.
Contudo, segundo informou a Disney, todos os projetos atuais que estavam em andamento foram suspensos, e "como resultado dessa mudança, nós tivemos demissões em toda a organização", informou em comunicado. Este é o fim da LucasArts, empresa que trilhou uma história de sucessos e fracassos e que não resistiu às enormes mudanças da revolução que o mercado digital está vivendo. Rest in Peace!
Fonte: Mashable e Wikipedia
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Wireframe e planejamento gráfico na web
Planejamento gráfico por meio de wireframe é uma importante etapa no processo de elaboração de qualquer website ou mobile site. Esta etapa de criação ajuda a reduzir custos no projeto tanto na área de design como na de desenvolvimento. Embora muitas vezes negligenciada, o projeto gráfico inicial permite a designers, clientes e programadores uma experiência visual completa antes mesmo de iniciar a primeira linha de código.
Para isto, o mercado oferece diversas ferramentas para criação de projetos inteiros sem a necessidade de criação do HTML ou qualquer código de desenvolvimento. Outro importante insight que estas ferramentas proporcionam é o estudo de acessibilidade dos sites. Sem dúvida, projetos wireframe ou prototipação podem evitar muitas horas de re-trabalho, reduzir as insatisfações do cliente e mesmo agilizar todo o projeto.
Algumas ferramentas, como o Axure, permite a criação de um website ou mobile site completo, com todas as telas, componente e formulários. Outros, como o Balsamiq, possue diversas galerias para a criação de um esboço gráfico não funcional, mas que permite a todos os envolvidos no projeto uma noção bem próxima do resultado final de como as telas serão apresentadas. Ou seja, cada ferramenta, gratuita ou paga, oferece recursos interessantes para iniciantes e para profissionais experientes. Tanto para websites ou mobile sites. Confira.
i) Axure: oference versões standart ou pro. É necessário dar download da aplicação. O Axure permite a criação de protótipos inteiros navegáveis por meio da sua interface drag-n-drop.
ii) Balsamiq: uma das mais ágeis ferramentas do mercado. Com uma tela de fácil compreensão, qualquer usuário pode fácil e rapidamente criar suas telas. Gratuito com versão paga.
iii) Proto: voltado para mobile sites e aplicações para smartphones e tablets em diversas plataformas.
iv) Moqups: com tecnologia HTML5, é uma boa e estilosa ferramenta para criação de projetos. Possuiu bibliotecas de componentes para iPhone e iPad.
v) UXPin: com templates para websites e mobile, é uma boa ferramenta para montagem de protótipos e projetos inteiros.
Fonte: Mashable
terça-feira, 26 de março de 2013
Facebook colocará respostas nos comentários, finalmente
A maior rede social do mundo continua em evolução. O Facebook agora terá o recurso de resposta aos comentários postados. Esta é uma reivindicação antiga dos seus milhões de usuários em todo mundo que agora, após meses de testes, será atendida pela gigante das redes sociais.Hoje, qualquer usuário que queira responder a um post específico em sua lista de comentários, tem que fazê-lo na própria lista ficando a resposta, muitas vezes, distante do desejado comentário. Pois isso vai mudar. A resposta virá abaixo do próprio comentário com um pequeno recuo para facilitar a visualização.
O Facebook continuará dando relevância ao engajamento dos usuários e da popularidade do post. Com isso, comentários mais "debatidos" aparecerão sobre outros menos relevantes. Contudo, a novidade estará disponível, por enquanto, para perfis com mais de 10.000 seguidores e para páginas de marcas e/ou empresas, as brand pages, nesta caso haverá a opção de ativar o recurso.
A empresa de Zuckerberg anunciou também, que as respostas só estarão disponíveis para a versão desktop da rede social. Usuários de dispositivos móveis ainda terão que esperar mais um pouco para responder seus posts nos tablets ou smartphones.
Fonte: Mashable
quarta-feira, 20 de março de 2013
Pinterest revigorado
Quando surgiu, em 2010, o Pinterest bombou. Chegou a milhões de usuários em poucos meses. A facilidade de pinar as imagens dos websites e compartilhá-las com amigos cativou o público principalmente o feminino. Categorias como moda, design e viagens foram - e ainda são -as mais badaladas. Porém, junto com o sucesso avassalador vieram também as críticas. Poucas opções de configurações, bugs e a pouco intuitiva interface com o usuário se foram as principais reclamações dos usuários.
Em virtude disto, o Pinterest está sendo remodelado. Claro que seus desenvolvedores ainda terão um duro trabalho pela frente para tornar suas páginas mais fáceis de usar assim como sua acessibilidade e layout. Contudo, esta nova versão comtempla uma série de melhorias que melhoram a experiência do público.
A seguir, podemos ver o infográfico com as principais delas e quais principais novidades.
Em virtude disto, o Pinterest está sendo remodelado. Claro que seus desenvolvedores ainda terão um duro trabalho pela frente para tornar suas páginas mais fáceis de usar assim como sua acessibilidade e layout. Contudo, esta nova versão comtempla uma série de melhorias que melhoram a experiência do público.
A seguir, podemos ver o infográfico com as principais delas e quais principais novidades.
Fonte: Mashable
terça-feira, 19 de março de 2013
Apple e Samsung vão brigar agora pelo seu pulso
Depois de semanas com vários boatos sobre o secreto projeto da Apple sobre um dispositivo de pulso - a quem o chame de iWatch - outro gigante parece ter entrado na briga. A Samsung anunciou, por intermédio de seu vice-presidente executivo, Lee Young-hee que pretende também lançar um "relógio" de pulso inteligente.
Segundo Young-hee, "estamos trabalhando muito duro nos preparando para isto. Nós fazemos produtos para o futuro e um relógio de pulso é definitivamente um deles". O vice-presidente da empresa coreana não deu mais detalhes sobre o smartwatch da companhia, mas deixou claro que a empresa está no jogo.
Até agora, a Apple não deu nenhuma confirmação ofical à respeito do seu smartwatch mesmo após a entrevista do executivo da sua principal concorrente. O único indício foi o registro de patente da empresa para "dispositivos e acessórios de vestir" (wearable accessory device).
Fonte: Mashable
Google Babble, o serviço unificado dos chats da Google
A gigante Google possui diversos serviços de comunicação e troca de mensagens dentro de seu vasto repertório de aplicações. Google Talk, Google+ Hangout, Chat for Drive, Messenger e Google Voice são serviços muito usados pelos os usuários no mundo todo. Contudo, estes programas utilizam diferentes plataformas sendo impossível a intercomunicação entre eles. Na verdade, apenas o GTalk e o G+ tem integração, mesmo assim o serviço deixa a desejar.
Segundo algumas fontes, a Google quer acabar com isso e estaria desenvolvendo um serviço de chat universal. Ou seja, usuários em diferentes aplicativos poderiam trocar mensagens, imagens, conversar e até compartilhar arquivos em conjunto. De acordo com o website Geek.com, a Google deseja há muito tempo unificar a plataforma de comunicação de seus serviços. E segundo "múltiplas fontes", o nome do projeto seria Babble (balbuciar, em tradução livre). O serviço seria uma integração comunicacional completa entre seus aplicativos onde as pessoas poderiam compartilhar arquivos no Google Drive e abrir conferência via Hangout ao mesmo tempo e para qualquer pessoa da sua lista do Gmail.
Se for verdade, o Babble seria mais uma aposta da Google numa tendência que a companhia vem mostrando desde o fim de 2011: a unificação de serviços e a criação de alternativas em relação à concorrência. No caso do Babble, a empresa de Palo Alto pretende ultrapassar serviços como o iMessage, da Apple, e o Blackberry Messenger (ou BBM) da Blackberry.
Fonte: Mashable
sexta-feira, 15 de março de 2013
Chega o novo Samsung Galaxy S 4
Mas o que interessava mesmo era o smartphone. Ao que tudo indica ele não decepcionou. O Galaxy S 4 traz robustos upgrades se comparado com seu antecessor, o Galaxy S III. Uma delas é a possibilidade de ter o aparelho com processador de oito núcleos (isto mesmo, oito) de 1.6Ghz e 2GB de RAM. Esta configuração dá ao aparelho uma preformance invejável até mesmo pelo seu principal concorrente, o iPhone 5. Outra configuração disponível será o processador de quatro núcleos de 1.9Ghz.
A tela do S 4 é um pouco maior do que a do S III tendo 5" com resolução de 1080p Super AMOLED. Ele é mais fino e mais leve também. Mas, à primeira vista, é fácil confundir pois os dois, são realmente muito parecidos. Contudo, não compromete em nada o irmão mais novo até porque o S III foi o smartphone Android mais vendido no mercado até hoje.
A principal novidade mesmo estão nas câmeras do S 4. Com 13 mega-pixels de resolução na câmera traseira e 2 mega-pixels na frontal, o dispositivo traz profundas melhorias tanto no hardware como no software. Uma delas é a capacidade de tirar fotos simultâneas com ambas as câmeras e depois mesclar as fotos numa só. Isto, na verdade, não é novidade pois o LG Optimus G Pro faz o mesmo truque.
Outra interessante inovação do smartphone Samsung Galaxy S 4, que vem como novíssimo Android 4.2.2, é o Group Play, que permite aos usuário compartilhar músicas com outras pessoas a sua volta. Mas não é só isso, no Group Play a pessoa pode tocar uma música e fazer com que outros dispositivos toque a mesma música simultaneamente, transformando-os em receivers remotos.
A gigante coreana investiu pesado no seu principal smartphone e trouxe atualizações inovadoras em seu principal aparelho. Ao que tudo indica, o S 4 conseguirá manter o mesmo sucesso do seu irmão mais velho, o Galaxy S III fazendo da Samsung a segunda principal empresa de smartphones do planeta, atrás apenas da empresa da maçã. Por pouco tempo, é o que querem seus executivos. O mercado dirá quem vai ganhar.
Font: Mashable
segunda-feira, 11 de março de 2013
Realidade Aumentada para qualquer superfície
Uma das tecnologias mais impressionantes dos últimos anos é, sem dúvida, a realidade aumentada ou augmented reality, em inglês. Ela impressiona porque consegue unir o mundo real ao universo digital. Poder observá-los juntos e interagindo é fantástico. Contudo, para ser útil, a realidade aumentada depende muito de um ambiente controlado para que os efeitos virtuais funcionem de forma satisfatória para o público em geral.
O aplicativo gratuito Augment promete resolver muitos dos problemas encontrados para uma aplicação mais simples de realidade aumentada. Disponível para iOS e Android, o Augment exibe modelos em 3D em praticamente qualquer superfície. Para isto, é necessário ter à mão um mapeador, chamado de tracker pelo app, sobre o qual o modelo virtual irá aparecer. Caso você não tenha, o próprio aplicativo cria um para você, rastreando capas de revistas ou folhetos. Você também pode baixar e imprimir o tracker disponibilizado pelo Augment.
O resultado é bem interessante. E pode ser um aliado poderoso dos sites de vendas. Compras de mercadorias grandes como sofás, televisores ou pequenos móveis não são o forte de empresas como eBay ou Amazon. Um dos motivos para isto é o risco que o comprador tem ao comprar algo grande para sua sala sem saber como ficará. Com o Augment, este risco pode ser, pelo menos, minimizado.
Outro bom uso para o aplicativo é a criação de ações promocionais que impressionem as pessoas. Por exemplo, a foto de um personagem animado ao lado de uma criança real, ou um corretor pode mostrar como um imóvel vazio ficará depois de mobiliado. Enfim, são inúmeras a possibilidades para realidade aumentada. Agora, acessível para todos os donos de tablets e smartphones.
Fonte: Mashable
quinta-feira, 7 de março de 2013
Por que aplicativos Android demoram tanto a chegar?
Para os usuário de smartphones, uma coisa é certa: o que torna o dispositivo útil, versátil, tecnologicamente avançado e até mesmo fashion é a capacidade de ele poder rodar os mais modernos e populares aplicativos. Caso contrário, nada feito.
Neste ponto, iOS e Android são as principais plataformas de apps do mercado. Mas existe uma diferença. O sistema iOS, da Apple, possui muito mais diversidade de aplicativos do que o Android. E não pára aí, os usuários de iPhone/iPad saem na frente em muitos casos tendo acesso aos aplicativos antes de eles saírem para Android. Por que isto acontece? Afinal de contas, a quantidade de usuários Android é bem superior aos de iOS.
Uma das justificativas é o grande números de dispositivos diferentes que "rodam" Android. Se computarmos todos os fabricantes de smartphones e tablets que rodam a plataforma do Google, chegamos a 331 tipos diferentes de aparelhos. Os desenvolvedores tem com isto um trabalho hercúleo para adaptar, testar e desenvolver seus programas em um universo tão vasto de dispositivos. Quem fez esta conta foi a Flurry, empresa que pesquisa, análise e desenvolvimento de aplicativos mobile.
Contudo, este tipo de problema não é só para os desenvolvedores Android. Mesmo desenvolver para iOS requer flexibilidade técnica. Por exemplo, usuários de iPhone 4 podem ter em seus aparelhos as versões iOS4, iOS5 ou iOS6. Mesmo assim, não chega nem perto da quantidade de combinações de sistemas operacionais e aparelhos para quem desenvolve para Android.
Ainda segundo os dados da pesquisa da Flurry, os usuários da Apple, mesmo sendo em menor número, são 14 vezes mais ativos dos que os do Android. Mesmo se contarmos apenas os usuários da Samsung, os mais populares dispositivos Android, a conta cai para 8 vezes. Em outras palavras, um usuário da Apple vale 8 usuários Samsung. E isso conta muito quando se trabalha desenvolvendo e vendendo aplicativos.
Segundo o desenvolvedor sueco Johan Emil Johansson, para "viver decentemente, um profissional tem que vender no mínimo 50 apps por dia ao custo de US$ 1 cada". Em virtude disto, a conclusão do estudo realizado pela Flurry acredita que "o mercado de aplicativos móveis será composto cada vez mais de empresas e menos de indivíduos". É a maturidade natural dos mercados. No entanto, os usuários Android ainda terão ver os aplicativos rodando primeiro em iPhones antes de verem nos seus dispositivos.
Fonte: Mashable
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
O console OUYA, baseado em Android, está prestes a virar realidade
Um record foi batido na Kickstarter - crowdfunding voltada para novos projetos tecnológicos - o OUYA conseguiu levantar em apenas 24 horas mais do que os US$ 950 mil necessários para tocar um dos projetos mais inovadores na área de games: um console para jogos independentes baseado na tecnologia aberta Android (a mesma dos smartphones e tablets).
O projeto, quando anunciado pelo sua CEO e fundadora, Julie Uhrman, parecia ousado demais. Entrar num mercado competitíssimo como o dos games, onde já atuam gigantes como Sony, Microsoft e Nintendo, apostando todas as fichas nos desenvolvedores independentes de games. Contudo, o mercado respondeu rápido e o OUYA já levantou o equivalente a US$ 8,6 milhões. Uhrman afirmou em seu blog que está dentro do cronograma e entregará os primeiros consoles em junho.
O fato é que os principais líderes do mercado, Sony com o Playstation 3 e Microsoft com o Xbox 360, estão vivendo um período de marasmo comercial. O anúncio do PS4 não foi um dos mais empolgantes e especula-se que a Microsoft não tem ainda uma plataforma inovadora o suficiente que convença seus consumidores a comprar o Xbox 720 (este é apenas o "apelido" no novo console).
O OUYA é, na verdade, mais um projeto que busca preencher o vácuo deixado pelas grandes. E não é o único. O público viu com bons olhos o lançamento da Valve, o Big Picture capaz de integrar o PC, a plataforma de games Steam e a televisão. Desta forma, os jogadores podem jogar seus jogos na TV "libertando-se" do monitor do computador.
O mais interessante é que novidades estão sendo apresentadas na área dos games nos últimos meses e darão mais opções ao jogadores. O OUYA tem a proposta, além de ser uma plataforma independente, de ser um console barato, US$ 99. O Big Picture, além dos games, é também uma nova forma de navegar na web. Que venham as novidades. É bom as gigantes se mexerem para não verem, no futuro, seu fiéis jogadores mudando de plataforma em busca de novas experiências... e games, claro!
Fonte: Mashable
O projeto, quando anunciado pelo sua CEO e fundadora, Julie Uhrman, parecia ousado demais. Entrar num mercado competitíssimo como o dos games, onde já atuam gigantes como Sony, Microsoft e Nintendo, apostando todas as fichas nos desenvolvedores independentes de games. Contudo, o mercado respondeu rápido e o OUYA já levantou o equivalente a US$ 8,6 milhões. Uhrman afirmou em seu blog que está dentro do cronograma e entregará os primeiros consoles em junho.
O fato é que os principais líderes do mercado, Sony com o Playstation 3 e Microsoft com o Xbox 360, estão vivendo um período de marasmo comercial. O anúncio do PS4 não foi um dos mais empolgantes e especula-se que a Microsoft não tem ainda uma plataforma inovadora o suficiente que convença seus consumidores a comprar o Xbox 720 (este é apenas o "apelido" no novo console).
O OUYA é, na verdade, mais um projeto que busca preencher o vácuo deixado pelas grandes. E não é o único. O público viu com bons olhos o lançamento da Valve, o Big Picture capaz de integrar o PC, a plataforma de games Steam e a televisão. Desta forma, os jogadores podem jogar seus jogos na TV "libertando-se" do monitor do computador.
O mais interessante é que novidades estão sendo apresentadas na área dos games nos últimos meses e darão mais opções ao jogadores. O OUYA tem a proposta, além de ser uma plataforma independente, de ser um console barato, US$ 99. O Big Picture, além dos games, é também uma nova forma de navegar na web. Que venham as novidades. É bom as gigantes se mexerem para não verem, no futuro, seu fiéis jogadores mudando de plataforma em busca de novas experiências... e games, claro!
Fonte: Mashable
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Código encontrado em atualização do YouTube indica canais pagos num futuro próximo
Desde o ano passado, há boatos sobre o YouTube oferecer aos canais pagos. Internautas do mundo inteiro criticam o fato de possibilidade virar realidade. Para reforçar os boatos e acirrar os ânimos, foi encontrado um código na última atualização do aplicativo do YouTube que sugere que o Google está, de fato, pensando em cobrar por canais de conteúdo exclusivo.
Chamado de Android Police, o código fala em "assinatura para canais pagos no YouTube". Veja o código abaixo:
<string name="paid_channel_subscribe_message">You can only subscribe to this paid channel on your computer.</string>
<string name="paid_channel_unsubscribe_message">You can only unsubscribe from this paid channel on your computer.</string>
Claro que ainda é apenas um código prevendo credenciamento/descredenciamento por parte do usuário à canais pagos. Contudo, o código sozinho não quer dizer muita coisa. Porém, em janeiro desde ano, a AdAge relatou que o Google já tinha contactado um pequeno número de produtores para seus canais. Em resposta ao AdAge, um representando do Google afirmou: "temos mantido por muito tempo que o conteúdo requer diferentes tipos de modelos de pagamento. O importante é que, independentemente do modelo, os desenvolvedores tiveram sucesso na plataforma. Há uma grande quantidade de produtores do nosso conteúdo que pensam que se beneficiariam de assinaturas, por isso estamos olhando para isso".
Tudo aponta para canais pagos no maior serviço de compartilhamento de videos da web. O nome do serviço será paid-to-view channels. O consolo é que as negociações e o desenvolvimento está focado, por enquanto, para os dispositivos desktop, os mobiles ainda estão de fora. Por enquanto, por enquanto...
Fonte: Mashable
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Aplicativo sincroniza várias sequências de video
Entre os vários posts de hoje - é claro que a grande maioria sobre o mega evento do Oscars 2013 - percebemos um em especial que pode, de certo modo, revolucionar (sim, a palavra é esta) a divulgação de videos amadores e semi-profissionais na grande rede.
Em 2005, um serviço chamou a atenção do grande público ao permitir a publicação de videos na rede tornando cada usuário um potencial "produtor" de filmes dada a facilidade de propagação que estes filmes poderiam ter na internet. O impacto deste serviço foi irreversível, seu nome é YouTube. Um ano depois, os jovens do PayPal fundadores do site venderam seu negócio ao gigante de buscas Google. Hoje é quase impossível imaginar a web sem ele.
Mesmo o YouTube, um dos serviços que mais movimentam a internet em trânsito de dados no mundo, apresenta sinais de cansaço. O Google se esforça para mantê-lo conectado a praticamente todas as redes sociais relevantes do planeta. Contudo, há algo que nem o Google conseguiu resolver: todos os videos publicados no YouTube são a visão única de um usuário. Não há como compartilhar a transmissão. Em outras palavras: o vídeo em si não se relaciona com outros muitas vezes produzidos num mesmo momento e no mesmo lugar.
É exatamente neste gap que um serviço web pretende fincar suas raizes. O Switchcam Director sincroniza filmes de diferentes dispositivos e junta tudo numa mesma "transmissão". O algorítmo procura, inclusive, a sincronização do som entre as diversas fontes de video. O resultado é realmente surpreendente. O serviço ainda está na sua versão beta, mesmo assim já diz ao que veio.
O Switchcam Director almeja ser o crouwdsourcing para produção de videos multi-canais. Desta forma, usuários diferentes poderão postar seus videos e vê-los fazer parte de uma produção maior. Será esta a alternativa definitiva ao broacast tradicional das grandes redes de televisão? Por muito menos, empresas grandes apostaram no YouTube como veículo alternativo de video. E agora? Já imaginou assistir ao jogo do seu time sob um número quase ilimitado de câmeras? Ou um show sob qualquer ponto de vista?
Incrível!
Fonte: Mashable
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