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terça-feira, 21 de março de 2017
Google releva novos padrões para o YouTube
Semana passada, alguns anunciantes de peso retiraram suas campanhas do YouTube ao verem seus anúncios vinculados em vídeos de conteúdo extremista ou mesmo ofensivo. Entre eles estão empresas como Volkswagem, Tesco e o governo britânico.
Nesta segunda-feira, o Google se mexeu. Em resposta ao ocorrido, a gigante de buscas e dona do YouTube publicou um novo plano de ação referente à vinculação de anúncios em seus vídeos. Para aliviar as preocupações, o executivo de negócios Phillipp Schindler apresentou detalhes das proteções que serão expandidas a partir das próximas semanas.
A princípio, a empresa ampliará as definições para conteúdo impróprio - àqueles considerados ofensivos ou mesmo os que aparentam ser cópias de um conteúdo legítimo - e elevar a importância daqueles conteúdos cuja propaganda é permitida.
Hoje, a política do Google sobre o que pode ser monetizado no YouTube concentra-se em excluir conteúdo que incita a violência, mas agora será extendido a vídeos com linguagem grosseira e depreciativa direcionada a gênero ou religião de outras pessoas por exemplo.
Phillipp Schindler promete que o Google contratará "um número significante de pessoas" para reforçar o processo de notificação e exclusão destes conteúdos. Ele afirma também que a empresa fará uso de inteligência artificial para acelerar as revisões sobre os conteúdos denunciados. "Em breve, nós estaremos áptos a resolver estes casos em menos de algumas horas", disse o executivo. Vamos aguardar.
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Fonte: FT.com
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Google com novas ferramentas de publicidade e novos acompanhamentos e métricas
O Google mostra-se disposto a renovar sua principal fonte de receita: publicidade online. Vimos no post anterior que a gigante das buscas está com novas ferramentas para divulgação e propaganda online, o "Customer Match" e o "Click-to-Buy Product Cards". Mas tem mais.
Divulgação de Aplicativos (Android, claro!)
Um outro produto bastante interessante não vai deixar de fora a publicidade dos aplicativos Android. Para as empresas que tem aplicativos ou agências que trabalham para seus clientes que tem aplicativos na Google Play, é oferecido agora uma ferramenta de divulgação desses apps que, segundo o próprio Google, "é uma nova forma de promover seu app por meio de vários canais".
O Novo "Universal App Campaigns" foi desenvolvido para alcançar os consumidores de múltiplas maneiras diferentes. Este novo AdWords permite aos profissionais de marketing chegar nos clientes dos aplicativos por meio do sistema de busca do Google assim como a própria Google Play, o YouTube e o Google Display Network (GDN). Para disparar este novo tipo de campanha, é necessário apenas seguir alguns passos como configurar o custo-por-instalação e deixar que o Google cuida de todo o resto para fazer com que seu app apareça para os consumidores certos, na hora certa e no lugar certo. E mais, o Google adiciona imagens, vídeos e descrição do seu aplicativo automaticamente gerando novas propagandas otimizadas por meio de toda a Google Network.
Conhecendo as Pessoas que pesquisam no YouTube
Talvez sua campanha de marketing tenha que ser disparada por uma ação específica como, por exemplo, numa assinatura de newsletter ou na compra de um produto, as pessoas, neste momento, que verão seu anúncio podem estar inclinadas a procurar pelo seu negócio online. O Google já disponibiliza aos anunciantes que querem entender melhor quando suas marcas e palavras relevantes são digitadas na busca do Google. Agora, está capacidade estará disponível nas buscas do YouTube.
Conteúdos de vídeo alcançam hoje maiores níveis de quantidade e de qualidade e é muito razoável para alguém que pesquise por sua marca, empresa ou produto seja mapeado pelo sistema de buscas do Google. Por isso que agora, quem pesquisa no YouTube também terá papel relevante nas métricas do "Google Brand Lift". Isto permitirá aos anunciantes checarem se seus anúncios estão chegando àqueles que pesquisam por vídeos usando palavras-chave relevantes no YouTube. Essas novas métricas ajudarão a medir o impacto das campanhas no maior canal de vídeos do mundo.
Fonte: Social Media Week
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Google Anuncia Novos Tipos de Propaganda para Profissionais de Marketing
Por anos, os profissionais de marketing confiaram cegamente no Google para fazer com que seus anúncios alcançassem os indivíduos online, principalmente por meio da sua plataforma de busca, o Gmail e o YouTube. Hoje, por conta de tanto conteúdo e mensagens voando por aí na Internet, nossos dispositivos móveis e até mesmo o nosso mundo físico, decisões são tomadas de forma incrivelmente rápidas. Estamos na era das compras por impulso, anúncio relevante, re-targeting e conteúdos de alta qualidade, todos os quais sendo excelentes ingredientes para campanhas publicitárias efetivas.
O Google compreendeu a mudança do cenário atual e decidiu ajudar os profissionais de marketing, aqueles que usam há anos o Google Ads. Para isso, a gigante das buscas pretende usar todo o seu arsenal de ferramentas e dados focando em novos produtos de divulgação e propaganda. Se o seu negócio tem uma lista de emails de qualquer tipo como consumidores, ganhadores de promoções ou assinantes de newsletters, você poderá se direcionar para estas pessoas novas campanhas usando a nova ferramenta do Google chamada "Customer Match". Esta é mais uma dentre outras novidades que estão sendo apresentadas. Confira.
Envie e direcione sua lista de emails com o Customer Match
Oferecer propaganda aos seus mais importantes e valiosos clientes ficou mais fácil. Uma nova modalidade de publicidade do Google chamada de Customer Match permitirá aos anunciantes enviarem listas de endereços de email que poderão ser identificadas e pareadas com os usuários do Google de uma maneira segura e prática. Uma vez feito o envio, você poderá criar e entregar campanhas direcionadas para as pessoas contidas nas listas e com contas ativas no Google.
Além do direcionamento aos clientes existentes, você também poderá entregar sua propaganda ao que o Google chama de "Público Similar", que são pessoas com características e interesses similares àqueles da lista dos emails originais. Sem dúvida, um poderoso recurso para os publicitários e profissionais de marketing.
Cards de Produtos Click-e-Compre em Vídeos do YouTube não-proprietários
No inicio deste ano, o YouTube anunciou novas formas para as empresas e marcas divulgarem seus produtos em vídeos próprios, ou seja, de sua autoria. Agora, em um novo upgrade, o canal permitirá a exibição de propaganda do tipo "click-e-compre" em parceiros de vídeos do YouTub. Não mais restrito aos seus próprios vídeos, anunciantes poderão transformar qualquer vídeo relevante, de autoria própria ou não, em uma loja digital.
Não será apenas o YouTube o responsável pela divulgação, mas profissionais de marketing, influenciadores e marcas também o serão, com a oportunidade de novos fluxo de receitas. Eles também terão acesso para criar novas experiências para o público através do YouTube Cards.
Amanhã falaremos sobre as outras novidades do Google para publicidade e marketing digital. Até lá.
Fonte: Social Media Week
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Pagamento Mobile: O Novo Confronto de Titãs
Smartphones e tablets definitivamente passaram a fazer parte do cotidiano da maioria das pessoas que moram em centros urbanos. Estes dispositivos portáteis permitem àqueles que os carregam executar as mais diversas funções, do lazer ao trabalho. Por conta disto, esses aparelhos viraram alvo de uma grande batalha de titãs numa área até então pouco usada pelas as grandes companhias financeiras: o de pagamento móvel.
Hoje, tanto no gigantesco mercado norte-americano como no nosso queridíssimo Brasil, empresas de grande porte estão se engalfinhando para se lançar à frente da concorrência neste que promete ser um negócio colossal. Previsões segundo o site Forrester, falam de um mercado de 90 bilhões de dólares em 2017 nos EUA. Para se der uma ideia, no ano de 2012, este mercado movimentou a cifra de US$ 12.3 bilhões. Ou seja, a taxa de crescimento prevista no mercado norte-americano será de 48% ao ano. Um assombro.
Briga de cachorro grande
A chegada da Amazon ilustra, de certa forma, como as empresas estão ávidas por este mercado não querendo dar brecha a nenhum concorrente. A gigante do varejo está travando um queda de braço com a novata Square na questão de percentual de comissão. A Square cobra de seus clientes 2,75% por transação enquanto a Amazon, para desbancar a concorrente, está oferecendo até o final do ano uma taxa de 1,75%. Tal estratégia da Amazon suscitou discussões sobre como a Square enfrentará esta guerra.
Mercado em crescimento
Contudo, o pagamento móvel pode ser feito também por meio de outra tecnologia. Smartphones dotados do recurso Near Field Communication (NFC) - algo como comunicação de curto alcance - também são capazes de realizar pagamentos apenas aproximando-se o aparelho de uma maquina leitora de cartões compatível com NFC. Estimativas indicam que até 2018, 80 milhões de pessoas estarão usando uma ou outra tecnologia de pagamento móvel por aqui.
Esta nova modalidade já é uma realidade. Não tenha dúvidas que, em breve, você verá um colega de trabalho, um amigo ou mesmo um familiar sacando o celular para pagar a conta do restaurante, ou testemunhará sua amiga comprando um cappuccino aproximado o smartphone de uma maquininha de cartão, ou mesmo o taxista recebendo o pagamento da corrida no celular dele. Notável mundo novo!
fontes: Mashable, Exame e FastCompany
terça-feira, 15 de julho de 2014
Google e Novartis Montam Parceria para Fabriação de Lentes de Contato Inteligentes
A gigante farmacêutica suíça Novartis anunciou esta semana que firmou uma parceria com a Google para produzir uma "lente de contato inteligente". O desenvolvimento do minúsculo dispositivo ajudará diabéticos a monitorar suas taxas de glicose diárias. A lente inteligente dirá ao "paciente" quanto de açúcar há em sua lágrima por meio de um diminuto sensor de glicose e um chip wireless. Este procedimento dispensará o uso de agulhas e sangue. Embora os valores do acordo não tenham sido divulgados, a esperança é de que a parceria entre as duas companhias acelere o processo de pesquisa e desenvolvimento deste revolucionário dispositivo.
A parceria Novartis/Google também está licenciando um sistema eletrônico ótico em miniatura com o objetivo de tratar de doenças oculares. A ideia é fabricar uma lente que possa ajudar as pessoas com presbiopia, a popular vista cansada. Com ela, o paciente não precisaria mais espremer os olhos para ler de perto e poderia, até mesmo, dispensar o uso dos óculos. A smartlens compensaria a falta de foco proveniente pela perda de elasticidade do cristalino funcionando como uma lente auto-focus "instalada" diretamente nos olhos.
Este projeto não é a versão Google Glass em lentes de contato - embora a Google esteja trabalhando em algo parecido. Mas a aliança com a Novartis mostra como a gigantes das buscas está interessada em desenvolver as mais diversas plataformas de dispositivos "para vestir" e não apenas aqueles que são colocados nos pulsos.
fonte: Fast Company
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Da Jujuba para o KitKat
A nova versão do Android 4.4 vai se chamar KitKat. Surpreendente, não é mesmo? Talvez não o fato da Google escolher novamente um doce para nomear sua nova versão do OS móvel mais usado do mundo. A empresa fez o mesmo com versões anteriores como Cupcake, Froyo, Gingerbread (pão de gengibre) e mais recente Jelly Beam (jujuba). Mas esta é a primeira vez que usa o nome de uma marca famosa.
A Google afirma não violar nenhuma lei de marca registrada e garante a decisão foi tomada porque "KitKat tem sido o doce favorito da equipe por algum tempo, então para esta versão K, perguntamos se eles gostariam de dar o nome da icônica barra de chocolate à ela". Um representante da Google garantiu que não houve dinheiro envolvido no negócio.
Muitos apostavam que o novo nome seria Key Lime Pie (algo como torta de limão). Bom, perderam!
Fonte: Mashable
A Google afirma não violar nenhuma lei de marca registrada e garante a decisão foi tomada porque "KitKat tem sido o doce favorito da equipe por algum tempo, então para esta versão K, perguntamos se eles gostariam de dar o nome da icônica barra de chocolate à ela". Um representante da Google garantiu que não houve dinheiro envolvido no negócio.
Muitos apostavam que o novo nome seria Key Lime Pie (algo como torta de limão). Bom, perderam!
Fonte: Mashable
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
O ponto de estrangulamento
Cedo ou tarde, todas as empresas de mídia pública irão em busca do ponto de estrangulamento, o lugar onde eles podem encontrar o descanso em termos de atenção e monetização.
FACEBOOK contou a você e a todo mundo: construa seu conteúdo aqui no nosso site e nós faremos as coisas ficarem fáceis, para que, sem esforço, você compartilhe com seus amigos e os amigos dos amigos. Com o tempo, é claro, a confusão leva a menos compartilhamentos, e agora você pode pagar para que eles promovam seu trabalho para todas as pessoas que antes batiam lá de graça. Eles tem o controle do recurso escasso (atenção) e estão construindo um negócio em torno dele.
LINKEDIN abordou vários blogueiros nos últimos anos e pediu a eles que contribuíssem com posts originais no site do LinkedIn. Em troca, eles direcionariam vários leitores para estes conteúdos. Claro, não é difícil de ver que em breve isto se tornará um jardim isolado, uma plataforma deles e onde eles podem cobrar uma tarifa. Eles tem o controle do recurso escasso (atenção) e estão construindo um negócio em torno dele.
GOOGLE cancelou o leitor RSS deles porque RSS é gratuito, um serviço que não estrangula, que é difícil colocar um preço. Por outro lado, quando você constrói sobre a plataforma deles, você se torna parte do ecossistema deles, a um clique de qualquer forma de receita. Eles tem controle sobre um escasso recurso (atenção) e estão construindo um negócio em torno dele.
Vale notar que o GMAIL descobriu (atuando, ao que parece, em nome dos usuários) como usar as guias para diferenciar emails "primários" e "promoções". Se você está acostumado a receber este blog por email, grande chance de você não tê-lo visto há algum tempo, isto porque, mesmo que não seja uma promoção, mesmo que você tenha assinado para recebê-lo, por padrão, não está na sua guia de promoções (fácil de consertar, a propósito,basta arrastar o email para a pasta principal). Enquanto estas guias provavelmente gravam para você os email que são, de fato, promoções, elas também fornecem ao Gmail um ponto de estrangulamento no futuro, porque as pessoas que controlam em quais guias os emails chegam são poderosas, na verdade.
Eu poderia seguir com outras empresas e outras plataformas, mas você já pegou a ideia.
Frequentemente, nós vemos que se você não é o consumidor, você é o produto. "Grátis" geralmente significa "você não manda". A corrida continua para ter a sua atenção.
O livro de Tim Wu sobre a história deste processo é uma leitura obrigatória para quem faz mídia.
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Texto original em Seth's Blog
quarta-feira, 31 de julho de 2013
O novo Nexus 7 da Google
Quando o tablet Nexus 7 foi lançado há um ano atrás, criou-se um novo patamar para a linha de dispositivos Android de 7". Antes dele, a categoria era uma bagunça com diversos aparelhos de baixa performance, baixo desempenho e de pouca produtividade. O Kindle Fire, da Amazon, foi o único a se destacar mesmo não sendo propriamente um tablet Android.
Agora, novamente, o tablet Android Nexus 7 demonstra o mesmo vigor tecnológico do seu antecessor. Chama a atenção o primor das imagens deste dispositivo. Nota-se que a Google, de fato, se preocupou em dar aos seus consumidores um tablet de qualidade neste quesito. Com resolução de 1920 x 1200 full HD, o Nexus 7 deixa comendo poeira até mesmo seu principal concorrente, o iPad mini que tem "apenas" 1024 x 768 de resolução. Detalhe, o Nexus 7 custa US$ 100 a menos.
Tamanha resolução se dá, em parte, por conta do processador Snapdragon S4 de 1,5 GHz com 2 GB de RAM. Outra novidade é que o tablet é o primeiro dispositivo a sair da fábrica com Android 4.3 o que lhe garante total compatibilidade com as outras novidades que a Google está lançando no mercado - como o Chromecast. O Nexus 7 vem com 16GB de armazenamento. O ponto fraco aqui fica por conta da (inexplicável) falta do slot para cartões microSD. Ou seja, não é possível expandir a capacidade de armazenamento. Um erro grave da Google.
O Nexus 7 está com um design mais elegante, um pouco mais fino e um pouco mais leve que seu antecessor. Também podemos observar que com os cantos menos arredondados ficou melhor segurar o aparelho, temos mais "pegada". As câmeras não impressionam, mas também não fazem feio com 5 MP na traseira e 1,2 MP na frontal. No geral, a Google acertou de novo com seu Nexus 7. Sem dúvida, um dos melhores do mercado com alta performance e com um preço justo: US$ 229 no mercado americano.
Fonte: Mashable e Google
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Google anuncia o novo Android Jelly Bean 4.3
Novo sabor para a jujuba da Google. A gigante tecnológica anunciou nesta quarta-feira, 24, durante seu evento realizado em São Francisco a mais nova versão do seu sistema operacional para smartphones e tablets. Mantendo o nome Jelly Bean, a Google contrariou as especulações que diziam que o novo OS teria o nome de Key Lime Pie (torta de limão, em português).
O Android 4.3 traz novos recursos em seu pacote de atualizações. Um deles é o suporte multi-usuário onde várias pessoas poderão compartilhar dispositivos, cada uma com seu perfil. Algo já conhecido dos usuário do Kindle Fire, da Amazon, mas, sem dúvida, bastante útil. Outra novidade está no suporte ao OpelGL3.0 possibilitando gráficos melhores com maior desempenho ideal para games e filmes. O Netflix, em sua nova versão disponível no Google Play, já oferece esta tecnologia a seus assinantes.
Outras inovações são: suporte para dispositivos Smart Device Bluetooth, localização Wi-fi em background e disponibilidade de suporte a mais idiomas. São atualizações interessantes promovidas pela Google nove meses depois do lançamento do Android Jelly Bean 4.2. Isto mostra que a dona do OS mais usado do planeta não pretende deixar sua menina dos olhos desamparada.
Fonte: Mashable
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Novo Google Mapas disponíveis à todos
A Google enfim liberou à todos os mortais, a partir de ontem à noite, sua nova versão do seu serviço mais utilizado (atrás do Gmail, claro): o Google Mapas. As novidades são interessantes e, de acordo com a empresa, facilitarão muito a busca e interação dos usuários. O comunicado foi feito por meio de um tweet do perfil @GoogleMaps.
A partir de agora, todo usuário que acessar o Google Mapas, terá a sua disposição um link para acessar a nova versão. Uma vez acessado, o usuário não mais verá a versão antiga. Há uma visita guiada que apresenta ao usuários as mudança. Vale à pena fazê-la. Mas o que mudou? Mudo o design. A nova interface está mais bonita e intuitiva. Outra mudança interessante é que agora o Google Earth e o Google Street View estão incorporados ao serviço, não sendo necessário a instalação de plug-ins.
Contudo, a grande mudança está na relação do usuário com o serviço. Agora, o Google Mapas terá um histórico mais preciso sobre as buscas feitas pelo usuário e oferecerá sempre, as melhores opções de deslocamento. Também, para cada clique o Mapas oferecerá uma rota até aquela posição. Informações dos lugares também estão mais completas e integradas. Por exemplo, se no seu caminho tem um restaurante que você ainda não foi, o Google Mapas te oferece informações do estabelecimento baseadas no Zagat (nos EUA).
Fica, no entanto, uma ponta de decepção quando sabemos que o novo Google Mapas está disponível apenas para desktops. Não há dúvida que serviços como este é muito mais útil quando estamos na rua precisando de informações de deslocamento, lugares e trânsito, por exemplo. Mas a empresa de Palo Alto informou que "em breve" disponibilizará o novo serviço para mobile. O quanto antes, melhor.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Google compra Waze por US$1 bilhão
O aplicativo Waze inovou quando foi lançado em 2009. Usar o poder dos smartphones dos usuários para mapear ruas e endereços e informar, em tempo real, o trânsito das cidades era uma ideia inovadora. Sem dúvida, mostrou-se como sendo também uma ideia de sucesso. Com pouco mais de dois anos, o Waze já conta com mais de 30 milhões de usuários cadastrados e cerca de 10 milhões de usuários ativos - aqueles que se conectam ao aplicativo pelo menos uma vez por semana.
O app gratuito caiu nas graças dos usuários de iPhones e Androids por conta dos diversos serviços que ele oferece: sistema de navegação GPS, informações em tempo-real do trânsito, preços de combustíveis nos postos da cidade, presença de radares e mais uma séria de dicas úteis para quem está andando pelas ruas de qualquer grande cidade. O cofundador e presidente da empresa, Uri Levine, credita ao crowdsourcing o sucesso do programa.
Em meio a tanto sucesso, as gigantes do mundo digital, Facebook e Google, começaram a se interessar pelo Waze. A empresa de Palo Alto adquiriu a empresa israelense pela bagatela de US$ 1 bilhão. Agora, o Waze é da Google e, ao que tudo indica, fará parte da integração de tecnologias que a Google iniciou no final de 2012. Será que o Facebook perdeu essa?
Fonte: Mashable
segunda-feira, 10 de junho de 2013
iWork for iCloud rivaliza com Google Drive e Office 365
A Apple entra forte numa seara onde ela ainda era fraca: os serviços de escritório na nuvem (leia-se office). Durante a WWDC2013, a empresa da maçã apresentou o serviço iWork que roda na nuvem, e que disponibilizará para seus milhões de usuário serviço de edição e criação de documentos sem a necessidade de qualquer aplicativos instalado.
Muito semelhante aos já oferecidos pela Google e Microsoft, o iWork também será um serviço multi-plataforma, ou seja, "roda" nos browsers mais populares - e da concorrência. Com isso, o usuário Apple pode muito bem usar o Internet Explorer, ou o Google Chrome para editar documentos na nuvem da maçã. Além disso, o serviço tem total compatibilidade com documentos do Microsoft Office e, para editá-los, o usuário simplesmente poderá arrastar e soltar seu arquivo na janela do seu navegador e nada mais.
O serviço estará disponível para desenvolvedores a partir da próxima segunda-feira, dia 17. Para os usuários comuns, a novidade chegará somente, segundo a empresa, "mais no final do ano".
Fonte: Mashable
terça-feira, 4 de junho de 2013
Vine agora para Android
O aplicativo Vine está disponível agora na Google Play para usuários de Android (versão 4 ou superior). Para muitos, este é um dos apps mais interessantes lançados nos últimos meses.
Para quem ainda não conhece o Vine, ele é um aplicativo que permite gravar videos de até 6 segundos e postá-lo no Twitter ou Facebook. Virou uma verdadeira febre entre os usuário de iPhone nos EUA quando foi lançado em janeiro deste ano.
A grande sacada do Vine é que, para gravar, basta o usuário ficar com o dedo na tela. Bem simples. Mas este jeito novo de gerar videos deu às pessoas a chance de criar videos stop-motion - um toque, um frame. Não há a necessidade de edição. A duração do video também ajuda: com 6 segundos, ninguém se perde no roteiro.
Muita coisa interessante já foi feita pelos usuários do iPhone/iPad com o aplicativo. Agora, é a chance da galera do Android soltar a criatividade e inundar o mundo com mais e mais videos. De 6 segudos, apenas 6 segundos.
Fonte: Mashable
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Google quer retirada do YouTube app da Microsoft Phone Marketplace
A Google não quer mais que o aplicativo desenvolvido pela Microsoft para o YouTube seja disponibilizado aos usuários de Windows Phone. Tudo porque, segundo a empresa, o aplicativo "fere" os termos de uso do YouTube para seu serviço de video streaming.
De fato, o aplicativo não é dos melhores. Existem restrições sobre os conteúdos e alguns videos em HD, por exemplo, não são executados; na verdade estes videos sequer aparacem nos resultados de busca. A Microsoft se defende afirmando que o Google não disponibilizou a API completa para o desenvolvimento do aplicativo para o seu Marketplace.
Contudo, o que está deixando o Google furioso é o fato do aplicativo permitir download dos videos e ainda bloquear os anúncios. Sobre isto, o Google alega que o bloqueio "causa danos aos criadores de conteúdo que ficam impedidos de gerar receita com os videos exibidos em dispositivos Windows Phone".
A briga entre as duas gigantes, ao que tudo indica, não vai parar por aqui. A Microsoft respondeu em nota que pretende entregar aos seus clientes do "um aplicativo rico em conteúdo e recursos" e que pretende colaborar com a Google, caso receba total acesso a API. Enquanto isso, a Google exige a retirada do app até o dia 22 de maio. Os usuários aguardam uma solução que seja boa para todos.
Fonte: The Verge e Geek
terça-feira, 19 de março de 2013
Google Babble, o serviço unificado dos chats da Google
A gigante Google possui diversos serviços de comunicação e troca de mensagens dentro de seu vasto repertório de aplicações. Google Talk, Google+ Hangout, Chat for Drive, Messenger e Google Voice são serviços muito usados pelos os usuários no mundo todo. Contudo, estes programas utilizam diferentes plataformas sendo impossível a intercomunicação entre eles. Na verdade, apenas o GTalk e o G+ tem integração, mesmo assim o serviço deixa a desejar.
Segundo algumas fontes, a Google quer acabar com isso e estaria desenvolvendo um serviço de chat universal. Ou seja, usuários em diferentes aplicativos poderiam trocar mensagens, imagens, conversar e até compartilhar arquivos em conjunto. De acordo com o website Geek.com, a Google deseja há muito tempo unificar a plataforma de comunicação de seus serviços. E segundo "múltiplas fontes", o nome do projeto seria Babble (balbuciar, em tradução livre). O serviço seria uma integração comunicacional completa entre seus aplicativos onde as pessoas poderiam compartilhar arquivos no Google Drive e abrir conferência via Hangout ao mesmo tempo e para qualquer pessoa da sua lista do Gmail.
Se for verdade, o Babble seria mais uma aposta da Google numa tendência que a companhia vem mostrando desde o fim de 2011: a unificação de serviços e a criação de alternativas em relação à concorrência. No caso do Babble, a empresa de Palo Alto pretende ultrapassar serviços como o iMessage, da Apple, e o Blackberry Messenger (ou BBM) da Blackberry.
Fonte: Mashable
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Farpas entre Facebook e Google
Na apresentação dos ganhos do quarto trimestre de 2012 do Facebook, nesta 4a-feira, dia 30, o seu presidente, Mark Zucerberg, disse que "o nosso relacionameno com o Google não é aquele cujas as empresas conversam". A afirmação veio em resposta a uma pergunta sobre a integração do Facebook com o sistema operacional da Apple para dispositivos móveis, o iOS6.
Sobre a Apple, Zuckerberg teceu elogios e reforçou a parceria entre as duas empresas: "tem sido uma grande parceira para nós até agora e estamos, de fato, entusiasmados em fazer mais e as pessoas apreciam a integração que temos com eles".
Facebook e Google vem trocando farpas na mídia há algum tempo. No início deste mês em entrevista a revista Wired, Larry Page, CEO do Google, disse que o Facebook vem "realizando um trabalho muito ruim" com os produtos deles.
Na verdade, as duas empresas travam uma batalha na área de buscas de imagem. O Facebook procura aprimorar sua busca na sua rede social onde já conseguiu avanços consideráveis. Larry Page minimizou as conquistas da rival afirmando que o Google já tem "há muito tempo" um serviço melhor e mais aprimorado de reconhecimento de imagens.
A briga promete e, como vimos ao longo deste mês, os CEO's das duas empresas não estão dispostos a levar "desaforos" para casa e, sempre que podem, alfinetam a concorrência. Vamos aguardar onde esta luta de gigantes chegará.
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fonte: Mashable
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Google revela nova e mais rápida busca de imagens
Nesta última 4a-feira, dia 23, a Google revelou em seu blog como será o novo resultado das buscas por imagens. As pessoas agora poderão ver o resultado da busca por meio de barras horizontais na qual as imagem poderão ser visualizadas apenas clicando sobre elas ou rolando-as por meio das setas do teclado.
A Google acredita que este novo método é "mais rápido, mais bonito e mais confiável" do que o anterior. A gigante de buscas decidiu mudar as antigas páginas de miniaturas das imagens baseada na experiência dos próprios usuários e de webmasters, é o que afirma Hongyi Li, gerente de produtos agregados da Google. "Com base no feedback dos nossos usuários e webmasters, nós remodelamos o Google Images para proporcionar uma melhor experiência de busca", declara Li.
A novo design mostrará a imagem principal numa moldura grande e destacada com uma barras horizontais de imagens acima e abaixo como mostra a figura abaixo.
A Google não revelou quando o novo sistema estará disponível, apenas limitou-se a dizer que a nova experiência de busca por imagem será lançada "em poucos dias". Agora é aguardar a mudança e testá-la em nossos computadores.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Transição Acidentada da Publicidade (E Porque é Relevante para Você)
A publicidade está por ai há tanto tempo desde quando se mediam os preços com números romanos.
CPM é uma medida de quanto custa colocar um anúncio que irá aparecer na frente de 1000 pessoas. Até recentemente, um anúncio de página inteira numa revista de circulação nacional que atingia 2 milhões de pessoas podia facilmente custar US$ 80.000 (US$40 cpm vezes 2.000.000). (Eu diria, abaixo do que se aplica na TV).
Eu comecei minha carreira comprando anúncios de US$50.000 por aparição e depois fiz a transição em vender caras promoções online para grande marcas. A oportunidade era clara: encontrar público, fazer um lucro significativo vendendo propaganda.
Quando a web era nova, empresas como Yahoo diziam a P&G e Ford, "compre nossos banners, eles custam os mesmo que os anúncios de revista, mas as pessoas podem clicar neles como um bônus". E então, os banners começaram a ser incrivelmente lucrativos - fácil de fazer, vendendo-se muito.
Hoje, os banners são vendidos a um décimo daquilo ou, se contarmos com anúncios do Facebook e do Curti, tão pequeno quanto 1% do custo de um anúncio de revista por pessoa. Mas, é claro, não é uma comparação justa por uma série de razões:
1- Nos preços dos anúncios de revistas são contabilizados toda a circulação do veículo, mesmo que muito poucas pessoas lêem cada página de uma revista. Aúncios na web, por sua vez, medem quantas pessoas olham precisamente para aquela página.
2- Um vendedor de publicidade na internet pode dizer, "bem, mesmo se uma pessoa em mil, clicar no anúncio da internet, isto é melhor do que o número de pessoas que olham para um anúncio de revista". O problema disto é que mesmo que o clique seja a prova que alguma coisa aconteceu, eles são, de fato, raros. Revistas não oferecem cliques para anunciantes, mas sim esperança, algo que o anunciantes amam comprar.
3- Revistas sempre tem alcançado as massas. Anunciantes para um extra para veículos de grande circulação, embora isto signifique menor foco. Mesmos revistas com o foco segmentado (surf, eu diria, ou jardinagem) não se pode distinguir se o anúncio será visto por um homem ou mulher ou por alguém que acabou de comprar um carro. A internet oferece isso tudo e muito mais, porém os anunciantes estão subutilizando este foco porque eles cresceram numa sociedade de massa. É muito bom ter um foco bem definido, mas quando se vende a pessoas com a visão embaçada, isto não ajuda muito.
4- Por último, anúncios de revistas são amplamente vendidos, não comprados. Conde Nast e outras grandes empresas alegremente pagaram jantares e vinhos para publicitários por anos a fio para terem as maiores cotas (mais de 700 páginas na nova Vogue) que apareceriam nas revistas. Sites da internet, por outro lado, são intrinsecamente digitais e gostam de ser comprados, não vendidos, o que dá aos anunciantes uma enorme gama de escolha e alavancagem.
Em poucas palavras, os anúncios de revista são caros porque eles são escassos, eles funcionam (talvez) e eles foram vendidos, duramente. Anúncios na internet tem sido dramaticamente subvalorizados como mídia mensurável por pessoas que não querir medir nada, estão focados em mídia de massa.
Os anúncios de revistas já foram bons, uma industria perfeita, mas que está sendo substituída por algo impossível, algo que não funciona em todas as festas, ainda.
O resultado é que essas toneladas de inventários de anúncios enormes, inventário de bilhões de impressões, são o coração de tudo do que ainda está aí, pagando as contas em publicidade na web. O que pressiona os anunciantes a te mostrar mais páginas, a te interromper quando eles podem e tentar fazer com que você fique mais tempo no site deles dando cliques por ai. A maioria das pessoas nunca vai clicar num anúncio, mesmo num que elas possam, um dia, se lembrar.
Google Adwords é uma exceção a regra das 'toneladas', e, se não for usado para anúncio em larga escala, abre a porta para anunciantes começarem a mensurar o valor do que eles obtem em troca quando compram uma resposta direta do anúncio. Comprar um anúncio por US$1 dolar o clique e fazer US$2 dolares de lucro... compre mais anúncios! Isto simplesmente eleva o nível do monitoramento, onde estes anúncios só são atraentes se quem anuncia, medir seus resultados. Muitos anúncios não funcionam porque clicamos neles, mas sim porque nos lembramos deles ou porque eles alteram nossa percepção ou nos contam uma história.
Até os anunciantes começarem a valorizar oportunidades focadas, relembráveis e impactantes, começarem a comprar os anúncios certos nos lugares corretos para o público adequado, os usuários da internet continuaram parados vendo anúncios irrelevantes em sites que não respeitam seu tempo e sua atenção quanto deveriam. Temos vendedores, investidores, agências e compradores que são oriundos de uma sociedade de massa e escassez, e para eles as oportunidades em foco, conexão e abundância estão demorando para 'cair a ficha'.
Como a publicidade está pagando por grande parte dos negócios da web, ela está sendo feita para agradar os anunciantes. Contudo, o que os anunciantes estão acostumados a comprar não é o que a web tem de melhor para oferecer.
Exite um enorme trabalho de percepções sendo feito, mas existe um longo caminho a percorrer. É por isso que, "estamos apoiados por publicidade" não é uma estratégia tão óbvia como parece ser.
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Tradução de Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog
CPM é uma medida de quanto custa colocar um anúncio que irá aparecer na frente de 1000 pessoas. Até recentemente, um anúncio de página inteira numa revista de circulação nacional que atingia 2 milhões de pessoas podia facilmente custar US$ 80.000 (US$40 cpm vezes 2.000.000). (Eu diria, abaixo do que se aplica na TV).
Eu comecei minha carreira comprando anúncios de US$50.000 por aparição e depois fiz a transição em vender caras promoções online para grande marcas. A oportunidade era clara: encontrar público, fazer um lucro significativo vendendo propaganda.
Quando a web era nova, empresas como Yahoo diziam a P&G e Ford, "compre nossos banners, eles custam os mesmo que os anúncios de revista, mas as pessoas podem clicar neles como um bônus". E então, os banners começaram a ser incrivelmente lucrativos - fácil de fazer, vendendo-se muito.
Hoje, os banners são vendidos a um décimo daquilo ou, se contarmos com anúncios do Facebook e do Curti, tão pequeno quanto 1% do custo de um anúncio de revista por pessoa. Mas, é claro, não é uma comparação justa por uma série de razões:
1- Nos preços dos anúncios de revistas são contabilizados toda a circulação do veículo, mesmo que muito poucas pessoas lêem cada página de uma revista. Aúncios na web, por sua vez, medem quantas pessoas olham precisamente para aquela página.
2- Um vendedor de publicidade na internet pode dizer, "bem, mesmo se uma pessoa em mil, clicar no anúncio da internet, isto é melhor do que o número de pessoas que olham para um anúncio de revista". O problema disto é que mesmo que o clique seja a prova que alguma coisa aconteceu, eles são, de fato, raros. Revistas não oferecem cliques para anunciantes, mas sim esperança, algo que o anunciantes amam comprar.
3- Revistas sempre tem alcançado as massas. Anunciantes para um extra para veículos de grande circulação, embora isto signifique menor foco. Mesmos revistas com o foco segmentado (surf, eu diria, ou jardinagem) não se pode distinguir se o anúncio será visto por um homem ou mulher ou por alguém que acabou de comprar um carro. A internet oferece isso tudo e muito mais, porém os anunciantes estão subutilizando este foco porque eles cresceram numa sociedade de massa. É muito bom ter um foco bem definido, mas quando se vende a pessoas com a visão embaçada, isto não ajuda muito.
4- Por último, anúncios de revistas são amplamente vendidos, não comprados. Conde Nast e outras grandes empresas alegremente pagaram jantares e vinhos para publicitários por anos a fio para terem as maiores cotas (mais de 700 páginas na nova Vogue) que apareceriam nas revistas. Sites da internet, por outro lado, são intrinsecamente digitais e gostam de ser comprados, não vendidos, o que dá aos anunciantes uma enorme gama de escolha e alavancagem.
Em poucas palavras, os anúncios de revista são caros porque eles são escassos, eles funcionam (talvez) e eles foram vendidos, duramente. Anúncios na internet tem sido dramaticamente subvalorizados como mídia mensurável por pessoas que não querir medir nada, estão focados em mídia de massa.
Os anúncios de revistas já foram bons, uma industria perfeita, mas que está sendo substituída por algo impossível, algo que não funciona em todas as festas, ainda.
O resultado é que essas toneladas de inventários de anúncios enormes, inventário de bilhões de impressões, são o coração de tudo do que ainda está aí, pagando as contas em publicidade na web. O que pressiona os anunciantes a te mostrar mais páginas, a te interromper quando eles podem e tentar fazer com que você fique mais tempo no site deles dando cliques por ai. A maioria das pessoas nunca vai clicar num anúncio, mesmo num que elas possam, um dia, se lembrar.
Google Adwords é uma exceção a regra das 'toneladas', e, se não for usado para anúncio em larga escala, abre a porta para anunciantes começarem a mensurar o valor do que eles obtem em troca quando compram uma resposta direta do anúncio. Comprar um anúncio por US$1 dolar o clique e fazer US$2 dolares de lucro... compre mais anúncios! Isto simplesmente eleva o nível do monitoramento, onde estes anúncios só são atraentes se quem anuncia, medir seus resultados. Muitos anúncios não funcionam porque clicamos neles, mas sim porque nos lembramos deles ou porque eles alteram nossa percepção ou nos contam uma história.
Até os anunciantes começarem a valorizar oportunidades focadas, relembráveis e impactantes, começarem a comprar os anúncios certos nos lugares corretos para o público adequado, os usuários da internet continuaram parados vendo anúncios irrelevantes em sites que não respeitam seu tempo e sua atenção quanto deveriam. Temos vendedores, investidores, agências e compradores que são oriundos de uma sociedade de massa e escassez, e para eles as oportunidades em foco, conexão e abundância estão demorando para 'cair a ficha'.
Como a publicidade está pagando por grande parte dos negócios da web, ela está sendo feita para agradar os anunciantes. Contudo, o que os anunciantes estão acostumados a comprar não é o que a web tem de melhor para oferecer.
Exite um enorme trabalho de percepções sendo feito, mas existe um longo caminho a percorrer. É por isso que, "estamos apoiados por publicidade" não é uma estratégia tão óbvia como parece ser.
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Tradução de Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog
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