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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Apple inclui proteção anti-furto no iOS7
Os furtos de iPhone se espalharam muito nos Estados Unidos e mundo afora que a Apple decidiu criar uma solução para resolver o problema. Durante a apresentação do novo iOS 7, que tem lançamento previsto para setembro, a Apple apresentou o sistema anti-furto que virá nos iPhones, iPods e iPads. Com ele, o usuário poderá bloquear o aparelho remotamente mesmo que o dispositivo esteja desligado ou tenha seus dados apagados. O desbloqueio só acontece se a senha e o Apple ID forem digitados no aparelho.
A novidade foi muito bem-vinda pelas autoridades americanas diante do grande aumento de furtos de aparelhos. Os casos aumentaram tanto que a polícia até cunhou um termo para este tipo de ocorrência: Apple Picking, um trocadilho como "colheita de maçã" ou "catar maçãs". As autoridades vinham inclusive, orientando os portadores dos dispositivos da Apple a aumentarem a proteção de seus aparelhos instalando aplicativos de rastreamento por GPS.
A oferta de aplicativos de segurança aumentaram vertiginosamente na Apple Store até que a própria Apple achou melhor tomar uma atitude com relação a isto e o fez embutindo uma proteção no próprio iOS. Esperemos que demore um tempo até alguém hackear e quebrar esta proteção.
Fonte: NYT
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Apple e Google dividem o mundo (digital)
Não deu outra. Em a última pesquisa realizada pelo IDC, os resultados apontam para a total supremacia dos sistemas operacionais iOS e Android entre smartphones e tablets. Nada menos do que 92% dos dispositivos comercializados nos primeiros três meses do ano tinham ou um ou outro instalado.
O resultado de pesquisa confirma a tendência de polarização do mercado constatada no inicio de 2012. A forte perda de mercado da Blackberry contribui para que o mercado se dividisse entre os dois. Embora ainda com pouca participação, o Windows Mobile pode comerar a terceira posição na preferência dos usuários.
Não é surpresa que o Android continue mantendo a liderança com a Samsung, detendo sozinha, 41% do mercado. A Apple não aumentou seu market-share, mas ainda é dona de uma fatia considerável do mercado. "Embora a demanda ainda esteje alta, o iOS praticamente mantém inalterada a sua participação. Isto pode mudar, segundo boatos, com a total reformulação que o iOS terá na sua versão 7", alerta em nota o IDC.
Os números nunca foram estáticos neste mercado que ainda está em ebulição. Mesmo perdendo mercado, a Blackberry tem o que festejar: o Z10 atingiu a marca de 1 milhão de usuários. E a Microsoft dobrou sua participação com relação ao ano passado. Embora seja tudo praticamente areia e sol, a paisagem continua em constante mutação.
Fonte: Mashable
terça-feira, 14 de maio de 2013
"Eu sei onde você mora"
Um especialista australiano em segurança de sistemas criou um aplicativo que permite que qualquer pessoa veja a localização dos últimos três pontos de wi-fi usados por iPhones ou iPads. Com este tipo de informação, qualquer um pode deduzir onde uma pessoa mora, trabalha ou mesmo os locais por onde anda pela cidade.
O aplicativo chama-se iSniff GPS e está disponível para quem quiser baixá-lo. Seu criador, Hubert Seiwert, usou recursos disponibilizados pela própria Apple para chegar a tal resultado. Os recursos dos dispositivos iOS, sozinhos, não são capazes de indicar a localização de ninguém. Porém, combinados, podem dar esta informação.
Seiwert usou brilhantemente os recursos de localização por wi-fi e GPS, o de captação e transmissão dos endereços MAC (códigos únicos das redes wi-fi) e o recurso exclusivo da Apple que armazena a localização deste endereços MAC. Desta forma, o aplicativo iSniff combina os dados e mostra no Google Maps onde estão as redes wi-fi por onde o usuário de iPhone/iPad passou.
"Você pode enviar a Apple um único endereço MAC de um roteador e eles retornam com as coordenadas GPS deste e mais outros 400 roteadores que estão por perto", conta Seiwert como obtem as localizações. É importante ressaltar que estes dados dos roteadores não são públicos e sua divulgação não pode (ou não poderia) ser enviada a humanos. Contudo, o aplicativo do desenvolvedor australiano "engana" os servidores da Apple e retorna com a preciosa informação.
Sem dúvida, é assustador saber que estranhos podem localizar onde você mora ou seu local de trabalho. Talvez sirva de consolo que desenvolvedores como Seiwert estão dispostos a resolverem estes tipos de falhas de segurança. Por isso, Seiwert não guardou segredo de sua descoberta: contou todo o seu processo de desenvolvimento e colocou seu aplicativo com código aberto no site GitHub. Esperamos que soluções apareçam.
Fonte: Mashable
quinta-feira, 7 de março de 2013
Por que aplicativos Android demoram tanto a chegar?
Para os usuário de smartphones, uma coisa é certa: o que torna o dispositivo útil, versátil, tecnologicamente avançado e até mesmo fashion é a capacidade de ele poder rodar os mais modernos e populares aplicativos. Caso contrário, nada feito.
Neste ponto, iOS e Android são as principais plataformas de apps do mercado. Mas existe uma diferença. O sistema iOS, da Apple, possui muito mais diversidade de aplicativos do que o Android. E não pára aí, os usuários de iPhone/iPad saem na frente em muitos casos tendo acesso aos aplicativos antes de eles saírem para Android. Por que isto acontece? Afinal de contas, a quantidade de usuários Android é bem superior aos de iOS.
Uma das justificativas é o grande números de dispositivos diferentes que "rodam" Android. Se computarmos todos os fabricantes de smartphones e tablets que rodam a plataforma do Google, chegamos a 331 tipos diferentes de aparelhos. Os desenvolvedores tem com isto um trabalho hercúleo para adaptar, testar e desenvolver seus programas em um universo tão vasto de dispositivos. Quem fez esta conta foi a Flurry, empresa que pesquisa, análise e desenvolvimento de aplicativos mobile.
Contudo, este tipo de problema não é só para os desenvolvedores Android. Mesmo desenvolver para iOS requer flexibilidade técnica. Por exemplo, usuários de iPhone 4 podem ter em seus aparelhos as versões iOS4, iOS5 ou iOS6. Mesmo assim, não chega nem perto da quantidade de combinações de sistemas operacionais e aparelhos para quem desenvolve para Android.
Ainda segundo os dados da pesquisa da Flurry, os usuários da Apple, mesmo sendo em menor número, são 14 vezes mais ativos dos que os do Android. Mesmo se contarmos apenas os usuários da Samsung, os mais populares dispositivos Android, a conta cai para 8 vezes. Em outras palavras, um usuário da Apple vale 8 usuários Samsung. E isso conta muito quando se trabalha desenvolvendo e vendendo aplicativos.
Segundo o desenvolvedor sueco Johan Emil Johansson, para "viver decentemente, um profissional tem que vender no mínimo 50 apps por dia ao custo de US$ 1 cada". Em virtude disto, a conclusão do estudo realizado pela Flurry acredita que "o mercado de aplicativos móveis será composto cada vez mais de empresas e menos de indivíduos". É a maturidade natural dos mercados. No entanto, os usuários Android ainda terão ver os aplicativos rodando primeiro em iPhones antes de verem nos seus dispositivos.
Fonte: Mashable
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