terça-feira, 13 de novembro de 2018

As Vantagens do TEF


A maior parte da população brasileira faz o uso de cartões de crédito, o que demonstra que menos pessoas carregam dinheiro em espécie com elas. No entanto o aumento do uso de cartões de crédito, gerou algumas consequências indesejadas. Como por exemplo, o fato do Brasil ser o segundo país com mais fraudes em cartões de credito no mundo.
Uma boa saída para esse tipo de situação, é utilizar o TEF para o recebimento de suas vendas em cartão, visando assim reduzir as perdas em seu negócio, uma vez que muitas fraudes acontecem no momento da venda.  Segundo o CEO da Comtex, Alexandre Moura outra maneira interessante de auxiliar o combate a fraudes, é por meio de aplicativos de conciliação de cartões de crédito como o Conciliador. “Por meio de sistemas como o Conciliador, as faturas são conferidas de forma automática, sem dar chance para erros. Além de economizar muito tempo dos lojistas, ele os deixa blindados contra maquininhas defeituosas. Sem dúvida é a melhor maneira de ajudar o varejista e o negócio como um todo”, explica Alexandre.
Outra vantagem da utilização do TEF que você pode contratar os serviços de quantas administradoras de cartões desejar e aplicar as configurações dentro do sistemaAbrindo assim o seu leque de negociação, sem ter que se restringir a empresa X ou Y, há aumento de competitividade e por consequência aumento da rentabilidade para a sua loja.
Além de tudo isso, com o TEF você consegue trazer mais clientes para sua loja, uma vez que por meio de integrações no sistema você oferece outros serviços, como por exemplo a Recarga de Celular ou também o serviço de Correspondente Bancário. Essas funcionalidades atraem clientes para a loja, fazendo com que este acabe comprando outros produtos em seu negócio.

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Texto original em AAM

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Duas marcas da mesma franquia


Cada vez é mais comum que as grandes redes de franquia diversifiquem seus negócios criando dentro do mesmo segmento que atuam outras marcas para atingir um público diferenciado ou para vender produtos distintos.
A princípio não há qualquer problema nisso. Pelo contrário. Quanto mais forte e capitalizada a franqueadora, melhor para sua rede de franqueados, pois tudo tenderá a ser mais bem feito.
O problema ocorre quando os franqueados passam a enxergar nessa segunda marca, um concorrente direto.Isto porque, a princípio, do ponto de vista contratual, não há território a ser resguardado quando as marcas são distintas e, na visão da maioria das franqueadoras, a expansão de uma não tem necessariamente a ver a com a da outra.
Há casos que realmente não tem. No mundo da  moda, existem empresas que exploram dentro do segmento de vestuário feminino, públicos completamente diferentes e, assim, podem ter suas lojas literalmente grudadas, o que não faz a menor diferença entre eles.
Mas quando o segmento é o mesmo, o público se mistura e o que muda essencialmente é apenas o conceito? Não há nesses casos como não pensar na expansão levando-se em conta os franqueados já existentes na primeira marca.
Fato é que, seja qual for o caso concreto, o pensamento da franqueadora deverá sempre ser global e sopesar todos os aspectos envolvidos nas relações já estabelecidas, sem desconsiderar que o ‘novo’ negócio envolve muito mais do que somente a criação de mais uma marca.

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Artigo original em Von Jess & Advogados

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Parceria Conciliador com InfoVarejo


Tecnologia, automação na gestão de conciliação de cartões aliado a informação estratégica para varejistas de todo o país.




O sistema Conciliador comemora sua parceria com um dos mais influentes portais sobre varejo do Brasil, o InfoVarejo. Juntas, as empresas aliam forças para oferecer ao mercado varejistas informação e tecnologia.
Com o crescente aumento das vendas por cartões de crédito, débito e de benefícios, tem aumentado muito o tempo gasto pelos donos destes estabelecimentos para conciliar suas vendas por esses cartões. Mas o que é conciliar cartões? Conciliação de cartões é o processo no qual o varejista precisa conferir os valores das vendas por cartão com o que, de fato, entrou na conta bancária do estabelecimento.
A princípio, não parece um processo difícil, mas pense em fazer isto manualmente para dezenas ou centenas de vendas, uma a uma. No caso de estabelecimentos maiores, como grandes supermercados ou postos de gasolina, essas vendas chegam na casa dos milhares. Nesta montanha de números, papeizinhos e contas é fácil cometer erros. Isso para não falar no risco de fraudes.

Vendas com cartão


O sistema Conciliador veio para agilizar este processo. Com ele, a conciliação de cartões é automatizada, mais rápida e segura. Fica fácil para o dono do estabelecimento ver as inconsistências nas contas, como cobranças indevidas por parte da administradora do cartão ou fraudes nas vendas.
Para receber mais informações sobre o Conciliador, cliqueaqui.  

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Aprenda a ser criativo



O mercado digital mudou mais uma vez. Os outrora todos poderosos Facebook Ads e Google AdWords se não estão saturados, não possuem mais a relevância de anos atrás. A dinâmica do universo digital mais uma vez levantou o sarrafo e agora, para aparecer, as empresas tem que ter conteúdo. Conteúdo de VÍDEO.

O Facebook não esconde de ninguém que quer rivalizar com o YouTube como plataforma para conteúdo de vídeo. Mas parece que Zuckerberg, ao comprar essa briga, impulsionou sobremaneira a já crescente produção de conteúdo digital de vídeos.

Na última VidCon - maior feira de produção de conteúdo do mundo - foram debatidos e apontados que o conteúdo de vídeo iria, cada vez mais, ganhar espaço nas redes sociais e se tornar a principal forma de consumo de conteúdo em 2018. Em virtude disso, os gigantes da web estão investindo pesado para ver qual será a principal plataforma digital de vídeos nos próximos anos.

O YouTube sai na frente por ter, entre todas as demais, a maior audiência e a "melhor" remuneração para os produtores de conteúdo. Esse melhor veio entre aspas porque nos últimos anos, principalmente em 2017, vários YouTubers contestaram a forma como a plataforma passou a remunerar os vídeos consumidos pelo público. Mas, sem querer passar a mão na cabeça do YouTube, ele ainda é a melhor - e mais lucrativa - plataforma para os produtores de conteúdo.

O ano de 2018 será o ano da virada. Do que? Acredito da consolidação definitiva dos conteúdo de vídeos como o principal produto digital a ser consumido pelo público. Não falo só de YouTube, mas sim de histories, do Instagram, do Snapchat (ainda relevante) e de outras tecnologias novas que surgirão nesse ano que mal começou.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Influenciadores Digitais e Produção de Conteúdo



Há alguns anos atrás, os canais do YouTube sugiram como uma nova mídia influenciadora nas decisões de compra em vários nichos de mercado. O fenômeno cresceu e tudo indica que, de fato, a tendência se confirmou: vários players de marketing veem nos YouTubers um nova forma estreitar a comunicação com seu target.

Apesar de por aqui YouTuber ainda ser um termo comum, ele está mudando. Chamar de influenciadores esses produtores de conteúdo é mais correto, pois não limita a produção apenas à rede social de vídeos da Google. Claro que a força do YouTube é notória, mas normalmente influenciadores não ficam limitados apenas a ele. Também há a retórica de que "todo influenciador é um YouTuber, mas nem todo YouTuber é um influenciador". Por isso, é necessário conhecer o que há por trás desta nova e interessante mídia que já é chamada de Influencer Marketing.

Então, conheça alguns insights de pessoas diretamente envolvidas nesta nova seara de mídias, influenciadores, produtores de conteúdo, novas ideais e novos mercados.

Insight 1

Para quem quer ser um produtor de conteúdo, é imprescindível não perder muito tempo em planejamento de projeto. Vá lá e faça. Claro que uma estratégia inicial é necessária, mas apenas para organizar a criação. Segundo Javi Moreno, gerente de projeto editorial da BuzzFedd, "publique, teste, repita, use data, obtenha insights,  ganhe, erre". Não há outro jeito de testar se o seu conteúdo é bom de fato se você não botar a sua cara no mundo e ver se está dando certo. Não tenha medo.

Insight 2

Em linha com o item acima, faça experimentações. É o que diz Jon Burk, diretor de conteúdo de marketing e de estratégia digital da AL Roker Entertainment. "Faça experimentações porque ela vai te ensinar como chegar no próximo nível. É assim que você progride".

Insight 3

Muita atenção para as métricas. Sem elas, não há estratégia digital que se sustente. Dados analíticos e gráficos não são para nerds, mas sim para todos que querem ou precisam atuar no digital. O YouTuber Mathew Patrick, ou MatPat como é mais conhecido, tem mais de 8 milhões de seguidores e nos conta que "as redes sociais são plataformas tanto criativas quanto matemáticas". Esse também é o pensamento de Lendi Slover, produtor sênior da AwesomenessTV. Ele acredita que "se você não está olhando para o Analytics, você está fazendo digital errado".

Insight 4

"Começar enxuto é importante, não vamos nos arriscar fazendo algo enorme ou caro. Precisamos saber se estaremos prontos para lucrar". Esse é outro importante insight de Lendi Slover. Ou seja, nada de grandes investimentos ou de grandes produções se isso não for necessário ou lucrativo.

Insight 5

Todo o trabalho de criação de conteúdo está direcionado para produções de vídeos. Quem afirma isso é o VP de produto do Facebook, Fidji Simo. Ele é categórico: "toda expansão da rede social está concentrada ao redor do audiovisual, de forma que se torne uma experiência cada vez mais imersiva".

Insight 6

 Encontre sua comunidade, seu nicho ou super nicho. Como diz Gavin McGarry, presidente de mídias sociais na Jump Wire Media, "o futuro das redes sociais são as comunidades". O guro do marketing digital, Seth Godin, já diz isso há bastante tempo: "nenhum nicho é pequeno se ele é seu".

Essas são algumas ideias práticas de quem já atua no mercado. Há muito ainda para ser explorado nesta nova área de desenvolvimento de conteúdo criativo. Agradeço aqui a YouPix, principalmente a Bia Granja e Dani Costa Besouchet, pelo excelente material montado a partir do YouPix Study Tour LA 2017.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Por que “quantos empregos a IA irá matar?” é a pergunta errada – Parte 1


Nos últimos cinco anos, nós temos desenvolvido maquinas de inteligência artificial (IA) que podem fazer várias coisas que antes só a mente humana podia realizar: compreensão da fala, diagnosticar doenças, checar termos de contratos, desenhar uma peça mecânica a partir de um esboço e até mesmo apresentar novas hipóteses científicas que são apoiadas em pesquisas subsequentes. Quando esses novos softwares estiverem presentes em máquinas, nós teremos carros e caminhões andando sozinhos, autônomos. Junte a isso, entregas e inspeções realizados por drones e robôs de todos os tipos.
Essas tecnologias estão sendo aperfeiçoadas mais rapidamente do que previram os seus criadores no início da década, aliado ao fato de que os melhores jogadores do mundo, tanto do jogo asiático de estratégia chamado GO como no famoso jogo de poker Texas hold-em,  são agora sistemas de IA, indica como tão profundamente esta tecnologia está invadindo o território humano.
Então não devíamos nós estarmos nos preparando para uma maciça onda de desempregos gerada pela tecnologia de IA? Um estudo dos acadêmicos Carl Frey e Michael Osborne, da Universidade de Oxford, amplamente divulgado encontrou que 47% dos empregos que existem hoje nos EUA estão suscetíveis a informatização. E outros cargos estão prontos para serem automatizados. Assim como a tecnologia dos carros autônomos avança, parece que provavelmente muitos dos 3, 5 milhões de caminhoneiros dos EUA terão que procurar um outro ofício.
A despeito dessas estatísticas e cenários apavorantes, no entanto, não é hora para pânico. Primeiro, previsões anteriores sobre ganhos e perdas ao longo do tempo sobre empregos específicos sempre deram com os burros n’água, e existem algumas razões para acreditar que os cortes não serão tão ruins assim. Segundo, o estudo de Oxford olhou só para a destruição de empregos e não para a criação de outros. O estudo não tentou estimar quantos novos empregos e quantas novas categorias de empregos poderão surgir com o futuro progresso tecnológico. Existirão certamente muitos, desde fiscais de robôs até intérpretes de IA. Por último, enquanto 3, 5 milhões soa como muitos empregos a serem perdidos, existem quase o mesmo em demissões a cada dois meses nos EUA, e outro seis milhões ou mais de pessoas que, voluntariamente, deixam seus empregos. A economia americana é grande e dinâmica, números grandes de empregos são perdidos o tempo todo e outros tantos são criados.
(Continuará...)
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Fonte: LinkedIn