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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
A barreira do consumo de midia digital entre TV e internet foi quebrada
O dado é inédito: nos Estado Unidos, as pessoas que consomem mídia digital ficam mais tempo na internet do que na televisão. De acordo com estudo realizado pelo eMarketer, o americano médio gasta 4 horas e 40 minutos do seu dia na internet - entre dispositivos móveis e desktops - superando o tempo gasto assistindo TV, de 4 horas e 31 minutos.
Apesar da diferença apertada, a relevância dos números se dá por conta de uma tendência constatada a partir de 2010. A popularização da internet móvel e dos aparelhos mobile é o marco crucial para esta mudança de comportamento do público americano. E temos razões para acreditar que o mesmo ocorrerá por aqui.
Para se ter uma ideia da velocidade desta mudança, em 2010, a eMarketer apurou o tempo gasto pelo americano médio na internet usando celulares. O resultado foram modestíssimos 24 minutos. Ou seja, em três anos, este tempo aumentou mais de cinco vezes.
No Brasil, o mercado de tablets e smartphones cresce a uma taxa vertiginosa. Dados da empresa Flurry, especializada em análise de mercado mobile, em abril deste ano constatou que o número de aparelhos dobrou nos últimos 12 meses - isto mesmo, 100% de aumento. Crescimento muito semelhante, aponta a Flurry, também ocorreu nos outros países do BRIC (Rússia, Índia e China). Nos demais países da América Latina e da África o crescimento do mercado mobile foi menor, porém não menos significativo.
Talvez a revolução da internet móvel repita com a televisão o mesmo que ocorreu com a mídia impressa onde revistas tradicionais, como a Newsweek, e jornais centenários, como o brasileiríssimo JB, simplesmente deixaram de existir fisicamente e migraram integralmente para os bytes da Grande Rede.
Fonte: Mashable , eMarketer e Exame
quarta-feira, 31 de julho de 2013
O novo Nexus 7 da Google
Quando o tablet Nexus 7 foi lançado há um ano atrás, criou-se um novo patamar para a linha de dispositivos Android de 7". Antes dele, a categoria era uma bagunça com diversos aparelhos de baixa performance, baixo desempenho e de pouca produtividade. O Kindle Fire, da Amazon, foi o único a se destacar mesmo não sendo propriamente um tablet Android.
Agora, novamente, o tablet Android Nexus 7 demonstra o mesmo vigor tecnológico do seu antecessor. Chama a atenção o primor das imagens deste dispositivo. Nota-se que a Google, de fato, se preocupou em dar aos seus consumidores um tablet de qualidade neste quesito. Com resolução de 1920 x 1200 full HD, o Nexus 7 deixa comendo poeira até mesmo seu principal concorrente, o iPad mini que tem "apenas" 1024 x 768 de resolução. Detalhe, o Nexus 7 custa US$ 100 a menos.
Tamanha resolução se dá, em parte, por conta do processador Snapdragon S4 de 1,5 GHz com 2 GB de RAM. Outra novidade é que o tablet é o primeiro dispositivo a sair da fábrica com Android 4.3 o que lhe garante total compatibilidade com as outras novidades que a Google está lançando no mercado - como o Chromecast. O Nexus 7 vem com 16GB de armazenamento. O ponto fraco aqui fica por conta da (inexplicável) falta do slot para cartões microSD. Ou seja, não é possível expandir a capacidade de armazenamento. Um erro grave da Google.
O Nexus 7 está com um design mais elegante, um pouco mais fino e um pouco mais leve que seu antecessor. Também podemos observar que com os cantos menos arredondados ficou melhor segurar o aparelho, temos mais "pegada". As câmeras não impressionam, mas também não fazem feio com 5 MP na traseira e 1,2 MP na frontal. No geral, a Google acertou de novo com seu Nexus 7. Sem dúvida, um dos melhores do mercado com alta performance e com um preço justo: US$ 229 no mercado americano.
Fonte: Mashable e Google
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