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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Assistir não é fazer (enfrentando o problema do espectador)


Talk shows, de Johnny Carson ao Fresh Air, sempre foram para serem assistidos. TV, comédia, artes gráficas, liderança empresarial, política - eles já foram vendidos para nós como esporte de espectador.

Vender audiência é muito fácil. É seguro e divertido e fácil. Você tem a mão o controle remoto. Você finge que tem o poder - o poder de desligá-lo, de mudar o canal, de comprar ou não comprar. Nós seduzimos as massas com uma simples barganha, e até permitimos que o papel do espectador se mude para o mundo real. Para a maioria das pessoas, na maioria das vezes, é dito para que elas assistam, não para conduzir, seguir, não para criar.

Esperar o café da manhã ser servido na cama é muito diferente do que levantar-se cedo e servir o café da manhã na cama.

Os espectadores tolamente afirmam que se todos fossemos atuantes, líderes e agitadores, então não haveria mais ninguém na platéia. Como se eles exigissem platéia.

A alternativa a espectador envolve fracassos e risco aparente. Isso significa que você vai encontrar pessoas que acusam de arrogância e voar muito alto as pessoas que estão ansiosas para apontar o fio solto em seu casaco ou a falha em seu raciocínio. Os espectadores nas arquibancadas são felizes em vaiar, felizes em sair fora quando o time está lutando no terceiro período, felizes por mudar caso o pão ou os circos deixam de satisfazê-los.

Por que na terra, perguntam eles, eles querem ser qualquer coisa se não um espectador?

E, de fato, aqueles que tolamente perceberam, levantaram-se, destacaram-se e fizeram a diferença, não podem deixar de perguntar: "e por que nós gostaríamos de ser espectadores de novo?"

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Empatia dá Trabalho

Quando nós expandimos no coração, nossas almas e nossos sentimentos aos outros, quando imaginamos com é ser como eles, nós estamos nos arriscando. O risco de ser machucado ou de perder nossa habilidade de ver o mundo de um modo áspero de um certo ponto de vista.

É mais fácil andar ao largo, nos fecharmos em nossas caixas e nos isolarmos. Mais fácil, mas não vale a pena.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Godin.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A maioria dos conselhos é um mau conselho...

Pessoas são bem intencionadas, especialmente amigos e familiares, mas eles vão lhe dar maus conselhos.

Isto leva a dois desafios, enquanto se esforça para criar um trabalho original que importa:

1. Ignorar os conselhos deles, até mesmo os apelos bem intencionados para que você fique com o status quo

e

2. Tentar discernir realmente  o bom conselho útil, de modo que você não se isole na bolha do auto-iludido. Em geral, este bom conselho empurra você para ir mais rápido, ou para fazer coisas que fazem você se sentir desconfortável.

PS ironia o deste post não passa despercebida por mim.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Simples Demais

Se as explicações que você está dando para suas demandas não estão funcionando, talvez seja porque você esteja evitando as nuances em troca da simplicidade.

Levaria muito mais de cinco minutos para Lee Clow explicar as funcionalidades do design de uma peça publicitária. Clive Davis não tem as palavras para te contar o que faz um hit virar sucesso. Até mesmo a comida aparentemente simples de Alice Waters não pode ser facilmente copiada por um amador.

E mesmo assim seu chefe fica exigindo de você uma apresentação completa do seu projeto em três slides de Powerpoint.

O investidor que aloca um minuto para entender se o seu negócio vai dar certo não faz favor a ninguém. O leitor de blogs que sai fora depois de ler um parágrafo desperdiçou o tempo dele.

Pular o complicado ou o que leva tempo é um risco seu. O ciclo de tentativas e erros funciona porque ele nos expõe as nuances.

Se fosse óbvio, todo mundo faria. Espere, está muito simples. Que tal isso: nuances e sutilezas não são as exceções para mudar o comportamento humano. Elas são as normas.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texo original em Seth's Blog.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Organizações sem fins lucrativos têm autorização para serem inovadores

As maiores, as mais bem financiadas organizaçõe sem fins lucrativos tem a obrigação de serem líderes em inovação, mas as vezes elas hesitam.

Uma razão: "Estamos realizando um importante trabalho. Nossos financiadores contam conosco para sermos razoáveis, cautelosos e transparentes porque o trabalho que estamos fazendo é importante demais para corremos o risco de fracassar".

Uma alternativa: "Estamos realizando um importante trabalho. Nossos financiadores contam conosco para sermos ousados, audazes e corajosos porque o trabalho que estamos fazendo é importante demais para jogarmos de modo conservador".

A questão sobre a maioria das "empresas sociais" de causa/bem-estar é que elas ainda não descobriram como resolver o problema sobre o qual elas estão trabalhando (ainda). Sim, elas geralmente oferecem cuidados efetivos, ou paliativos. Mas não, muitas não tem um método para chegar à raiz do problema e criar uma mudança permanente.

A mágica de seu estado é que ninguém está esperando um pagamento ou dividendos trimestrais. Elas estão esperando um novo e criativo método que irá resolver o problema de uma vez por todas.

Errem. E errem de novo. É muito raro ver essas organização sem fins lucrativos errarem, o que significa que as inovações na área também são muito raras. Inovadores entendem que seu negócio é errar, repetidamente; até que um dia eles, repetidamente, acertam.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog.