quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Resiliência, a Realidade das Franquias


Apesar de todas as incertezas que estamos vivendo na economia e das necessárias mudanças político-sociais que devem ser implementadas em nosso país, temos que ter em mente que o Brasil é o 3º País do mundo em número de marcas franqueadoras e o 6º em unidades franqueadas. É uma realidade. O franchising cresce na contramão de todos os índices de macroeconômicos e supera todas as expectativas mais otimistas de nosso mercado. Talvez por isso, nas reuniões que participei com vários franqueadores e na própria cerimônia de abertura da feira, a palavra mais utilizada tenha sido resiliência.
Crescer em um país como o Brasil não é tarefa fácil. Políticos corruptos, com uma carga tributária massacrante, com uma legislação trabalhista que sobrecarrega o empresário, sem transporte público de qualidade, com a grande maioria da população sem acesso à educação e a um sistema de saúde tornam a situação ainda mais complicada.
A habilidade de alguns empresário em lidar com todas as adversidades, deve ser enaltecida.  O mercado de franquias vem se consolidando dessa forma. Enfrentando de frente as dificuldades e crescendo, apesar dos desafios.

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Texto original Von Jess & Advogados

terça-feira, 13 de novembro de 2018

As Vantagens do TEF


A maior parte da população brasileira faz o uso de cartões de crédito, o que demonstra que menos pessoas carregam dinheiro em espécie com elas. No entanto o aumento do uso de cartões de crédito, gerou algumas consequências indesejadas. Como por exemplo, o fato do Brasil ser o segundo país com mais fraudes em cartões de credito no mundo.
Uma boa saída para esse tipo de situação, é utilizar o TEF para o recebimento de suas vendas em cartão, visando assim reduzir as perdas em seu negócio, uma vez que muitas fraudes acontecem no momento da venda.  Segundo o CEO da Comtex, Alexandre Moura outra maneira interessante de auxiliar o combate a fraudes, é por meio de aplicativos de conciliação de cartões de crédito como o Conciliador. “Por meio de sistemas como o Conciliador, as faturas são conferidas de forma automática, sem dar chance para erros. Além de economizar muito tempo dos lojistas, ele os deixa blindados contra maquininhas defeituosas. Sem dúvida é a melhor maneira de ajudar o varejista e o negócio como um todo”, explica Alexandre.
Outra vantagem da utilização do TEF que você pode contratar os serviços de quantas administradoras de cartões desejar e aplicar as configurações dentro do sistemaAbrindo assim o seu leque de negociação, sem ter que se restringir a empresa X ou Y, há aumento de competitividade e por consequência aumento da rentabilidade para a sua loja.
Além de tudo isso, com o TEF você consegue trazer mais clientes para sua loja, uma vez que por meio de integrações no sistema você oferece outros serviços, como por exemplo a Recarga de Celular ou também o serviço de Correspondente Bancário. Essas funcionalidades atraem clientes para a loja, fazendo com que este acabe comprando outros produtos em seu negócio.

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Texto original em AAM

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Duas marcas da mesma franquia


Cada vez é mais comum que as grandes redes de franquia diversifiquem seus negócios criando dentro do mesmo segmento que atuam outras marcas para atingir um público diferenciado ou para vender produtos distintos.
A princípio não há qualquer problema nisso. Pelo contrário. Quanto mais forte e capitalizada a franqueadora, melhor para sua rede de franqueados, pois tudo tenderá a ser mais bem feito.
O problema ocorre quando os franqueados passam a enxergar nessa segunda marca, um concorrente direto.Isto porque, a princípio, do ponto de vista contratual, não há território a ser resguardado quando as marcas são distintas e, na visão da maioria das franqueadoras, a expansão de uma não tem necessariamente a ver a com a da outra.
Há casos que realmente não tem. No mundo da  moda, existem empresas que exploram dentro do segmento de vestuário feminino, públicos completamente diferentes e, assim, podem ter suas lojas literalmente grudadas, o que não faz a menor diferença entre eles.
Mas quando o segmento é o mesmo, o público se mistura e o que muda essencialmente é apenas o conceito? Não há nesses casos como não pensar na expansão levando-se em conta os franqueados já existentes na primeira marca.
Fato é que, seja qual for o caso concreto, o pensamento da franqueadora deverá sempre ser global e sopesar todos os aspectos envolvidos nas relações já estabelecidas, sem desconsiderar que o ‘novo’ negócio envolve muito mais do que somente a criação de mais uma marca.

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Artigo original em Von Jess & Advogados

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Parceria Conciliador com InfoVarejo


Tecnologia, automação na gestão de conciliação de cartões aliado a informação estratégica para varejistas de todo o país.




O sistema Conciliador comemora sua parceria com um dos mais influentes portais sobre varejo do Brasil, o InfoVarejo. Juntas, as empresas aliam forças para oferecer ao mercado varejistas informação e tecnologia.
Com o crescente aumento das vendas por cartões de crédito, débito e de benefícios, tem aumentado muito o tempo gasto pelos donos destes estabelecimentos para conciliar suas vendas por esses cartões. Mas o que é conciliar cartões? Conciliação de cartões é o processo no qual o varejista precisa conferir os valores das vendas por cartão com o que, de fato, entrou na conta bancária do estabelecimento.
A princípio, não parece um processo difícil, mas pense em fazer isto manualmente para dezenas ou centenas de vendas, uma a uma. No caso de estabelecimentos maiores, como grandes supermercados ou postos de gasolina, essas vendas chegam na casa dos milhares. Nesta montanha de números, papeizinhos e contas é fácil cometer erros. Isso para não falar no risco de fraudes.

Vendas com cartão


O sistema Conciliador veio para agilizar este processo. Com ele, a conciliação de cartões é automatizada, mais rápida e segura. Fica fácil para o dono do estabelecimento ver as inconsistências nas contas, como cobranças indevidas por parte da administradora do cartão ou fraudes nas vendas.
Para receber mais informações sobre o Conciliador, cliqueaqui.  

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Aprenda a ser criativo



O mercado digital mudou mais uma vez. Os outrora todos poderosos Facebook Ads e Google AdWords se não estão saturados, não possuem mais a relevância de anos atrás. A dinâmica do universo digital mais uma vez levantou o sarrafo e agora, para aparecer, as empresas tem que ter conteúdo. Conteúdo de VÍDEO.

O Facebook não esconde de ninguém que quer rivalizar com o YouTube como plataforma para conteúdo de vídeo. Mas parece que Zuckerberg, ao comprar essa briga, impulsionou sobremaneira a já crescente produção de conteúdo digital de vídeos.

Na última VidCon - maior feira de produção de conteúdo do mundo - foram debatidos e apontados que o conteúdo de vídeo iria, cada vez mais, ganhar espaço nas redes sociais e se tornar a principal forma de consumo de conteúdo em 2018. Em virtude disso, os gigantes da web estão investindo pesado para ver quem será a principal plataforma digital de vídeos nos próximos anos.

O YouTube sai na frente por ter, entre todas as demais plataformas, a maior audiência e a "melhor" remuneração para os produtores de conteúdo. Esse melhor veio entre aspas porque nos últimos anos, principalmente em 2017, vários YouTubers contestaram a forma como a plataforma passou a remunerar os vídeos consumidos pelo público. Mas, sem querer passar a mão na cabeça do YouTube, ele ainda é a melhor - e mais lucrativa - plataforma para os produtores de conteúdo.

O ano de 2018 será o ano da virada. Do que? Acredito da consolidação definitiva dos conteúdo de vídeos como o principal produto digital a ser consumido pelo público. Não falo só de YouTube, mas sim de histories, do Instagram, do Snapchat (ainda relevante) e de outras tecnologias novas que surgirão nesse ano que mal começou.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Influenciadores Digitais e Produção de Conteúdo



Há alguns anos atrás, os canais do YouTube sugiram como uma nova mídia influenciadora nas decisões de compra em vários nichos de mercado. O fenômeno cresceu e tudo indica que, de fato, a tendência se confirmou: vários players de marketing veem nos YouTubers um nova forma estreitar a comunicação com seu target.

Apesar de por aqui YouTuber ainda ser um termo comum, ele está mudando. Chamar de influenciadores esses produtores de conteúdo é mais correto, pois não limita a produção apenas à rede social de vídeos da Google. Claro que a força do YouTube é notória, mas normalmente influenciadores não ficam limitados apenas a ele. Também há a retórica de que "todo influenciador é um YouTuber, mas nem todo YouTuber é um influenciador". Por isso, é necessário conhecer o que há por trás desta nova e interessante mídia que já é chamada de Influencer Marketing.

Então, conheça alguns insights de pessoas diretamente envolvidas nesta nova seara de mídias, influenciadores, produtores de conteúdo, novas ideais e novos mercados.

Insight 1

Para quem quer ser um produtor de conteúdo, é imprescindível não perder muito tempo em planejamento de projeto. Vá lá e faça. Claro que uma estratégia inicial é necessária, mas apenas para organizar a criação. Segundo Javi Moreno, gerente de projeto editorial da BuzzFedd, "publique, teste, repita, use data, obtenha insights,  ganhe, erre". Não há outro jeito de testar se o seu conteúdo é bom de fato se você não botar a sua cara no mundo e ver se está dando certo. Não tenha medo.

Insight 2

Em linha com o item acima, faça experimentações. É o que diz Jon Burk, diretor de conteúdo de marketing e de estratégia digital da AL Roker Entertainment. "Faça experimentações porque ela vai te ensinar como chegar no próximo nível. É assim que você progride".

Insight 3

Muita atenção para as métricas. Sem elas, não há estratégia digital que se sustente. Dados analíticos e gráficos não são para nerds, mas sim para todos que querem ou precisam atuar no digital. O YouTuber Mathew Patrick, ou MatPat como é mais conhecido, tem mais de 8 milhões de seguidores e nos conta que "as redes sociais são plataformas tanto criativas quanto matemáticas". Esse também é o pensamento de Lendi Slover, produtor sênior da AwesomenessTV. Ele acredita que "se você não está olhando para o Analytics, você está fazendo digital errado".

Insight 4

"Começar enxuto é importante, não vamos nos arriscar fazendo algo enorme ou caro. Precisamos saber se estaremos prontos para lucrar". Esse é outro importante insight de Lendi Slover. Ou seja, nada de grandes investimentos ou de grandes produções se isso não for necessário ou lucrativo.

Insight 5

Todo o trabalho de criação de conteúdo está direcionado para produções de vídeos. Quem afirma isso é o VP de produto do Facebook, Fidji Simo. Ele é categórico: "toda expansão da rede social está concentrada ao redor do audiovisual, de forma que se torne uma experiência cada vez mais imersiva".

Insight 6

 Encontre sua comunidade, seu nicho ou super nicho. Como diz Gavin McGarry, presidente de mídias sociais na Jump Wire Media, "o futuro das redes sociais são as comunidades". O guro do marketing digital, Seth Godin, já diz isso há bastante tempo: "nenhum nicho é pequeno se ele é seu".

Essas são algumas ideias práticas de quem já atua no mercado. Há muito ainda para ser explorado nesta nova área de desenvolvimento de conteúdo criativo. Agradeço aqui a YouPix, principalmente a Bia Granja e Dani Costa Besouchet, pelo excelente material montado a partir do YouPix Study Tour LA 2017.