sexta-feira, 7 de junho de 2013

Os diferentes continuam


No livro Somos Todos Diferentes, eu argumentei sobre os vários fatores que nos pressionam a sermos cada vez menos normais, pelo menos sobre valores culturais e sobre o que compramos, o que fazemos e com o quem fazemos. O ponto sobre o qual definia a massa está derretendo, com os diferentes aumentando em número, credibilidade e impacto.

Quando você dá opções às pessoas, elas vão aceitá-las.

Uma grande razão: a internet nos permite ver o que os outros grupos diferentes estão fazendo, nos pressionando a sermos mais diferentes ainda.

Dados recentes sobre nomes dados aos recém-nascidos vindos da Adminstração de Segurança põe isto em destaque. Os primeiros 1.000 nomes dos bebês, incluindo os nomes padrão, são Zylin, Zymari, Zyrin, Zyrus and Zytaevius. O que não é surpreendente porque, depois de tudo, 1.000 nomes são nomes para caramba.

O que surpreende é que nos últimos dez anos, o percentual de nomes que não estavam na estatíscita dos 1.000 continua subindo. Isto significa que mais e mais pessoas estão optando por nome menos populares, forjando seu próprio caminho. Já foi esquisito chamar seu filho de Elvis. Agora, Zyrin não é mais, porque estamos mais conscientes onde se encontram os limites.

Mesmo acontece com os shows que assistimos, os livros que lemos e os alimentos que comemos.

Se você está perseguindo as massas, você quase certamente está indo na direção errada. As massas vão ignorar você. É o diferente que está escolhendo em que prestar atenção, buscar o que lhes interessam.

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Traduzido por Silvio Luis de Sá. Texto original em Seth's Blog