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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Twitter ganha mais seguidores


O último resultado trimestral deste ano indica que o Twitter voltou a acertar o passo. Ao mesmo tempo em que as receitas diminuíram pela primeira vez na história, a empresa ganhou mais de 9 milhões de usuários novos.

"Estamos orgulhosos em divulgar o crescimento acelerado no uso diário do Twitter pelo quarto trimestre consecutivo, acima 14% em relação ao ano passado", disse o CEO da empresa Jack Dorsey.

"Estamos cumprindo com nosso objetivo de construir um serviço em que as pessoas adoram usar todos os dias, e estamos incentivados pelo impulso do crescimento da audiência que nós vimos no primeiro quarto", afirma Dorsey. E completa dizendo "Enquanto tomamos na cara os ventos da receita, acreditamos que a execução no nosso plano e o crescimento da nossa audiência deve resultar em aumento de receita positiva a longo prazo."

A empresa divulgou a receita do primeiro trimestre de US$ 548 milhões, 8% a menos comparado ao ano passado, contudo melhor do que previram os especialistas.

A quantidade de usuários mensais ativos (MAU, na sigla em inglês) também subiu neste primeiro trimestre totalizando 328 milhões contra 319 milhões no trimestre anterior.

"Impulsionado por uma sólida tendência de aumento do envolvimento do usuário e crescimento em sua principal audiência mensal nos EUA, esperamos que o Twitter veja novos negócios de anúncios e reverta o abandono do anunciante anterior da plataforma", afirmou o vice-presidente de tendências do eMarketer Martin Utretas.

A previsão do eMarketer para o fim deste ano é que o Twitter atinja uma sólida base de usuários mensais na faixa de 255,3 milhões. Sem dúvida, uma resposta a altura do Twitter para aqueles que apontavam na obsolescência da rede social.

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Fonte: eMarketer.com

terça-feira, 21 de março de 2017

Google releva novos padrões para o YouTube



Semana passada, alguns anunciantes de peso retiraram suas campanhas do YouTube ao verem seus anúncios vinculados em vídeos de conteúdo extremista ou mesmo ofensivo. Entre eles estão empresas como Volkswagem, Tesco e o governo britânico.


Nesta segunda-feira, o Google se mexeu. Em resposta ao ocorrido, a gigante de buscas e dona do YouTube publicou um novo plano de ação referente à vinculação de anúncios em seus vídeos. Para aliviar as preocupações, o  executivo de negócios Phillipp Schindler apresentou detalhes das proteções que serão expandidas a partir das próximas semanas.

A princípio, a empresa ampliará as definições para conteúdo impróprio - àqueles considerados ofensivos ou mesmo os que aparentam ser cópias de um conteúdo legítimo - e elevar a importância daqueles conteúdos cuja propaganda é permitida.

Hoje, a política do Google sobre o que pode ser monetizado no YouTube concentra-se em excluir conteúdo que incita a violência, mas agora será extendido a vídeos com linguagem grosseira e depreciativa direcionada a gênero ou religião de outras pessoas por exemplo.

Phillipp Schindler promete que o Google contratará "um número significante de pessoas" para reforçar o processo de notificação e exclusão destes conteúdos. Ele afirma também que a empresa fará uso de inteligência artificial para acelerar as revisões sobre os conteúdos denunciados. "Em breve, nós estaremos áptos a resolver estes casos em menos de algumas horas", disse o executivo. Vamos aguardar.
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Fonte: FT.com

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Google com novas ferramentas de publicidade e novos acompanhamentos e métricas



O Google mostra-se disposto a renovar sua principal fonte de receita: publicidade online. Vimos no post anterior que a gigante das buscas está com novas ferramentas para divulgação e propaganda online, o "Customer Match" e o "Click-to-Buy Product Cards". Mas tem mais.

Divulgação de Aplicativos (Android, claro!)

Um outro produto bastante interessante não vai deixar de fora a publicidade dos aplicativos Android. Para as empresas que tem aplicativos ou agências que trabalham para seus clientes que tem aplicativos na Google Play, é oferecido agora uma ferramenta de divulgação desses apps que, segundo o próprio Google, "é uma nova forma de promover seu app por meio de vários canais".

O Novo "Universal App Campaigns" foi desenvolvido para alcançar os consumidores de múltiplas maneiras diferentes. Este novo AdWords permite aos profissionais de marketing chegar nos clientes dos aplicativos por meio do sistema de busca do Google assim como a própria Google Play, o YouTube e o Google Display Network (GDN). Para disparar este novo tipo de campanha, é necessário apenas seguir alguns passos como configurar o custo-por-instalação e deixar que o Google cuida de todo o resto para fazer com que seu app apareça para os consumidores certos, na hora certa e no lugar certo. E mais, o Google adiciona imagens, vídeos e descrição do seu aplicativo automaticamente gerando novas propagandas otimizadas por meio de toda a Google Network.

Conhecendo as Pessoas que pesquisam no YouTube

Talvez sua campanha de marketing tenha que ser disparada por uma ação específica como, por exemplo, numa assinatura de newsletter ou na compra de um produto, as pessoas, neste momento, que verão seu anúncio podem estar inclinadas a procurar pelo seu negócio online. O Google já disponibiliza aos anunciantes que querem entender melhor quando suas marcas e palavras relevantes são digitadas na busca do Google. Agora, está capacidade estará disponível nas buscas do YouTube.

Conteúdos de vídeo alcançam hoje maiores níveis de quantidade e de qualidade e é muito razoável para alguém que pesquise por sua marca, empresa ou produto seja mapeado pelo sistema de buscas do Google. Por isso que agora, quem pesquisa no YouTube também terá papel relevante nas métricas do "Google Brand Lift". Isto permitirá aos anunciantes checarem se seus anúncios estão chegando àqueles que pesquisam por vídeos usando palavras-chave relevantes no YouTube. Essas novas métricas ajudarão a medir o impacto das campanhas no maior canal de vídeos do mundo.

Fonte: Social Media Week

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Facebook, YouTube e Twitter lideram as campanhas nas mídias sociais

Sem surpresas. Recente pesquisa realizada pela agência americana STRATA confirmou que de 9 em cada 10 agências de propaganda dos Estados Unidos usam o Facebook para realização de campanhas publicitárias nas redes sociais. Outras redes sociais também se destacam nesse cenário, como o YouTube, com 55%, seguido logo abaixo pelo Twitter, com 53% das preferências.



Ou seja, nos dias de hoje, praticamente não existe campanha publicitária digital que não passe pela rede social de Mark Zuckerberg. O modelo de negócios dos anúncios do Facebook tem se mostrado bastante atrativo para as agências que veem nele um canal poderoso para cativar o público. Mesmo que a base de uma campanha sejam vídeos no YouTube, ela "necessita" de uma página no Face onde as ações promocionais vão convergir. Por conta disto, a maior rede social do planeta é também a maior rede de anúncios digitais.

Outro dado interessante apontado pela pesquisa da STRATA é que a grande maioria dos anúncios nas redes sociais são de marcas e não de empresas. Cerca de 62% dos anúncios no Facebook são para divulgar marcas e apenas 42% para divulgar empresas. O terceiro lugar fica com anúncios de serviços com cerca de um terço do total anunciado.

Fonte: eMarketer

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Nextel usa nova estratégia e alavanca novos negócios da operadora

Este artigo foi criado pela equipe da Nextel para uso exclusivo do blog Mundo Seu Marketing.

Popularizada no Brasil por sua tecnologia diferenciada que oferece “celular via rádio” a operadora de telefonia Nextel é frequentemente apontada como referência graças às suas campanhas e estratégias de marketing. Dessa vez, o trabalho realizado em parceria com a área de marketing digital da Nextel, Agência Casa e Google foi responsável por novos números lucrativos para a operadora.
 
O objetivo da campanha centrava-se em fazer crescer o número de cadastros e conversões dos internautas, sem aumentar o valor de investimento em mídia online.

 
O primeiro passo foi, justamente, uma mudança de estratégia. Com o apoio de um webplanner foi realizada uma seleção dos canais onde o público-alvo da empresa estaria presente. A segmentação, portanto, considerou aspectos geográficos, contextuais e de hábitos – sempre com foco nos locais de exibição da publicidade.

 A decisão tomada foi migrar as estratégias de marketing online para o modelo de compra por clique, na tentativa de alcançar um maior número de assertividade por meio de uma campanha direcionada a internautas, realmente, interessados no produto.
 
Somado aos esforços da equipe, a campanha utilizou um grande número de ferramentas do próprio Google, com destaque para o Otimizador de Campanhas da Rede de Display. Trata-se de um recurso capaz de favorecer a segmentação do público-alvo e o auxiliar na escolha dos pontos de divulgação, colaborando para o aumento de conversões.

 
A estratégia de marketing Nextel buscou entender o que o usuário estava procurava na rede e, a partir daí, se preocupou em fornecer um conteúdo atrativo e relevante para, enfim, transformá-lo em cliente.

 
Os resultados foram que, em menos de um ano, o número de novos negócios da empresa teve um aumento superior a 50%, reduzindo em 60% as despesas dedicadas a trabalhos de mídia online.

 
No fim das contas, a campanha gerou um retorno de 140% do valor investido se tornando um novo case de sucesso da operadora Nextel.


NOTA DO BLOGUEIRO: este post foi publicado em Mundo Seu Marketing por acreditarmos que seu conteúdo é informativo sendo útil aos leitores e estando em sintonia com os assuntos abordados neste blog. Nenhum acordo financeiro ou ação publicitária de qualquer natureza foi firmado entre as partes.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Transição Acidentada da Publicidade (E Porque é Relevante para Você)

A publicidade está por ai há tanto tempo desde quando se mediam os preços com números romanos.

CPM é uma medida de quanto custa colocar um anúncio que irá aparecer na frente de 1000 pessoas. Até recentemente, um anúncio de página inteira numa revista de circulação nacional que atingia 2 milhões de pessoas podia facilmente custar US$ 80.000 (US$40 cpm vezes 2.000.000). (Eu diria, abaixo do que se aplica na TV).

Eu comecei minha carreira comprando anúncios de US$50.000 por aparição e depois fiz a transição em vender caras promoções online para grande marcas. A oportunidade era clara: encontrar público, fazer um lucro significativo vendendo propaganda.

Quando a web era nova, empresas como Yahoo diziam a P&G e Ford, "compre nossos banners, eles custam os mesmo que os anúncios de revista, mas as pessoas podem clicar neles como um bônus". E então, os banners começaram a ser incrivelmente lucrativos - fácil de fazer, vendendo-se muito.

Hoje, os banners são vendidos a um décimo daquilo ou, se contarmos com anúncios do Facebook e do Curti, tão pequeno quanto 1% do custo de um anúncio de revista por pessoa. Mas, é claro, não é uma comparação justa por uma série de razões:

1- Nos preços dos anúncios de revistas são contabilizados toda a circulação do veículo, mesmo que muito poucas pessoas lêem cada página de uma revista. Aúncios na web, por sua vez, medem quantas pessoas olham precisamente para aquela página.

2- Um vendedor de publicidade na internet pode dizer, "bem, mesmo se uma pessoa em mil, clicar no anúncio da internet, isto é melhor do que o número de pessoas que olham para um anúncio de revista". O problema disto é que mesmo que o clique seja a prova que alguma coisa aconteceu, eles são, de fato, raros. Revistas não oferecem cliques para anunciantes, mas sim esperança, algo que o anunciantes amam comprar.

3- Revistas sempre tem alcançado as massas. Anunciantes para um extra para veículos de grande circulação, embora isto signifique menor foco. Mesmos revistas com o foco segmentado (surf, eu diria, ou jardinagem) não se pode distinguir se o anúncio será visto por um homem ou mulher ou por alguém que acabou de comprar um carro. A internet oferece isso tudo e muito mais, porém os anunciantes estão subutilizando este foco porque eles cresceram numa sociedade de massa. É muito bom ter um foco bem definido, mas quando se vende a pessoas com a visão embaçada, isto não ajuda muito.

4- Por último, anúncios de revistas são amplamente vendidos, não comprados. Conde Nast e outras grandes empresas alegremente pagaram jantares e vinhos para publicitários por anos a fio para terem as maiores cotas (mais de 700 páginas na nova Vogue) que apareceriam nas revistas. Sites da internet, por outro lado, são intrinsecamente digitais e gostam de ser comprados, não vendidos, o que dá aos anunciantes uma enorme gama de escolha e alavancagem.

Em poucas palavras, os anúncios de revista são caros porque eles são escassos, eles funcionam (talvez) e eles foram vendidos, duramente. Anúncios na internet tem sido dramaticamente subvalorizados como mídia mensurável por pessoas que não querir medir nada, estão focados em mídia de massa.

Os anúncios de revistas já foram bons, uma industria perfeita, mas que está sendo substituída por algo impossível, algo que não funciona em todas as festas, ainda.

O resultado é que essas toneladas de inventários de anúncios enormes, inventário de bilhões de impressões, são o coração de tudo do que ainda está aí, pagando as contas em publicidade na web. O que pressiona os anunciantes a te mostrar mais páginas, a te interromper quando eles podem e tentar fazer com que você fique mais tempo no site deles dando cliques por ai. A maioria das pessoas nunca vai clicar num anúncio, mesmo num que elas possam, um dia, se lembrar.

Google Adwords é uma exceção a regra das 'toneladas', e, se não for usado para anúncio em larga escala, abre a porta para anunciantes começarem a mensurar o valor do que eles obtem em troca quando compram uma resposta direta do anúncio. Comprar um anúncio por US$1 dolar o clique e fazer US$2 dolares de lucro... compre mais anúncios! Isto simplesmente eleva o nível do monitoramento, onde estes anúncios só são atraentes se quem anuncia, medir seus resultados. Muitos anúncios não funcionam porque clicamos neles, mas sim porque nos lembramos deles ou porque eles alteram nossa percepção ou nos contam uma história.

Até os anunciantes começarem a valorizar oportunidades focadas, relembráveis e impactantes, começarem a comprar os anúncios certos nos lugares corretos para o público adequado, os usuários da internet continuaram parados vendo anúncios irrelevantes em sites que não respeitam seu tempo e sua atenção  quanto deveriam. Temos vendedores, investidores, agências e compradores que são oriundos de uma sociedade de massa e escassez, e para eles as oportunidades em foco, conexão e abundância estão demorando para 'cair a ficha'.

Como a publicidade está pagando por grande parte dos negócios da web, ela está sendo feita para agradar os anunciantes. Contudo, o que os anunciantes estão acostumados a comprar não é o que a web tem de melhor para oferecer.

Exite um enorme trabalho de percepções sendo feito, mas existe um longo caminho a percorrer. É por isso que, "estamos apoiados por publicidade" não é uma estratégia tão óbvia como parece ser.

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Tradução de Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog